A Arte da Omissao

Armas silenciosas para guerras silenciosas (17)

Silent Weapons for QuietWars  (tradução de excertos)

(17)

Links dentro de «» e realces desta cor são da minha responsabilidade

 

DIVERSÃO, A PRINCIPAL ESTRATÉGIA

A experiência tem mostrado, que o método mais simples de proteger uma arma silenciosa e obter controlo sobre o povo, é mantê-lo indisciplinado e ignorante em relação aos princípios básicos do sistema por um lado, enquanto o mantemos confuso, e por outro lado desorganizado e distraído com assuntos sem importância real.

Tal é adquirido ao:

1) alienando as suas mentes;sabotar as suas actividades mentais; fornecer um programa de educação pública de baixa qualidade em matemática, lógica, design de sistemas e economia; desencorajar a criatividade técnica.

2) envolver as suas emoções, aumentando-lhes a autoindulgência e indulgência com actividades físicas e emocionais; afrontas emocionais e ataques (violação mental e emocional), vindas dos  meios da comunicação  (em especial a TV e jornais) a  despejarem constantes enxurradas  de sexo, violência e guerras; dar-lhes o que desejam   – em excesso – “junk food  para pensarem” – privando-os do que realmente precisam.

3) reescrever a história e lei, sujeitando o público a criações desviantes, podendo assim mudar o seu pensamento de necessidades pessoais para as prioridades externas altamente fabricadas.

Isto vai impedir o seu interesse na  descoberta das armas silenciosas da tecnologia de automação social. A regra geral é que há lucro na confusão: quanto maior for a confusão, maior é o lucro. Portanto, a melhor abordagem é criar problemas para depois oferecermos soluções.

Meios de comunicação: Manter a atenção do público adulto desviada dos reais problemas sociais e capturar  a atenção para questões sem importância real.

Escolas: Manter o público jovem ignorante da matemática real, economia real, direito real e verdadeira história

Entretenimento: Manter o entretenimento do público abaixo do nível da sexta classe

Trabalho: Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem tempo para pensar; de volta para a fazenda com os outros animais.

«»

Meu comentário; Nestas pequenas frases está espelhado o que essa dita elite pretende e que extrapolarmos as suas ideias aqui contidas para os dias de hoje, somos obrigados a reconhecer que já estamos perante a fase da completa alienação e manipulação. Mas nós, os seus “escravos”, somos os principais culpados.  Destronar este império já bem montado, não é fácil mas é um dever de todos. Conhecer o seu modo de acção, é  meio caminho andado para a nossa  libertação.

Se o leitor deste artigo, ficar tão indignado como eu estou ao o traduzir e começar a sua própria investigação,  vai sentir a necessidade de passar o seu conhecimento à família (já aviso que não é fácil) e aos seus amigos. Quantos mais adquirem a consciência da existência desta corja de gente, maior o nº de “escravos” a indignarem-se e a mudar de atitude.

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This entry was posted on 30 de Janeiro de 2011 by in Armas silenciosas para guerras silenciosas and tagged .

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