A Arte da Omissao

UFO – Project Disclosure – Dossier de Divulgação – O Desconhecimento (2ª Parte)

Devido à natureza da informação contida na secção nº 3.4 do Disclosure Project, ao contrário dos anteriores anteriores, onde coloquei apenas excertos, a tradução desta secção é  publicitada na totalidade

Dossier  de divulgação do Projecto Disclosure, tornado publico em 2001

3.4 O Desconhecimento (2ª Parte)

Nela se explica a subtileza usada pelo  governo não oficial, do conhecimento fabuloso sobre comportamento humano, no encobrimento durante décadas, de assuntos que sabem ser verdadeiros, mas por diversos motivos, não os querem mostrar ao mundo.

§

Este espaço só me permite partilhar convosco os destaques de 6 anos de investigação intensa, que permanecem atrás do palco. Um dia, espero que toda a história possa ser contada, nomes, mas por agora só me posso permitir  pintar um quadro amplo e com alguns detalhes. Esta informação vem de encontros pessoais, privados e requintadamente sensíveis e de longas discussões com militares de cargos muito altos e relevantes, inteligência, políticos e fontes de corporativas privadas. A procura da verdade sobre esses projectos secretos levou-me  aos Chefes de Estado, realeza, funcionários da CIA, militares americanos e estrangeiros, líderes políticos e engenheiros corporativos de alta tecnologia. O processo foi exaustivo, implacável e alucinante. Segurança e prudência exige que eu deixe seus nomes de fora  por agora; Quando terminar de ler esta secção, os motivos serão óbvios.

Temos de recuar até à II Guerra Mundial,  pois descobri que alguns funcionários do governo dos Estados Unidos sabiam que não estávamos sozinhos, que existiam máquinas  avançadas a  voar em certas regiões do conflito que não eram nossos nem do inimigo. Um médico colega e amigo, cujo parente foi um célebre piloto da WWII, disse-me que este piloto foi enviado à Europa pelo Presidente para descobrir quem eram esses lutadores chamados “foo”. Na volta  relatou  ao Presidente que  eram naves extraterrestres.

A partir daí,  fica cada vez mais estranho. Um general reformado, que mais tarde se tornou a mão direita de um determinado director da CIA, disse-me isto: um oficial militar em 1946, foi responsável por escrever cartas “sem resposta” sobre uma série de avistamentos de ovnis de dia, sobre Idaho. Também me confirmou que as pessoas sabiam que os OVNIs eram reais, mas em breve surgia a guerra fria e mais tarde seguiram-se outras guerras quentes  e o  mundo estava preocupado com a guerra termonuclear global — assim quem tinha  tempo para se preocupar acerca  destes enigmáticos mas inofensivo ETs?

Quem de facto? Várias testemunhas independentes, corroboraram acerca dos  acidentes e recuperação das naves ETs em 1947, no Novo México e  em 1948 em Kingman (Arizona). Esta informação já chama realmente a atenção de alguém, e o nome do jogo foi, a partir daí, “avançada tecnologia extraterrestre”. Como funciona, para que pode ser usada, como a vão usar, e se os soviéticos descobrem mais, antes de nós, e se algum  vazamento ocorre e um novo Hitler utiliza o conhecimento para dominar o mundo, e se as pessoas entrarem em pânico quando souberem E se?

Na época, estava-se a trabalhar no desenvolvimento da bomba de hidrogénio — os inimigos eram os soviéticos. O que poderia ser mais desestabilizador para  uma ordem mundial já frágil do que a introdução da tecnologia de propulsão interestelar para um mundo de tubos de vácuo e motores de combustão interna? Dizer que estávamos perante um salto qualitativo na capacidade tecnológica é um eufemismo,  e nós o queríamos com segurança só para nós.  E assim, a “segurança nacional” exigiu que toda esta questão se mantivesse em silêncio, a todo o custo. E não se olharam aos custos.

Mas apareceu uma “mosca” muito grande. Os ETs apareciam a voar, por vezes em formação, com milhares de testemunhas, sobre os céus da América e do resto do mundo. Agora, como esconder o quê?

A mente encarrega-se disso. Numa manobra Orwelliana e com base nos  resultados  da guerra psicológica durante Segunda Guerra Mundial, se uma mentira for repetidas vezes suficientes, por figuras de  ‘respeitada’  autoridade, o povo vai acreditar. Parece que um dos mestres da guerra psicológica durante a Segunda Guerra Mundial ficou a cargo de isso na década de 1940. O General Walter Bedell Smith ajudou a coordenar os componentes de guerra psicológica deste problema e ajudou a lançar a grande mentira: UFOs, embora vistos por milhões de olhos, eles não existem.

Para cada avistamento por parte do público, haveria negação oficial e, pior, ridículo do evento e dos observadores. O  astrónomo Donald Menzel foi encarregado de dizer ao mundo que tudo era uma histeria, que OVNIs não eram reais, que era tudo uma tolice.

Na década de 1950, um grupo relativamente pequeno de pessoas sabia a verdade e manteve-a só para si. Quando ocorria um evento que chamasse  a atenção da média, figuras de autoridade iriam negar e  ridicularizar. Uma vez que os seres humanos, geralmente  são criaturas sociais inseguras,  ficou claro que, se você quer evitar constrangimento, não quer cair no  ridículo socialmente, vai manter o silêncio sobre OVNIs, mesmo que tenha visto um bem perto. Acrescento o encorajamento activo de  histórias e contos  bizarros dentro da sub cultura civil UFO. Qualquer pessoa respeitável, em especial a média “respeitável”, cientistas e dirigentes políticos — teriam que ver isso como o “tópico não grato” a evitar.

(Com base no que tenho atravessado nos últimos 11 anos, não os posso culpar..). Mas isto é  material muito convencional, realmente. As bizarras distorções começaram na década de 1950, quando um novo modelo para projectos encobertos  evoluiu; um Frankenstein foi criado, mas agora com  vontade própria, saiu fora da mesa, quebrou as correntes e move-se  entre nós.

No final de 1993 e em 1994, 1995 e 1996, de uma reunião para outra, surgiu uma verdade chocante. De alguma forma a caminho da década de 90, algo terrível tinha acontecido: toda a questão tinha sido privatizada em grande parte, estava 10 níveis abaixo de do nível de segurança dos “projecto pretos”, e operava  fora da cadeia do comando constitucional dos Estados Unidos ou de outro qualquer governo. Agora, eu sei o que você está pensando — eu também pensei o mesmo.

Passados alguns meses da tal reunião inicial, em Julho de 1993, eu e membros da equipe tivemos uma outra reunião com altos funcionários da CIA, Congresso, administração Clinton,  ONU, Joint Chiefs of Staff,  militares da Inglaterra e de outros lugares. A nossa lógica inicial foi, primeiro  apresentar o caso para as pessoas que, desde o fim da  Guerra Fria, tinham aberto uma janela de oportunidade através da qual  poderia ser feita uma grande divulgação sobre esta matéria. Tinha chegado o momento de retornar esta questão para a comunidade internacional. Certo? Errado! Praticamente sem excepção, os líderes das forças armadas, campos de inteligência, política e áreas de segurança nacional concordaram que tinha chegado o momento da verdade ser contada. Problema é que  eles não tinham acesso à verdade, ou aos dados, ou aos casos, ou à tecnologia ou aos corpos dos falecidos ETE’s armazenados (Sim, nós sabemos onde eles estão e já não é na Base Aérea da Wright Patterson ).

Aqueles que eu pensei que estariam no loop estavam fora, e aqueles que executam o show, eram uma estranha combinação de agentes secretos e interesses corporativos privados.

Meus antepassados lutaram na Revolução Americana na Carolina do Norte. Lutaram para o estabelecimento de uma forma de governo constitucional. Agora eu me pergunto,  o que aconteceu  com a Constituição? Como um sonho muito ruim, eu mantive a esperança de despertar para ver que  não era verdade. Como poderia  compartilhar isto  com outras pessoas? Quem iria acreditar? Era ruim o suficiente para um médico de NC manter que temos sido visitados por formas avançadas de vida extraterrestres, mas isto?

Perguntei a um amigo que fez parte da equipe do Conselho de Segurança Nacional, da administração Reagan, como isto poderia ser verdade. Como poderiam algumas das pessoas mais poderosas do mundo — no governo, nas forças armadas, na inteligência sénior e áreas de segurança nacional — não ter acesso a dados deste assunto? Perguntei-lhe se deixamos o Presidente saber exactamente quem de lá fora, sabe sobre isto. Em resposta  chamou-me  para o salão oval e disse, “Eu sou o Presidente dos Estados Unidos e eu quero que você me diga  tudo o que  sabe sobre este assunto”. O que eles fariam?

Ele riu e disse: “Steve, se eles não querem que o Presidente saiba, simplesmente irão mentir para o Presidente e dizer que tal coisa não existe. Tem sido feito o tempo todo…” Eu estava atordoado pelo cinismo de tudo  e pela brecha clara na lei constitucional.

Sob o ardil da “negação plausível” para “proteger” os altos funcionários do governo, aparentemente é feito  em determinadas zonas sensíveis, e o assunto UFO é o mais sensível de todos.

Fonte: DISCLOSURE PROJECT BRIEFING DOCUMENT

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This entry was posted on 8 de Março de 2011 by in Disclosure Project and tagged , .

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