A Arte da Omissao

Project Disclosure – Dossier de Divulgação – Testemunhos do secretismo

Excertos traduzidos do Dossier  de divulgação do Projecto Disclosure, tornado publico em 2001

3. 6 TESTEMUNHOS SOBRE O SECRETISMO

Tenente-Coronel Charles Brown: US Air Force (aposentado)

“É meio estranho, mas enviamos pessoas para a prisão, enviamos pessoas para a morte por causa de relatos de testemunhas de crimes. Nosso sistema legal baseia-se nisso em larga escala. No entanto, no que diz respeito aos fenómenos aéreos fora do comum nos últimos 50 anos, parece haver alguma razão determinada em desacreditar as testemunhas respeitáveis, ao dizerem que é algo não identificado…”

“Eu sei que existem agências do nosso governo que podem manipular dados. E você pode criar ou recriar [o que quiser].  O fato do governo neste momento – e eu sei que estamos a investigar desde 1947 – não ter surgido com nenhuma resposta, para mim já um sinal de que há algo está muito errado. Somos uns incompetentes em ciência? Não acho. Somos incompetentes nas nossas agências de inteligência? Sei que não. Agora, sobre o projecto Blue Book. Foi fechado pelo grupo de Dr. Condon.Tenho todos os motivos para crer que foi uma farsa deliberada…”

“UFO’s têm sido investigados por um longo período de tempo e o público em geral não está consciente, plenamente consciente – dão-lhe apenas pequenas peças, respostas programadas.

Major George A. Filer, III: Força aérea (reformado).

“Às vezes eu costumava transportar armas nucleares. Em outras palavras, eu estava mentalmente apto para transportar armas nucleares, mas não estou mentalmente apto se vir um UFO. Esta crítica e este ridículo, têm feito mais para manter a história, do que qualquer outra coisa”

Dan Morris: US Air Force,  NRO

“Fiz  parte de um grupo que iria investigar e recolher  informações.  Iríamos entrevistar pessoas que alegavam ter visto  algo e tentar convencê-los que não tinham visto nada ou que estavam tendo alucinações.  Bem, se isto não funcionasse, outra equipe iria entrar com ameaças. E ameaçavam também as suas famílias e assim por diante e assim por diante. Essas equipes também estavam encarregados de os desacreditar, torná-los loucos aos olhos de outras pessoas e assim por diante. Agora, se nada disto funcionasse, então entraria outra equipa para acabar com esse problema, de uma forma ou de outra”

Sgt. Karl Wolfe: US Air Force

“Depois que deixei de ser  militar, sabia que não podia ir para nenhum  lugar, pelo menos durante cinco anos, sem informar o departamento de Estado onde estava. Sempre que viajasse, tinha que notificar e obter permissão, mesmo dentro dos Estados Unidos. Eles tinham que saber onde eu estava o tempo todo. Por exemplo, se fossemos para o Vietnam, havia sempre alguém lá com a gente, com uma arma, pronta para nos aniquilar se caíssemos  nas mãos do inimigo. Eles não queriam que o inimigo nos pegasse; nós seria mortos em vez disso.”

“Portanto, sabíamos que estávamos a operar  sob este tipo de condições. Sua vida estava em perigo todo o tempo, caso você caísse em mãos erradas. Então, estávamos conscientes disso. Foi-me dito quando deixei, que eu iria ser investigado regularmente  para se certificarem de que eu não estava envolvido em actividades peculiares.”

Fonte: DISCLOSURE PROJECT BRIEFING DOCUMENT

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This entry was posted on 18 de Março de 2011 by in Disclosure Project and tagged , .

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