A Arte da Omissao

11 de Setembro – O cerco aperta

No dia 11 de Setembro de 2011 terão passados 10 anos dos eventos em Nova Iorque e Washington, os quais desempenharam um papel dramático na história moderna. Estes eventos foram fundamentais para  ser iniciada de novo uma ofensiva de ocupações e invasões, bem como a violações do direito internacional e dos direitos humanos para não contar com um ataque generalizado aos direitos civis, cruciais para as democracias.

Os gastos militares globais, que começaram uma desaceleração rápida após o fim da guerra fria, com a ajuda dos ataques de 11 de Setembro, subiram de novo para níveis  iguais aos da guerra fria e continuam a aumentar. O foco em soluções militares para os complexos problemas humanos tem desviado a humanidade do que é urgente mudar, problemas energéticos, problemas climáticos, entre outros desafios que a Humanidade actualmente enfrenta.

Entretanto, a nível  internacional aumenta o cepticismo sobre os relatórios oficiais dos ataques de 11 de Setembro, o qual ao contrário do que é regularmente afirmado nos meios de comunicação corporativos e tradicional, tem uma base factual e não é apenas o resultado de pensamentoe delirantes ou conspiratórios.  Nesse sentido, o centro internacional para estudos de 11 de Setembro (The International Center for 9/11 Studies), decidiu patrocinar quatro dias de audiências abertas aos público, em Toronto no Canadá,  as quais começam no dia do 10. º aniversário dos acontecimentos.

Nessas audiências, irão ser debatidas de uma forma séria e cuidadosa,  as provas descobertas ao longo destes 10 últimos anos.

A organização das audiências pretende:

(1) Apresentar provas que a investigação oficial do governo dos Estados Unidos sobre os acontecimentos de 11 de Setembro de 2001, está seriamente errada e não foi capaz de descrever e explicar os acontecimentos.

(2) Destacar as provas da insuficiência da investigação do governo dos EUA, de forma a serem classificadas, e torná-las publicas às organizações governamentais, não-governamentais e intergovernamentais.

(3) Enviar um registo e um resumo das audições, devidamente assinado pelas testemunhas, a governos relevantes, grupos e organismos internacionais, com o pedido que seja lançada uma investigação completa e imparcial dos acontecimentos de 11 de Setembro de 2001, a qual tem sido usada para iniciar invasões militares e restringir os direitos dos cidadãos.

(4) Chamar a atenção do público e média através dos testemunhos, bem como através de palestras públicas e eventos que vão ocorrer durante os quatro dias de evento.

As audições vão ser internacionais, daí ter sido escolhido um local fora dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, foi escolhido um local perto dos ataques, para que as pessoas directamente relacionadas com os eventos, como as famílias das vítimas, possam viajar para as audições, uma vez que Toronto está a 9 horas de Nova York.

Os participantes

Os participantes chaves nas audições serão moderadores, testemunhas e cidadãos. Os moderadores guiarão o painel através da apresentação e discussão das provas e testemunhas. Testemunhas especialistas, mas possivelmente também testemunhas oculares irão apresentar os resultados das suas pesquisas ou experiências e, se for caso disso, serão formalmente apresentadas as evidências. Um painel internacional de quatro membros de cidadãos altamente credíveis  ouvirão as testemunhas, examinarão as suas provas, levantarão questões e participarão na discussão e na apresentação do relatório após a finalização das audições.

Todos os dias terão um ou mais temas. Por exemplo, uma das audições incidirá sobre a destruição do World Trade Center. As seguintes pessoas concordaram já em participar como testemunhas especialistas: Niels Harrit, David Chandler, Richard Gage, Steven Jones e Jon Cole.

Outros temas vão estar na mesa, como por exemplo: al-Qaeda, as falhas na defesa aérea, anomalias dos voos 77 e 93, a natureza da falsa bandeira do terrorismo e a resistência psicológica a quem desafia o oficial. Peter Dale Scott, David Ray Griffin, Laurie Manwell, Graeme MacQueen, Lance DeHaven-Smith e Kevin Ryan são já testemunhas confirmadas, mas há uma lista de outras testemunhas que em breve serão convidadas a participar. Também ocorrerão, durante o dia e à noite, depoimentos de testemunhas oculares e de membros das famílias das vítimas do 11 de Setembro

O principal patrocinador das audições é o centro internacional para estudos do 11 de Setembro, na figura do advogado americano, James Gourley. Este Centro é actualmente conhecido pelo enorme sucesso em ter conseguido a libertação de aproximadamente quatro terabytes de provas em vídeo, que estavam mantidos fora do público, pelo Instituto Nacional de padrões e tecnologia.

Existirão dois comités, um de gestão e outro consultivo e vários grupos de trabalho. O Comité de Gestão actualmente consiste em Kevin Ryan, Laurie Manwell, Graeme MacQueen e Adnan Zuberi. O Comité Consultivo será composto por um grupo internacional constituído por cerca de uma dúzia de especialistas, familiares do 9/11 familiares e pessoas de influência. Aproximadamente metade dos conselheiros foram já identificados e os restantes serão convidados nos próximos meses. Grupos de trabalho vão lidar com a videoconferência e respectiva gravação, publicidade, relações com a média, captação de recursos …

As evidências

As provas apresentadas nas audições serão escolhidas de acordo com os seguintes critérios: elevado grau de certeza, importância e consenso.

Actualização:

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This entry was posted on 15 de Maio de 2011 by in Evidencias and tagged , , , .

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