A Arte da Omissao

Os novos desafios

A Guerra Fria  e a II guerra mundial, foram alguns dos desafios que as gerações anteriores tiveram que enfrentar. A tão bem vinda tecnologia (seria no seu todo bem vinda, se nós estivéssemos noutro estágio de evolução), geraram armas de destruição maciça que foram colocadas nas mãos dos governos. Com elas, as forças totalitaristas tentaram conquistar e por vezes acabaram por conquistar os países democráticos. Essas acções teriam sido todas vitoriosas, se comuns mortais não tivessem lutado e morrido em defesa da liberdade (da real liberdade),. Os nossos antepassados combateram a tirania com guerras.

Os desafios actuais são bem diferentes. Hoje temos que lutar contra os próprios conceitos da violência e de inimigo. As forças do totalitarismo não desapareceram, mas alteraram a forma de se exprimirem. São internacionais, muito subtis e aproveitam-se da nossa dependência da  tecnologia.

A sua arma é o medo. Com o uso deste, tentam concentrar todo o crescimento tecnológico na mãos de alguns, de forma a que esses “alguns” protejam as suas posições económicas e os protejam  no controlo da nossa evolução.  A força não será a única opção de combate , porque essa está controlada por eles.  Estas forças subtis são totalmente materialistas. Há conceitos que os “queimam” como a água benta queimaria  os vampiros, se estes existissem.  Não lidam nada bem com  mensagens / atitudes apelativas ao bem, ao amor, que incitem a alteração de consciências para o positivo. Infelizmente temos exemplos da total destruição de agentes destes o longo dos tempos.

Uma das suas armas subtis, são as que despoletam em nós o medo e a violência. Para eles, é necessário destruir a célula principal (a família),  é necessário que a educação nas escolas não seja muito apurada. é  necessário despoletar  o nosso lado negro. Sendo assim, uma das formas de  temos de os combater é despoletar precisamente em nós o lado bom e destruir esse medo. Várias vezes me disseram que não deveria querer saber tanto sobre  a ruindade deste mundo e dos seus agentes, pois  corria o risco de ficar uma pessoa muito negativa. Pessoalmente discordo. O medo implanta-se quando há desconhecimento. A ignorância foi e continua a ser usada contra a Humanidade. O saber quem são e como actuam obrigou-os a mostrar o rosto, facto que também não gostaram.

Então e como não temos a força bélica, uma vez que está sob controlo deles, podemos tentar usar outras formas de  “destruir” em nós, os factores que eles necessitam para nos controlarem e dominarem: o medo, violência, ódio, desconhecimento… Para quem conhece o poder, por exemplo da meditação e do reiki, sabe do que estou a falar.  O pensamento  é energia e isso, eles sabem  muito bem.  Bastará sintonizarmos a nossa mente para uma frequência diferente e circuito quebra-se. E mais, podemos influenciar à mudança deles próprios.

Uma arma usada e abusada por estes senhores, no despoletar da negatividade e da violência  é  sem duvida a musica,  industria totalmente debaixo do seu controlo.  O público alvo são os jovens, pois  como estão em processo de amadurecimento, poderão assimilar rapidamente a mensagem. No entanto e para não se pensar que isto é uma utopia, há quem estude o efeito da música e não menos importante ,das  letras, sobre o comportamento humano. E sim, a música pode ser também uma “arma” construtora de boa energia, de paz, de harmonia, enfim, uma “arma” cujas balas são bem diferentes das que eles usam.

Um novo estudo da Universidade de Sussex, na Inglaterra, demonstrou que ouvir música (“pró-social”) com letras positivas, com letras apelativas à paz, ao amor universal e também ao despertar de consciências, pode na realidade afectar a forma como interagimos com quem nos rodeia. Experiências envolveram grupos de estudantes e demonstraram que os que ouviram música positiva foram consistentemente mais propensos a agir positivamente quando os pesquisadores “acidentalmente” derrubavam uma caixa com lápis.  Este estudo foi publicado no Personality and Social Psychology Bulletin, na secção  “Effects of Songs With Prosocial Lyrics on Prosocial Behavior: Further Evidence and a Mediating Mechanism”. Neste site, só o subscrevendo  e a pagar é que se tem acesso ao boletim detalhado.

Artigos de imprensa, referindo-se a este estudo:

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This entry was posted on 27 de Maio de 2011 by in Musica, Saúde and tagged .

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