A Arte da Omissao

Stealing A Nation – John Pilger

Felizmente existem jornalistas e humanitários, como John Pilger, que nos desafiam a despertar as nossas consciências, perante a ausência  do querer saber,  de informar,  de responsabilizar e  de penalizar acontecimentos  como o relatado no filme  Stealing A Nation.

Stealing A Nation, realizado por John Pilger, revela a história da expulsão secreta de toda a população das ilhas de Chagos no Oceano Índico,  por sucessivos governos britânicos, para que a ilha principal, Diego Garcia, pudesse ser entregue aos Estados Unidos para estes construírem uma base militar importante. Foi a partir desta base que os aviões americanos atacaram o Iraque e Afeganistão.

Governos que se intitulam de civilizados, enganam e expulsam cidadãos da sua terra natal, para que esta possa ser entregue a um desses governos ditos civilizados e criminosos e lá construírem  uma base militar. Ministros, oficiais e até primeiro-ministro, finalizam a ação com uma campanha para esconder tal ato do resto do Mundo.

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Continuamos  a “fechar” os olhos perante estes crimes (os passados e os atuais).

Compactuamos e coabitamos sem quaisquer remorso, com constantes holocaustos  levados a cabos pelas nações imperialistas.  Por vezes quero acreditar que podemos ainda reverter o processo. Outras vezes, sinto que só se sucumbirmos como civilização e o Cosmos nos ofertar uma nova tentativa.

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2 comments on “Stealing A Nation – John Pilger

  1. maria celeste ramos
    23 de Janeiro de 2012

    Não conheço muita gente do meu convívio que se interessa pelo que quer que seja do que se passa no país e de que polícos e políticas há e que crítica fazer – nem querem ouvir falar – mas votam – eu que nada sei mas sei algo, penso que estas pessoas morrerão sem saber o que lhes aconteceu politicamente na vida e como eventualmente poderiam ser de facto, activos”, e imaginar que algo se pode e deve fazer – a indiferença cresce e os não votantes também – eu voto sempre e erro sempre até porque já era crescidinha quando me deram esse “direito” pela 1ª vez – 1975 – não ganhei nada com isso – mas voto já agora. Mas de todas as vezes só em 2012, e porque fiquei numa mesa de votar, percebi até que ponto é quase um acto solene, para cada um votar – velhos e em cadeirinha de rodas e de canadianas e o ar de profundo recolhimento e seriedade e só eu falava e outro membro para confirmar o nome do votante – de resto era silêncio – notável – tive de olhar os rostos um a um e foi impressionante – afinal só o votante é sério – nem os meus companheiros de mesa que pareciam fazer um trabalheco qualquer e vulgar e falaricaram demais e até riram e eu não achei graça nenhuma E nunca tinha visto rostos assim com aquela expressão – nem na Missa – e claro que não se tocou nos votos senão para os contar e enviar selados para o Governo Civil juntamente com os cadernos – o voto continuou de facto a ser secreto até aí – até aí – foi uma longa jornada desde as 7 da manhã às 2 da manhã seguinte – que maratona – mas adorei fazer tal trabalho – e gostaria de repetir a tarefa e claro que estavam representados na mesa, pessoas representantes de todos os partidos em votação -foi de facto solene -depois passa-se o que se passa e a seriedade acaba onde acabámos e começa o circo – depois aparecm os brincalhões

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  2. maria celeste ramos
    24 de Janeiro de 2012

    De facto penso que o cosmos dá e dará as oportunidades que lhe compte dar como deu a Revolução francesa que entendo ainda não foi cabada e muito menos levada até ao fim – há ciclos creio – liberdade, igualdade e fraternidade acho que não passámos ainda da Igualdade que, mesmo ainda não a havendo, é o que os povos do mediterâneo de Leste estão a tentar – matam-se ainda e são matados pela OTAN, mas já GRITAM indignação e lá vão andando – mas gritam como gritam os do Sara Ocidental e mesmo´noutros pontos de áfrica, o berço do Homem
    IGUALDADE andamos nós ainda a apregoar e a tentar até com o simples exemplo do direito universal à Saúde e Educação – lá vamos andando – FRATERNIDADE vamos experimentando em casa e no país quando as coisas apertam e quantos exenplos Portugal deu ao mundo e vai ainda dando mesmo com as alemanhas cruéis e que se julgam a moral fianceira ++ etc – dos USA nem falar já que quem deu cabo dos dinheiros foram eles (e a guerra em todo o planeta e os gases mostardas e bombas nucleres e de urºãnio empobrecido + etc – os maiores fabricantes de armas de guerra e até as crianças aos 7 anos t~em uma espingarda para atirar aos patos – a lei do cow boy) – os USA que se lixem ao acusaram os PIG se o Lehmos é deles e não nosso – a puta que os pariu – que nem fraternidade têm com os seus mais pobres e quem lhes dera terem o nosso esfanicado serviço nacional de saúde, pelo menos
    Assim a fraterniade começa a dar ares da sua graça aqui e ali – mas a revolução francesa no seu conteúdo profundo não se avista – é preciso não haver tanta cagança de Israel nem alemanha nem outras coisas nem serem os mandões do mundo pelas armas há que as cecinhas que lá estiverem eram europeias e não coboys
    Pois o mundo parece pelo menos no que já se afirma felizmente, global mas ainda há os predadores e predados e vamos ter a xina a xatiar – é tão difícil evoluir individualmente, e é lento mas mais anda é evoluir como grupo, como nação, mais ainda como continente e muito mais como grupo planetário- E a natureza dá os seus avisos – as baleias morrem na praia – os navios de crude são os mais velhos e rebentam e matam a vida do mar depois de se andar a matar os ecossistemas como o amazónia e agora os intertropicais com a explirção mais gananciosa – ou seja – a consciência do homem é demasiado curta e que o digam as mulheres do Afeganistão e Marrocos & outras – o mundo é um bébé que rompeu fronteiras como se irrompesse de um útero individual e individualista – falta tudo – falta CRESCER em aquisição de informação global e já temos a internet pelo menos, falta crescer em cultura e cultura e, por fim, em consciência individual primeiro para se olhar o mundo que não acaba no UMBIGO – o cosmos já deu muitos sinais pelo menos desde a 2ª metade do século XX – e dá todos os dias até porque é inverno no verão e verão na primavera, e mais sinais dará e até com maior aceleração – aliás veremos que deu sempre mas de que se viu apenas o que se podia ver – mas ao sairmos do nosso espaço de conforto e de olhar para o lado e não ver o que se passa algures, se olharmpos talvez possamos ver mais um bocadinho da nossa CASA comum e destino comum pois andamos todos com os pés nesta nave espacial a Terra, mesmo que haja quem queira “mudar de casa” para se alojar em Marte para deixar este deserto ecológico e humano em que a Terra se tornou pela mão não dos tsumamis (as nossas convulsóes individuais paralelas à do ser vivo planeta terra) e reparar com a inteligência que tanto se desenvolver – o tempo está a nosso favor – está sempre – o genoma humano é igual ao do macaco e de uma planta qualquer – por alguma razão é informação fundamental daa vida global de que somos um microcosmos com a burrice irreversível de Cavaco Silva e a grandeza de Mandela que nunca vai morrer – se lhe pudesse dar um nome diria que é mais um profecta que se calhar admiramos mas nem percebemos nas sua dimensão de mensageiro, ainda por cima negro – pois é temos de sempre olhar para trás para olhar para mais adeante

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This entry was posted on 23 de Janeiro de 2012 by in Afinal Quem é Terrorista?, Arquipélago de Chagos and tagged , , , .

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