A Arte da Omissao

A história dos Rothschild – Parte 3

Continuação da linha do tempo:

1811: A carta Constitutiva do banco de Rothschilds dos Estados Unidos perde a validade e o Congresso vota contra a sua renovação. Nathan Mayer Rothschild, nada divertido ameaça:

 “Ou a renovação da Carta Constitutiva é garantida, ou os Estados Unidos vão descobrir que estão envolvidos numa guerra grandemente desastrosa.” No entanto a carta não foi renovada, o que fez que Nathan Mayer Rothschild emitisse outra ameaça, “Ensinem a esses americanos insolentes uma lição. Tragam-nos de volta ao estado colonial.”

1812: Apoiados pelo dinheiro dos Rothschild e pelas ordens de Nathan Mayer Rothschild, os britânicos declaram guerra aos Estados Unidos.  Com esta guerra, Rothschild pretendeu aumentar a dívida dos Estados Unidos ao lutarem nela, de forma a que se rendessem aos Rothschilds e assim autorizarem a renovação da Carta Constitutiva para  que Rothschild fosse o proprietário do Banco dos Estados Unidos.

Mayer Amschel Rothschild morre. No seu testamento, ele regista as leis específicas que a casa de Rothschild tem de seguir: 

«» As posições-chave no negócio da família só podem ser ocupadas por membros da família.

«» Só membros da família  do sexo masculino são autorizados a participar no negócio dela, onde foi incluído o sexto filho bastardo secreto (é importante notar que Mayer Amschel Rothschild também teve cinco filhas, daí a expansão da dinastia sionista Rothschild sem o nome Rothschild ser muito grande e os judeus acreditam que a descendência mista de uma mãe judia é exclusivamente judaica).

«» Os primos de primeiro e segundo grau teriam que casar entre si para preservar a fortuna da família. (dos 18 casamentos dos netos de Mayer Amschel Rothschild, 16 foram entre primos de primeiro grau – uma prática conhecida hoje como consanguinidade).

«» Nenhuma acção legal dever ser tomado em relação do valor da herança.

«» O filho mais velho do filho mais velho ocupa o lugar de chefe da família (essa condição só poderia ser revogada se a maioria da família estivesse de acordo).

Nathan Mayer Rothschild foi eleito chefe da família após a morte de seu pai. Mayer Amschel Rothschild. Jacob (James) Mayer Rothschild vai para Paris e monta o banco Rothschild Frères.

Nasce Nathaniel Rothschild, filho do genro de Jacob (James) Mayer Rothschild,

1814: Para se saber o que aconteceu aos $3.000.000 que o Príncipe Guilherme IX de Hesse-Hanau tinha confiado a Mayer Amschel Rothschild por questões de segurança, passo a transcrever o que está escrito na  Enciclopédia judaica, edição 1905, volume 10, 494:

“Segundo a lenda, este dinheiro esteve escondido em barris de vinhos e escapou às buscas dos  soldados de Napoleão quando entraram em Frankfurt. Os barris foram restaurados, mantendo intacto o seu conteúdo em 1814, quando o eleito (Príncipe Guilherme IX de Hesse-Hanau) retornou ao eleitorado (Alemanha). Os fatos são pouco românticos mas eficientes.” Esta última linha indica que o dinheiro nunca foi devolvido por Rothschild a Prince William IX de Hesse-Hanau.

Mais se lê na enciclopédia:

“Nathan Mayer Rothschild investiu os $3.000.000 em ouro da Companhia das Índias Orientais, sabendo que poderia ser necessário para a campanha da Península do Wellington.” Com o dinheiro roubado, Nathan lucra nos seguintes negócios:

1) Venda do jornal de Wellington que comprou  a 50 centavos de dólar. 

2) Venda de ouro a Wellington 

3) na sua recompra

4)  encaminhar ouro para Portugal.” 

1815: Os cinco irmãos Rothschild trabalham para fornecer ouro ao exército de Wellington (através de Nathan na Inglaterra) e ao exército de Napoleão (através de Jacob na França) e assim dão início à sua política de financiamento aos dois lados das guerras. Os Rothschilds amam guerras porque são enormes geradores de dívida livre de risco. Assim é, porque elas são garantidos pelos próprios governos dos países, mais propriamente pelos esforços da população desses países, e não importa quem perde a guerra porque os empréstimos são dados sob a garantia de que o vencedor honrará as dívidas dos vencidos.

Embora os Rothschilds financiassem os dois lados nesta guerra,  usaram também os bancos espalhados por toda a Europa e  estabeleceram uma rede inigualável de serviço postal de rotas secretas e de serviços de entrega rápidos. Fazia parte desse serviço postal, a abertura da correspondência nos próprios correios, e os seus detalhes entregues aos Rothschilds. Desta forma estavam sempre um passo à frente em relação aos acontecimentos actuais da guerra.

Além disso, esses mensageiros de Rothschild eram os únicos comerciantes autorizados a passar pelos bloqueios inglês e francês. Foram eles que mantiveram Nathan Mayer Rothschild sempre actualizado sobre o andamento da guerra. Este conhecimento permitiu-lhe comprar e vender a partir da sua posição na bolsa de valores. Um dos mensageiros de Rothschild era um homem chamado Rothworth. Quando a batalha de Waterloo foi ganha pelos britânicos, Rothworth partiu de imediato e foi capaz de entregar a notícia a Nathan Mayer Rothschild,  24 horas antes do mensageiro do Wellington.

Nessa altura, os títulos britânicos eram chamados cônsules e foram negociados na bolsa de acções. Nathan Mayer Rothschild instruiu todos os seus trabalhadores para começarem a vender cônsules. Na bolsa, este movimento foi visto pelos outros comerciantes como um indicador que os britânicos tinham perdido a guerra, o que desencadeou que começassem a vender freneticamente. Os cônsules despencaram em valor e é quando Nathan Mayer Rothschild discretamente instruiu seus trabalhadores para comprarem todos os cônsules que pudessem. Quando chegaram as notícias  de que afinal os britânicos tinham ganho a guerra, os cônsules subiram para um nível ainda maior do que antes da guerra, deixando Nathan Mayer Rothschild com um retorno do seu investimento de cerca de 20 para 1.

Com esta acção de bluf, a família Rothschild ganhou o controle total da economia britânica, que com a derrota de Napoleão passou a ser o centro financeiro do mundo e forçou a Inglaterra a configurar um novo Banco de Inglaterra, agora controlado por Nathan Mayer Rothschild. Curiosamente 100 anos mais tarde, correu no New York Times uma história que afirmava que o neto do Nathan Mayer Rothschild tinha tentado obter uma ordem judicial para suprimir a publicação de um livro que relatava esses acontecimentos. A família Rothschild alegou que a história era falsa e caluniosa, mas o Tribunal negou o pedido de Rothschilds e ainda ordenou que a família pagasse todas as despesas judiciais.

Mas vamos de novo até 1815, ano em que Nathan Mayer Rothschild faz este famoso discurso:

“Não me importo que boneco seja colocado no trono da Inglaterra e que governe o Império em que o sol nunca se põe. O homem que controla o fornecimento da moeda britânica, controla o Império Britânico, e sou eu quem controla esse fornecimento.”

Os Rothschilds também utilizaram o controle do Banco da Inglaterra para substituir o método de transporte do ouro de país em país. Passaram a usar os seus bancos espalhados por toda a Europa e estabeleceram um sistema de débitos e créditos em papel:  o sistema bancário de hoje.  Até o final deste século, decorre o período de tempo conhecido como, “Age of the Rothschilds / Era dos Rothschilds” e estima-se que a família controlou metade da riqueza do mundo.

 

Fonte:  http://www.rense.com/general88/hist.htm 

A história dos Rothschild – Parte 4

A história dos Rothschild – Parte 1 

 – A história dos Rothschild – Parte 2

Advertisements

17 comments on “A história dos Rothschild – Parte 3

  1. maria celeste ramos
    11 de Junho de 2012

    E onde é que entram neste puzzle os Rosenthal ???

    Gostar

  2. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 4 « A Arte da Omissao

  3. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 2 « A Arte da Omissao

  4. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 5 « A Arte da Omissao

  5. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 6 « A Arte da Omissao

  6. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 7 « A Arte da Omissao

  7. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 8 « A Arte da Omissao

  8. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 9 « A Arte da Omissao

  9. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 10 « A Arte da Omissao

  10. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 11 « A Arte da Omissao

  11. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 12 « A Arte da Omissao

  12. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 13 « A Arte da Omissao

  13. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 14 « A Arte da Omissao

  14. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 15 « A Arte da Omissao

  15. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 10 | A Arte da Omissao

  16. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 14 | A Arte da Omissao

  17. Pingback: A história dos Rothschild – Parte 15 | A Arte da Omissao

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

Categorias

Faça perguntas aos membros do Parlamento Europeu sobre o acordo de comércio livre, planeado entre a UE e o Canadá (CETA). Vamos remover o secretismo em relação ao CETA e trazer a discussão para a esfera pública!

%d bloggers like this: