A Arte da Omissao

A história dos Rothschild – Parte 8

Continuação da linha do tempo:(1902)

1902: Nasce Philippe de Rothschild.

1905: Um grupo Rothschild apoiado por judeus sionistas liderados por Georgi Apollonovich Gapon, tenta derrubar o Czar da Rússia num golpe de estado comunista. Falham e são obrigados a fugir da Rússia para a Alemanha, única a dar-lhes refúgio.

Na Enciclopédia Judaica (Vol. 2, p.497), pode-se ler:

“Não deixa de ser um tanto curiosa a tentativa de se criar um concorrente católico para os Rothschilds, quando neste momento são os  guardiões do tesouro papal.” 

1906: Os Rothschilds vendem a sua companhia de petróleo do Mar Cáspio e  Mar Negro à Royal Dutch e Shell, alegando a crescente instabilidade na região e o aumento da concorrência Rockefeller (a família Rockefeller é descendente de Rothschild através de uma linhagem feminina), donos da Standard Oil. Este é outro exemplo de como os Rothschilds tentam esconder a sua verdadeira riqueza. 

1907: Jacob Schiff Rothschild, chefe da Kuhn, Loeb and co., adverte num discurso que deu na Câmara de Comércio de Nova York:

“A menos que tenhamos um Banco Central com um adequado controle dos recursos ao crédito, este país vai viver a mais grave situação financeira de toda a sua história.”

De repente a América encontra-se no meio de outra crise financeira, típico remoinho engendrado pelos Rothschilds, o qual como de costume, arruína a vida de milhões de pessoas inocentes por toda a América e angaria bilhões para a família.

1909: Jacob Schiff funda o National Advancement for the Association of the Colored People (NAACP). Esta associação destina-se a incitar o povo negro a saquear e a outras formas de desordem, com o fim de causar uma brecha entre as comunidades pretas e brancas. O historiador judeu, Howard Sachar, afirma o seguinte no seu livro, “The History of the Jews in America”:

“Em 1914, o professor Joel Spingarn  da Universidade de Columbia tornou-se presidente da NAACP e recrutou para o seu Conselho líderes judaicos como Jacob Schiff, Jacob Billikopf e rabino Stephen Wise.”

Outros co-fundadores judeus Ashkenazi, incluíam Julius Rosenthal, Lillian Wald e o rabino Emil G. Hirsch. A NAACP, em 1920 nomeou o seu primeiro presidente negro, James Weldon Johnson.

Maurice de Rothschild casa com Noémie Halphen, judia Ashkenazi.

1911: Werner Sombart, no seu livro, ” The Jews and Modern Capitalism,” declarou que a partir de 1820, se vivia a:

“Era Rothschild,” e concluiu que havia, “apenas um poder na Europa e esse poder é Rothschild.”

1912: Na edição de Dezembro da revista “Truth”,  George R. Conroy afirma que o banqueiro Jacob Schiff,

“é o chefe do grande banco privado, Kuhn, Loeb, and co, que representa os interesses de Rothschild deste lado do Atlântico. Ele tem sido descrito como um estratega financeiro e tem sido há anos o ministro financeiro do grande poder impessoal conhecido como Standard Oil. Jacob Schiff, tem estado de mãos dadas com os Harrimans, os Goulds e Rockefellers em todas as suas empresas de caminhos de ferro e tornou-se um poder dominante em ferrovias e no poder financeiro da América”.

 1913: A 4 de Março, Woodrow Wilson é eleito o 28º Presidente dos Estados Unidos.

Pouco tempo depois é visitado por um judeu Ashkenazi, Samuel Untermyer, do escritório de advocacia Guggenheim, Untermyer and Marshall. Samuel faz chantagem com o Presidente em US $40.000, devido a uma relação amorosa que Wilson tinha tido quando  professor na Universidade de Princeton, com a esposa de um colega.

O Presidente Wilson não tem esse dinheiro. Então Untermyer voluntaria-se para pagar os $40.000 do seu próprio bolso à mulher do romance  do presidente, na condição de este prometer nomear, na primeira vaga do Supremo Tribunal dos Estados Unidos, um candidato recomendado ao Presidente Wilson pelo escritório de advocacia, Untermyer. Wilson concorda com isso.

Jacob Schiff forma o Anti Defamation League (ADL) nos Estados Unidos. Esta organização tem como objectivo difamar quem questione ou desafie a conspiração global Rothschild como “anti-semita”.

Estranhamente, no mesmo ano também criam o seu último e actual Banco Central nos Estados Unidos, Federal Reserve (Reserva Federal).  O congressista Charles Lindbergh declarou na sequência da aprovação a 23 de Dezembro:

“A lei estabelece a mais gigantesca confiança que existe ao cima da terra. Quando o presidente a assinar, o governo invisível do poder monetário irá ser legalizado….O maior crime de todos os tempos vai ser perpetuado por esta lei.” (1)

É importante notar que a Reserva Federal é uma empresa privada, nem Federal é nem tem reservas. Estima-se que os seus lucros sejam superiores a US $150 bilhões por ano. A Federal Reserve nunca publicou  a sua contabilidade.

1914: Dá-se o início da Primeira Guerra Mundial. Nesta guerra, os Rothschilds da Alemanha emprestam dinheiro aos alemães, os Rothschilds britânicos emprestam dinheiro aos britânicos e os Rothschilds franceses emprestam dinheiro aos franceses. Os Rothschilds tem o controlo das três maiores agências de notícias europeias, Wolff na Alemanha,  Reuters na Inglaterra e Havas na França. A agência Wolff é usada para manipular o povo alemão para o fervor da guerra.

De volta a esse tempo, os Rothschilds são raramente relatados nos meios de comunicação, sendo eles os próprios donos dos meios de comunicação.

1916: A 4 de Junho, o judeu Ashkenazi, Louis Dembitz Brandeis é nomeado para o Supremo Tribunal dos Estados Unidos pelo Presidente Wilson, como pagamento acordado pela chantagem de Samuel Untermyer, cerca de três anos atrás. Justice Brandeis é também  líder eleito do Comité Executivo para Assuntos Sionistas, cargo que detém desde 1914.

Está-se a  meio da Primeira Guerra Mundial.  A Alemanha estava a ganhá-la, pois estava a ser mais  financiada pelos Rothschilds do que a França, Itália e Inglaterra. Os Rothschilds, não querem  apoiar o Czar da Rússia e este estava do mesmo lado que a França, Itália e Inglaterra.

Ocorre então um evento significativo.  A Alemanha, embora estivesse a ganhar a guerra sem um soldado estrangeiro ter  colocado os seus pés no seu solo, oferece o armistício à Grã-Bretanha sem necessidade de reparações. Os Rothschilds  ansiosos para se certificarem que tal não tinha acontecido e como tinham planeado ganhar muito dinheiro  com esta guerra, tiram uma carta da manga.

Enquanto os britânicos estavam a considerar a oferta da Alemanha, Louis Brandeis, agente Rothschild, envia uma delegação sionista da América à Grã-Bretanha a promete trazer a América para o lado britânico, desde que os britânicos concordam em dar a terra da Palestina aos Rothschilds.

Os Rothschilds queriam a Palestina pelo seguinte motivo. Eles tinham grandes interesses comerciais no Extremo Oriente. Desejavam ter o seu próprio estado nessa área juntamente com suas próprias forças armadas, que poderiam ser usadas como força agressora a qualquer Estado que ameaçasse os seus interesses.

Os britânicos concordam posteriormente com o negócio da Palestina e os Sionistas em Londres, entram em contacto com seus homólogos nos Estados Unidos a informá-los dessa decisão. De repente, todos os principais jornais da América, que tinham sido pró-Alemanha, começam a publicar peças de propaganda, tais como: soldados alemães matam enfermeiras da Cruz Vermelha; Soldados alemães cortam mãos de bebés, com o fim de manipular o público americano contra os alemães. (2)

Neste mesmo ano, o Presidente Woodrow Wilson, corre uma campanha de reeleição, sob o lema “reeleger o homem que manterá vossos filhos fora da guerra.”

A 12 de Dezembro, a Alemanha e seus aliados oferecem termos de paz para pôr fim à guerra.

1917: Como resultado da oferta de paz da Alemanha, a máquina de guerra Rothschild entra em marcha acelerada na América. Espalha propaganda que obriga o Presidente Wilson sob as instruções do líder sionista americano e líder do Supremo Tribunal de Justiça, Louis Dembitz Brandeis, a renegar a promessa feita ao seu eleitorado e no dia 6 de Abril a América entra na 1ª guerra mundial.  (3)

De acordo com a promessa do sionista Rothschild aos britânicos, que consistia em levar a América para a guerra, os primeiros decidiram querer que os britânicos por escrito provassem que iriam manter a sua parte do acordo. O secretário britânico dos negócios estrangeiros, Arthur James Balfour, redige então uma carta que é comumente conhecida como a “Declaração Balfour”, reproduzida a seguir:

2 de Novembro de 1917

 Prezado Lord Rothschild,

Tenho muito prazer em transmitir-lhe, em nome do governo de sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia com as aspirações judaico sionistas, apresentada e aprovada, pelo Conselho de Ministros.

O Governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu e irá usar os seus melhores esforços para facilitar a realização deste objecto, que seja claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das Comunidades não-judaicas na Palestina, ou os direitos e estatuto político usufruídos pelos judeus em qualquer outro país.

Agradeceria se levasse esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista.

Seu sinceramente,

Arthur James Balfour

Os Rothschilds ordenam aos bolcheviques que controlam, a execução do Czar Nicolau II e toda a sua família na Rússia, ainda que o czar tivesse abdicado a 2 de Março.  Esta execução pretende obter o controlo do país mas é também um acto de vingança pelo bloqueio de Czar Alexandre I ao plano Rothschild de governação mundial em 1815 no Congresso de Viena,  e pela aliança de Czar Alexandre II com o presidente Abraham Lincoln em 1864.  É extremamente importante para os Rothschilds abaterem toda a família do Czar, incluindo mulheres e crianças, como forma de fazer jus à promessa feita por Nathan Mayer Rothschild em 1815. Ela é projectada para mostrar ao mundo o que acontece quando se tenta atravessar à frentes dos Rothschilds.

O congressista Oscar Callaway,  informa o Congresso que o banco J. P. Morgan é uma frente Rothschild e que já tomou o controlo da indústria dos meios de comunicação americanos. Afirma:

“Em Março de 1915, os interesses de JP Morgan – aço, construção naval  e suas organizações subsidiárias, reuniram com 12 homens de topo do mundo da comunicação e empregaram-nos para seleccionar os jornais mais influentes nos Estados Unidos e em número suficiente para poderem controlar globalmente a política da imprensa diária. Descobriram ser apenas necessário adquirir o controlo de 25 dos maiores  jornais. O acordo foi alcançado. A política dos jornais foi comprada,  paga mensalmente, um editor foi fornecido para cada jornal, para adequadamente supervisionar e editar as informações sobre as questões de preparação, militarismo, condições financeiras e outras coisas de natureza, nacional e internacional, considerada vital para os interesses dos seus clientes compradores” (4)

Fonte:  http://www.rense.com/general88/hist.htm 

A história dos Rothschild – Parte 9

A história dos Rothschild – Parte 1  – A história dos Rothschild – Parte 2  –   A história dos Rothschild – Parte3 

A história dos Rothschild – Parte 4 –  A história dos Rothschild – Parte 5   –  A história dos Rothschild – Parte 6

A história dos Rothschild – Parte 7

Meus comentários:

 (1) – Ups! Governo Invisível! Cheira-me a teoria de conspiração.

 (2) – Não vos lembra nada?  Iraque, Síria, Líbia…!

 (3) – Dinheiro e Sexo. Armas sobejamente usadas também nos nosso dias, para a gestão de interesses. A classe política sem ideais é assim manipulada e “aprisionada”. A vida para alguns passa-lhes mesmo ao lado, pois nada aprendem.

 (4) –Técnica altamente aperfeiçoada ao longo do tempo. Torna-se fácil de ver a relação directa entre os  agentes de comunicação e a vida de uma sociedade como um todo e também ver porque é tão importante destruir a Internet como meio de comunicação livre que é. 

Links, realces de frases  e comentários com esta cor  são da minha responsabilidade

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14 comments on “A história dos Rothschild – Parte 8

  1. M. Cezar
    24 de Junho de 2012

    “(4) porque é tão importante destruir a Internet como meio de comunicação livre que é.”

    Grande verdade! E desta maneira, farão nos voltar à estaca zero: Não queira saber das conspirações que rondam este planeta, ao invés disso, assista… Big Brother. Não é mesmo?!

    Agora, o ponto crucial foi o facto de eles terem declarado definitivamente guerra aos Czares Russos devido a se aliarem a Lincoln. Porém, hoje, a China também é a maior aliada da Russia, estaria esta na mira dos Rothschilds também??

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    • Marilda Oliveira
      21 de Janeiro de 2014

      Não resta dúvida que sim. Veja com o fim da U.Sovietica, o comunista Fidel Castro dá continuidade no Brasil com Lula da Silva e as FARCs, do Foro de São Paulo que nada mais é que a continuação da doutrina de Lênim/Stalim, financiada pelos Rothschild. No Brasil os Rothschild privatizaram tudo, eliminaram o estadista Getúlio Vargas, tentam desmoralizar as FFAA, e elegeu os candidatos civis, todos entreguistas. Porque hoje existe o BRICS, é fácil de entender: Os EUA com a fachada de democrata é manipulado pelos sionistas, a intenção dos Rothschild é implantar no mundo, o comunismo dos mais ricos.

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      • urantiapt
        21 de Janeiro de 2014

        Para não falar no Banco Central Europeu

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  11. Marcelo
    25 de Abril de 2016

    E a igreja católica em meio a tudo isso? Não estava sabendo, estava junto?

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