A Arte da Omissao

A história dos Rothschild – Parte 9

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Continuação da linha do tempo:(1915)

O congressista Oscar Callaway,  informa o Congresso que o banco J. P. Morgan é uma frente Rothschild e que já tomou o controlo da indústria dos meios de comunicação americanos. Afirma:

“Em Março de 1915, os interesses do JP Morgan, aço, construção naval  e suas organizações subsidiárias, reuniram 12 homens de topo do mundo da comunicação e empregaram-nos para seleccionarem os jornais mais influentes nos Estados Unidos e em número suficiente para poderem controlar globalmente a política da imprensa diária… Descobriram ser apenas necessário adquirir o controlo  de 25 dos maiores  jornais… O acordo foi alcançado. A política dos jornais foi comprada,  é paga mensalmente, um editor foi fornecido para cada jornal, para adequadamente supervisionar e editar as informações sobre as questões de militarismo, condições financeiras e outras coisas de natureza nacional e internacional consideradas vitais para os interesses dos seus compradores”

 

1919: Em Janeiro, Karl Liebknecht e Rosa Luxemburgo, ambos judeus Ashkenazi, são mortos na tentativa de colocarem em pratica outro golpe comunista com a chancela financeira dos Rothschild, mas desta vez em Berlim, Alemanha. A Conferência de Paz de Versalhes é realizada para decidir que reparações os alemães têm de pagar aos vencedores, após o fim da primeira Guerra Mundial. Uma delegação de 117 sionistas liderados por Bernard Baruch, um judeu Ashkenazi,  traz  o assunto da promessa da Palestina para eles. Neste momento os alemães perceberam o porquê da América se ter virado contra eles sob a influência dos Rothschilds.

 

Os alemães, naturalmente, sentiram que tinham sido traídos pelos sionistas. Isto ocorre porque, na altura em que os Rothschilds fizeram o acordo com Grã-Bretanha acerca da Palestina, em troca de trazer a América para guerra, a Alemanha era o país mais amigável dos judeus, na verdade o Édito da Emancipação Alemã de 1822, garantiu a todos os judeus os mesmos direitos civis usufruídos pelos alemães.

Além disso, a Alemanha foi o único país da Europa que não colocou restrições sobre os judeus, dando-lhes mesmo refúgio quando tiveram de fugir da Rússia, após o falhanço da primeira tentativa do golpe comunista  em 1905.

Mesmo assim, os Rothschilds cumpriram a sua parte do acordo, que era derramar o sangue de milhões de inocentes, a Palestina é confirmada como pátria judaica, e enquanto a sua transferência para os Rothschilds se realiza, permanece sob o controle da Grã-Bretanha, sendo esta por sua vez também controlada por eles. Naquele momento, menos de um por cento da população da Palestina era judia. Curiosamente, o anfitrião da Conferência de Paz de Versailles é o seu chefe, o barão Edmond de Rothschild.

A Conferência de Paz de Versalhes é usada também como uma tentativa dos  Rothschilds para criarem o tal governo mundial, sob o pretexto de acabar com todas as guerras (que eles criam). Esse “governo”  foi chamado de “Liga das Nações”. Felizmente nem todos os países a aceitaram, acabando por sucumbir.

No dia 29 de Março, O Times de Londres reporta sobre os bolcheviques na Rússia:

“Uma das curiosas características do movimento bolchevique é a alta percentagem de elementos não russos entre seus líderes. Dos vinte ou trinta comissários, ou líderes, que fornecem a maquinaria central do movimento bolchevique, os judeus estão na fasquia dos  75%.”

É reportado que os Rothschilds estavam irritados com os russos porque eles não estavam dispostos a permitir-lhes a formação de um banco central dentro da sua nação. Organizaram-se vários grupos de espiões judeus que foram enviados para a Rússia, para angariarem suporte para uma revolução para o benefício do homem comum, mas que na verdade era uma aquisição da Rússia por uma elite satânica controlada pelos Rothschilds. A estes espiões judeus foram dados nomes russos. Por exemplo, Trotsky foi um membro do primeiro grupo e o seu nome original era Bronstein. Estes grupos foram enviados para várias áreas da Rússia para incitarem motins e rebelião.

O Jewish Post edição internacional, na semana que terminou a 24 de Janeiro de 1991, confirma que Lenine era judeu. Lenine está também no registo como tendo afirmado:

A criação de um banco central é nacionalizar 90% de uma nação.”

Estes judeus, bolcheviques financiados pelos Rothschild iriam ao longo da história abater 60 milhões de cristãos e não judeus no território controlado na Soviética. Na verdade o autor Aleksandr Solzhenitsyn no seu trabalho, ” Gulag Archipelago, Vol 2,” afirma que os judeus sionistas criaram e administraram o sistema dos campos de concentração soviéticos, nos quais  dezenas de milhões de cristãos e não-judeus morreram.  Na página 79 do livro ele nomeia os administradores da maior máquina de matar da história do mundo. Eles são Aron Solts, Yakov Rappoport, Lazar Kogan, Matvei Berman, Genrikh Yagoda e Naftaly Frenkel. Todos seis são judeus sionistas. Em 1970 Solzhenitsyn receberia o Nobel da literatura.

A N. M. Rothschild & Sons é dado o papel permanente de  fixar o preço diário de ouro no mundo. Isto acontece nos escritórios de Londres, diariamente às 11h00 horas, na mesma sala até 2004.

1920: Winston Churchill, (cuja mãe Jenny (Jacobson) Jerome era judia), o que significa que segundo a lei Ashkenazi é judeu, devido ao facto da sua mãe judia,  escreve um artigo no Herald de domingo, datado de 8 de Fevereiro:

“Desde os dias do líder Illuminati Weishaupt aos de Karl Marx e de Trotsky, esta conspiração mundial tem vindo a crescer. E agora, este bando de personalidades extraordinárias do submundo das grandes cidades da Europa e América, dominam  o povo russo pelos cabelos e tornam-se os mestres indiscutíveis do enorme império.”

1921: Sob ordens de Jacob Schiff, é fundado o Council of Foreign Relations (CFR) pelos judeus Asquenaze, Bernard Baruch e o coronel Edward Mandell House. Schiff deu as suas ordens um ano antes da sua morte, em 1920, pois sabia ser necessária uma organização na América  que seleccionasse os políticos que iriam continuar a conspiração dos Rothschild. A formação do CFR foi no entanto acordada anteriormente, numa reunião a 30 de Maio de 1919 no Hotel Majestic em Paris, França. No seu inicio, existiam cerca de 1000 membros no Estados Unidos. Esta associação incluía virtualmente os responsáveis de todos os impérios industriais dos Estados Unidos, todos os banqueiros internacionais sediados na América e os responsáveis das suas fundações isentas de taxas. Em essência, todas aquelas pessoas que forneceriam o capital necessário para quem desejasse concorrer ao Congresso, ao Senado ou à Presidência.

A primeira tarefa do CFR foi ganhar o controlo da imprensa. Foi dada a John D. Rockefeller, que criou uma série de revistas nacionais, como a LIFE e o Time. Rockefeller financiou também Samuel Newhouse para comprar e estabelecer uma cadeia de jornais em todo o país, e também Eugene Meyer que iria comprar muitas outras publicações, como o Washington Post,  Newsweek e a revista The Weekly. O CFR também necessitava controlar a rádio, televisão e cinema. Esta tarefa foi dividida entre os banqueiros internacionais  Kuhn Loeb, Goldman Sachs, os Warburgs e  Lehmanns.

1925: A Enciclopédia Judaica deste ano, refere a existência de judeus Ashkenazi (que representam cerca de 90% do  mundo chamado de Jewry (O povo judeu colectivamente – Ndt)), com a surpreendente admissão do tão conhecido inimigo dos judeus, Esaú (também conhecido como Edom, veja Génesis 36:1), e que agora representa a raça judaica, quando na página 42 do Volume V é indicado:

“Edom está no judaísmo moderno”.

Então, o  que basicamente dizem é que esses judeus Ashkenazi, que representam 90% da população judaica, são na verdade não israelitas ou não judeus.

1926N. M. Rothschild & Sons refinancia a Underground Electric Railways Company Ltd de Londres, que por sua vez tem uma participação de controlo em todo o sistema de transportes subterrâneos de Londres. 

Nasce Edmond de Rothschild, filho de Maurice de Rothschild.

1929: Os Rothschilds geram um crash na economia dos Estados Unidos ao contraírem a oferta de dinheiro.

1930: O primeiro banco mundial Rothschild, o “Bank for International Settlements (BIS),” é estabelecido em Basileia, Suíça. No mesmo local onde 33 anos antes foi realizado o  primeiro Congresso sionista do mundo.

1933: A 30 de Janeiro, Adolf Hitler torna-se Chanceler da Alemanha. Ele expulsa judeus, muitos dos quais eram comunistas fora de posições governamentais na Alemanha. Em resposta, em Julho os judeus realizam uma conferência mundial em Amesterdão, durante a qual exigem que Hitler reintegre cada judeu de volta à sua antiga posição.

Hitler recusa e como resposta, Samuel Untermyer, judeu Ashkenazi que chantageou o Presidente Wilson, e é agora o chefe da delegação americana e Presidente de toda a conferência, regressa aos Estados Unidos e faz um discurso narádio. O discurso foi transcrito no The New York Times do dia 7 de Agosto de 1933. Nele, Samuel Untermyer fez as seguintes declarações:

“.. os judeus são os aristocratas do mundo…A nossa campanha é… o boicote económico a todos os bens dos alemães, transportes e serviços… O que propomos… processar um boicote económico puramente defensivo que irá minar o regime de Hitler e que trará a sensatez de novo ao povo alemão, ao destruir o seu comércio de exportação, do qual tanto dependem……Cada um de vocês, judeu e gentio… deve recusar-se a lidar com qualquer comerciante ou lojista que venda mercadorias produzidas na Alemanha ou que patrocine  o transporte com navios alemães. ” (o veneno está lançado -Ndt)

Como dois terços do abastecimento de alimentos da Alemanha tinha de ser importado e só poderia ser feito com o rendimento obtido das exportações, se a Alemanha não pudesse exportar, dois terços da sua população morreria de fome, pois não haveria comida suficiente para mais de um terço dela. Como resultado deste boicote, os judeus de toda a América, protestam e danificam todas as lojas em que encontram produtos impressos com, “Made in Germany,” obrigando as lojas a despejá-los e a correrem o risco de falência.

Logo que os efeitos deste boicote começaram a sentir-se na Alemanha, os alemães, que até então não tinham demonstrado nenhuma violência contra os judeus, simplesmente começaram a boicotar as lojas judaicas da mesma forma que os judeus tinham feito às  lojas que vendiam produtos alemães na América.

Rothschild financiou a IBM,  forneceu máquinas que produziam cartões perfurados aos nazistas e que os  iriam ajudar a organizar e gerir a identificação inicial e social, a quando da expulsão dos judeus, da confiscação das suas propriedade e do seu extermínio.  (é doentia a “convivência” dos governos mundiais com estes assassinos – ndt)

A 16 de Novembro, o Presidente Roosevelt reconhece o regime sionista de Staline na Rússia sem consultar o Congresso e com 8.000 ucranianos a marchar em protesto em Nova York.

Também este ano, Roosevelt, que por ser nascido de mãe judia e de acordo com as regras Ashkenazi era judeu, ordenou que o olho que tudo vê, fosse colocado nas notas de dólar junto com o lema, “Novus Ordo Seclorum”.

 

1934: As leis sobre o sigilo bancário na Suiça são reformadas e passa a ser delito passível de prisão,  para qualquer empregado bancário que o viole. Medidas Rothschild de preparação para a segunda guerra mundial, em que ambos os lados mais uma vez são financiados por quem a arquitecta.

Morre Edmond de Rothschild.

Fonte:  http://www.rense.com/general88/hist.htm 

A história dos Rothschild – Parte 10

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A história dos Rothschild – Parte 4 –  A história dos Rothschild – Parte 5   –  A história dos Rothschild – Parte 6

A história dos Rothschild – Parte 7 – A história dos Rothschild – Parte 8

 

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11 comments on “A história dos Rothschild – Parte 9

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  2. M. Cezar
    25 de Junho de 2012

    Mas o mais triste é isso, não é possível que os historiadores de todo o mundo não saibam destas conspirações, e porque então não as revelam? Por acaso seria medo? Ora, os Rothschilds não podem matar todo mundo o tempo todo!

    E o que mais me impressiona é o facto de os norte-americanos saberem de tudo isso e nada fazerem a respeito. Não é possível que a população estadunidense não saiba destes esquemas, se nós sabemos! E mesmo que não façam nada a fim de financiar toda essa filantropia Illuminati, como se tivessem alguma posição vantajosa prometida por esses asquenazes, não existe vantagem nenhuma nisso! Eu arrisco a dizer que a elite da família Rothschild, quando tudo terminar como eles desejam, vão arrumar um jeito de excluir um a um aqueles que não passaram de peões para a conquista do sucesso.

    Eu diria que na Europa seria meio difícil, mas o Estados Unidos seria a peça chave para o combate contra os Rothschild, mas ao invés disso toda a elite norte-americana prefere se entregar e fazer parte de todo esse esquema Illuminati.
    Ou todos os governantes estão em total débito com esses judeus, ou existe muita poeira de baixo desse tapete que ainda não fazemos ideia!

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  10. Tatily Moraes
    26 de Abril de 2015

    Quando estudei a 1ª Guerra Mundial eu achei tão confuso e banal o motivo p/ a guerra. Lia q o estopim fora o assassinato do arquiduque Francisco Fernando da Áustria e não me convencia, quando comparava isso ao motivo da 2ª Guerra, muito mais sério… está explicado!
    O pior é que acompanhando essa timeline dos Rothschild, percebe-se a lógica da coisa e como tudo isso se encaixa como a ultima peça de um quebra-cabeça da História Ocidental.
    M. Cezar, tudo isso é revelado (até pela Bíblia), como outras coisas horríveis feitas pelos Illuminati, porém, quando não matam quem se volta contra eles, os faz cair em descrédito. Os donos do poder desviam nossa mente daquilo que é verdadeiro e p/ tanto usam a nomenclatura ‘teoria de conspiração’ p/ parecer piada.

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