A Arte da Omissao

A história dos Rothschild – Parte 10

Continuação da linha do tempo:(1934)

1934: As leis sobre o sigilo bancário na Suiça são reformadas e passa a ser delito passível de  prisão,  para qualquer empregado bancário que a viole. Medidas Rothschild de preparação para a segunda guerra mundial, em que ambos os lados mais uma vez são financiados por quem a arquitecta.

Morre Edmond de Rothschild.

1936: No que se refere ao aumento do anti-semitismo na Alemanha, Samuel Landman (na época, Secretário da Organização Mundial Sionista), refere no seu livro de 1936, “Great Britain, The Jews, and Palestine”, o que se pensava acerca  da entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial:

“O fato de ter sido com ajuda judaica que os EUA entraram na 1ª grande guerra mundial ao lado dos Aliados, irritou desde então a Alemanha e em especial as mentes nazis, para além de ter contribuído em grande medida para a proeminência que o anti-semitismo ocupa no programa nazi.”

1938: A 7 de Novembro, um judeu de nome Herschel Grynszpan, assassinou Ernst vom Rath, um oficial menor na embaixada alemã em Paris (mais uma semente de ódio plantada-NdT). Como resultado deste evento, a hostilidade alemã contra os judeus na Alemanha começou a ser violenta. O banco Rothschilds austríaco em Viena, S. M. von Rothschild und Söhne, fecha após a ocupação nazi da Áustria. 

1939: I.G. Farben, líder mundial na produção de produtos químicos e o maior produtor alemão de aço aumenta drasticamente a sua produção. Este aumento é usado quase exclusivamente para armar a Alemanha para a Segunda Guerra Mundial. I.G. Farben era controlada pelos Rothschilds e iria usar os judeus e outras pessoas descontentes, como escravos nos campos de concentração. I.G. Farben também criou o gás letal Zyklon B  usado para exterminar os judeus.

A 1 de Setembro, começa a Segunda Guerra Mundial com a invasão da Alemanha à Polónia. A  escolha da Polónia reside no facto da liderança alemã ser uma liderança cristã, que entendeu que a Rússia Soviética era liderada por comunistas financiados por Rothschild e temiam que, com a União Soviética a crescer em força, esses judeus comunistas invadissem e limpassem todos os cristãos do mapa.

1940: Hansjurgen Koehler, no seu livro, “Inside The Gestapo”, refere-se a Maria Anna Schicklgruber, avó de Adolf Hitle:

“Uma pequena servente chega a Viena e vai como criada doméstica para a mansão Rothschild.”

Esta ideia é apoiada por Walter Langer, que no seu livro, “The Mind Of Hitler”, afirma:

“o pai de Adolf,  Alois Hitler, era o filho ilegítimo de Maria Anna Schicklgruber. Maria Anna Schicklgruber vivia em Viena, no momento em que  deu à luz. Naquele tempo era uma criada na casa do Barão Rothschild. Logo que a família descobriu a sua gravidez enviaram-na de volta para casa onde nasceu Alois.”

A primeira vista, parece pouco provável que Hitler fosse um Rothschild, mas novamente quando se descobre os benefícios financeiros e políticos que  retiraram desta guerra, a ligação deixa de parecer assim tão estranha.

1941: Presidente Roosevelt leva a América para a Segunda Guerra Mundial e recusa-se vender sucata de aço ou óleo ao Japão,  que estava no meio de uma guerra contra a China e sem esses materiais seria incapaz de a continuar, pois era totalmente dependente dos Estados Unidos. Roosevelt sabia que esta atitude provocaria um ataque japonês à América, que acabou por acontecer mais tarde em Pearl Harbor.

1942: Prescott Bush, pai do futuros presidentes Americanos,  George Herbert Walker e de George W, vê a  empresa ser apreendida com base na lei, “Trading With The Enemy“. Enquanto os soldados americanos eram mortos por soldados alemães, Prescott financiava Hitler a partir da América.

Os Judeus também são abatidos por esses mesmos soldados. Curiosamente a ADL nunca criticou qualquer dos Bushes por isto.

1943: No dia 18 de Fevereiro, o sionista Izaak Greenbaum, chefe do Jewish Agency Rescue Committee, diz num discurso no Conselho Executivo Sionista:

“Se me perguntassem se poderia dar a partir da UJA (United Jewish Appeal) verbas para resgatar judeus, eu diria, não e mais uma vez não!” … “uma vaca na Palestina vale mais do que todos os judeus na Polónia!

Isto não é surpresa. A ideia de apoiar os sionistas para a matança de judeus inocentes foi para assustar os sobreviventes a acreditarem que o único lugar seguro para eles seria Israel.  Como acha você que os sionistas poderiam garantir a saída dos judeus das cidades europeias em que viviam a fim de se estabelecerem num deserto!

1944: A 6 de Novembro,  Lord Moyne, ministro britânico residente no Médio Oriente foi assassinado no Cairo por dois membros do grupo terrorista judeu, Stern Gang, liderado pelo que iria ser o futuro primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Shamir. Este, foi também responsável pela tentativa de assassinato de Harold MacMichael,  Alto Comissário do Mandato Britânico na Palestina, neste mesmo ano.

Curiosamente ainda em 1944, Yitzhak engendrou outro bem sucedido assassinato contra o representante das Nações Unidas no Médio Oriente, o conde Folke Bernadotte, o qual, embora tenha garantido a libertação de 21.000 prisioneiros de campos alemães durante a Segunda Guerra Mundial, era visto por Yitzak Shamir e seus colaboradores terroristas como um anti-sionista.

Em Bretton Woods, New Hampshire, abrem  mais dois bancos Rothschild. O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.

1945: Termina a Segunda Guerra Mundial. Os julgamentos de guerra realizados para investigar crimes Nazis,  censuraram qualquer material que contivesse registos da ajuda do Ocidente a Hitler.

Os Rothschilds deram mais um passo gigante para atingirem a sua meta para dominar o mundo, ao ser instituída neste ano as “Nações Unidas”.

1946: No dia 22 de Julho o judeu Ashkenazi, David Ben-Gurion, (futuro primeiro-ministro de Israel ) dá ordens a outro judeu Ashkenazi, Menachem Begin (também futuro primeiro-ministro de Israel) para realizar um ataque terrorista ao hotel King David na Palestina, numa tentativa de  expulsar os ingleses. Foram mortas 91 pessoas, sendo a maioria civis: 28 britânicos, 41 Árabes, 17 Judeus 5 outros. Cerca de 45 pessoas são feridas.

Menachem Begin passou orgulhosamente a proclamar-se como, “the father of modern terrorism“. Para colocarmos a gravidade do ataque ao hotel  em perspectiva, esta acção terrorista foi na época a que mais mortes provocou, tendo sido superada apenas quarenta anos mais tarde, pelo bombardeamento do voo 103 sobre Lockerbie.

1947: O britânico que, antes da 2ª Guerra Mundial,  tinha declarado que não haveria mais imigração de judeus para a Palestina, para poder proteger os palestinos dos seus actos de terror contra eles e contra soldados britânicos, transfere o controlo da Palestina para as Nações Unidas, que resolve dividir a Palestina em dois Estados, o estado sionista e o estado árabe, ficando Jerusalém como uma zona internacional para poder ser apreciada por todos os credos religiosos.

Esta transferência foi agendada para o dia 15 de Maio de 1948. As Nações Unidas não tinham o direito a dar propriedade árabe a ninguém, mesmo que naquela época, os judeus possuíssem 6% da Palestina, a resolução 181, concedeu aos judeus 57% da terra, deixando os árabes que, na época, tinham 94% com apenas 43%.

Informações recebidas pela ADL sobre as suas operações de espionagem a cidadãos americanos, são usadas pela House Select Committee on Unamerican Activities. O Presidente da subcomissão, Clare Hoffman, rejeita os relatórios da ADL, por serem suspeitos de serem comunistas.

1948: Na Primavera deste ano, os Rothschilds subornam o Presidente Harry S. Truman (33º Presidente dos Estados Unidos 1945-­1953) para este reconhecer Israel (Rothschild era dono do território sionista mas não do Judeu) como  Estado Soberano, com  US $2.000.000 para a sua campanha.

O Estado de Israel é declarado Estado Soberano Judeu na Palestina e, passada meia hora o presidente Truman declarou que  foram os Estados Unidos a  primeira nação estrangeira a o reconhecer.

A bandeira de Israel é revelada, apesar da enorme oposição ao emblema nela contido, ser a versão azul do símbolo Rothschild, (hexagrama vermelho ou sinal).

Isto irrita muitos judeus que percebem de imediato que o hexagrama foi usado por  religiões misteriosas antigas, como o símbolo de “Moloch”, (descrito como um demónio do sacrifício e curiosamente  é também o nome da coruja que a elite venera no Bohemian Grove) e, “Astaroth”, (descrito como o Lord Tesoureiro do Inferno).

Fonte:  http://www.rense.com/general88/hist.htm 

A história dos Rothschild – Parte 11

A história dos Rothschild – Parte 1  – A história dos Rothschild – Parte 2  –   A história dos Rothschild – Parte3 

A história dos Rothschild – Parte 4 –  A história dos Rothschild – Parte 5   –  A história dos Rothschild – Parte 6

A história dos Rothschild – Parte 7 – A história dos Rothschild – Parte 8   –  A história dos Rothschild – Parte 9

Links, realces de frases  e comentários com esta cor  são da minha responsabilidade

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14 comments on “A história dos Rothschild – Parte 10

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  2. M. Cezar
    26 de Junho de 2012

    Simplesmente, o Banco Mundial, FMI e o Federal Reserve não passam de empresas privadas Rothschild. Toda a corrupção existente na terra está por trás dos bancos.

    Como algo tão simples pode ser tão… assustador?
    É simplesmente por ser tão simples, que ninguém pára pra pensar!

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  8. Daniel
    19 de Março de 2014

    Por que os Rotschilds apoiariam Hitler se eles eram judeus?

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    • urantiapt
      19 de Março de 2014

      na parte 9 está explicado. As guerras eram optimasn para eles. As guerras têm que se financiadas e as respectivas dívidas geram a riqueza destes senhores.
      Processo que ainda hoje perdura. O dinheiro impresso não tem valor. A real moeda é a dívida

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  9. Felipe de Castro
    13 de Março de 2016

    A escolha da Polónia reside no facto da liderança alemã ser uma liderança cristã. Não compreendi esta afirmação, já que em algumas pesquisas que fiz os principais nazistas eram adeptos da Sociedade Vrill que é altamente satânica. Os seus posts sobre a história dos Rothschilds são muto bons, esclarecendo bastante fatos da história que eu desconhecia, porém gostaria que me explicasse como a liderança alemã era cristã?
    Abs!
    Felipe Castro.

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    • urantiapt
      15 de Março de 2016

      Os posts não são meus. Eu limitei-me a traduzir, porque acho importante que se conheça quem governa “na sombra” este planeta.
      Em relação à questão que colocou, não dou como certo também que a invasão da Polónia tivesse raízes religiosas.Porque a História ensina-nos que a religião é a falsa bandeira de muitas guerras, e encobrem a real motivação. Poder, questões geopolíticas, ganancia….
      Neste momento, à pala do Islão, estamos a assistir a outra guerra “religiosa”, financiada e apoiada na sombra por seres humanos cristãos ditos cristãos.
      E um desses apoiantes na sombra, a Turquia, quer pertencer à Zona Euro (http://www.jornaltornado.pt/europeus-querem-referendar-saida-da-uniao-europeia/

      )

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