A Arte da Omissao

A história dos Rothschild – Parte 11

Continuação da linha do tempo:(1948)

1948: Na Primavera deste ano, os Rothschilds subornam o Presidente Harry S. Truman (33º Presidente dos Estados Unidos 1945-­ 1953) para este reconhecer Israel (Rothschild era dono do território sionista mas não do Judeu) como  Estado Soberano, com  US $2.000.000 para a sua campanha.

O Estado de Israel é declarado Estado Soberano Judeu na Palestina e, passada meia hora o presidente Truman declarou que  foram os Estados Unidos a  primeira nação estrangeira a o reconhecer.

A bandeira de Israel é revelada, apesar da enorme oposição ao emblema nela contido, por ser a versão azul do símbolo Rothschild, (hexagrama vermelho ou sinal). Isto irrita muitos judeus que percebem de imediato que o hexagrama foi usado em religiões misteriosas antigas, como o símbolo de “Moloch”, (descrito como um demónio e curiosamente  é também o nome da coruja que a elite venera no Bohemian Grove) e de “Astaroth”, (descrito como o Lord Tesoureiro do Inferno).

O hexagrama foi também usado para representar Saturno, que tem sido identificado como o nome esotérico para, “Satan”. Isto indicaria que alguém morto em nome de Israel seria na verdade um sacrifício oferecido a Satanás. Esses judeus dissidentes acreditam que, “Menorah,” o mais antigo símbolo judeu deveria usado na bandeira e argumentavam que o hexagrama nem era um símbolo judaico.

Na madrugada de 19 de Abril,  132 terroristas judeus dos gangues Irgun e Stern, respectivamente liderados pelos futuros primeiro-ministro de Israel Menachem Begin e Yitzhak Shamir, massacram brutalmente 200 homens, mulheres e crianças que dormiam pacificamente na aldeia árabe de Deir Yassin.

Depois das Nações Unidas, terem dividido a Palestina no Estado Judeu independente e no Estado Árabe independente (a 15 de Maio), os israelitas lançaram um assalto militar aos árabes com estridentes alto-falantes nos seus camiões, informando os árabes que se eles não fugissem seriam imediatamente abatidos.

800.000 árabes com a memória recente do massacre de Deir Yassin fugiram em pânico e pediram  ajuda a Estados Árabes vizinhos, mas estes não se envolveram. Após este ataque, os judeus passaram a controlar 78% da antiga Palestina contra os  57% que lhes tinha sido dado ilegalmente pelas Nações Unidas.

Os Palestinianos, muitos deles cristãos, nunca foram compensados pelo roubo das suas casas, propriedades e negócios  durante este assalto judaico ilegal, acabando por se refugiarem em tendas  para refugiados. Além disso, pelo menos, metade dos Palestinianos com a  pressa de fugirem, deixaram para trás as suas certidões de nascimento. De seguida, o Estado de Israel, aprovou uma lei que só quem provasse a sua cidadania era autorizado a regressar a  Israel, o que significou que estes 400.000 Palestinianos não puderam regressar e perderam todos os seus bens.

David Ben-Gurion,  judeu Ashkenazi e um dos fundadores de Israel e seu primeiro Primeiro-Ministro, candidamente descreve o objectivo sionista, no seu diário (21 de maio de 1948):

“O calcanhar de aquiles da coligação árabe é o Líbano. A supremacia muçulmana neste país é artificial e pode facilmente ser derrubada. Um estado cristão deveria ser estabelecido lá em cima, com fronteira a sul no rio Litani. Nós assinaríamos um Tratado de Aliança com esse estado. Assim quando nós tivermos quebrado a força da Legião Árabe e bombardeado Amã, poderíamos acabar com a Transjordânia, depois da Síria cair. E se o Egipto ainda ousasse abrir uma guerra connosco, bombardearíamos o Porto Said, Alexandria e Cairo. Deveríamos acabar com a guerra e  pagar ao Egito, Assíria e Caldéia, em nome dos nossos antepassados”

1949: No dia 1 de Outubro, Mao Tse Tsung declara a Fundação da República Popular da China, em Beijing, na praça de Tiananmen. Ele é financiado pelo Rothschild que criou o Comunismo na Rússia e pelos seus agentes: Solomon Adler, antigo funcionário do Tesouro dos Estados Unidos e espião soviético; Israel Epstein, filho de um judeu bolchevique preso pelo Czar da Rússia ao tentar fomentar uma revolução lá e Frank Coe, oficial líder do FMI, propriedade Rothschild.

1950: Israel aprova a  lei do retorno, garantindo a cada judeu em todo o mundo o direito de residir no estado de Israel. No entanto, aos palestinos que viveram lá por 1300 anos, foi-lhes negado esse direito.

John Davitt, ex-chefe da seção de segurança interna do departamento de Justiça, refere  que o serviço da inteligência israelita é o segundo mais activo nos Estados Unidos seguidos dos soviéticos e, obviamente, tanto Israel como a União Soviética são dirigidas por uma liderança judaica Ashkenazi.

1951: A 1 de Abril, é formada a agência secreta da inteligência israelita, Mossad, que irá continuar a aterrorizar o mundo. O lema do Mossad é, provavelmente, o lema do serviço secreto mais nojento do mundo, que:

“By Way Of Deception, Thou Shalt Do War / Através da fraude, farás Guerra”

1953: N. M. Rothschild & Sons formam a British Newfoundland Corporation Limited, para desenvolver 60.000 de quilómetros quadrados em Newfoundland, Canadá, onde foi erguida uma estação de energia para aproveitar o poder das quedas Hamilton. Na época, foi o maior projecto de construção a ser realizado por uma empresa privada.

1954: “The Lavon Affair / O caso Lavon.” Agentes israelitas recrutam cidadãos egípcios de ascendência judaica para bombardear alvos ocidentais no Egipto e plantar provas contra Árabes, numa aparente tentativa de perturbar as relações americanas/egípcias. O Ministro da Defesa, Pinhas Lavon que era judeu Ashkenazi  é removido eventualmente do escritório, embora muitos pensem que a responsabilidade real da defesa de Israel estava com David Ben-Gurion.  Um microfone escondido, colocado por israelitas é descoberto no escritório do embaixador dos EUA em Tel Aviv. 

1955: Edmond de Rothschild funda a Compagnie Financiere Paris.

 1956: São descobertas escutas telefónicas em dois telefones da residência do adido militar Americano em Tel Aviv.

1957:  Morre James de Rothschild. Os  mídia, propriedade Rothschild, reportam que ele deixou uma grande quantia de dinheiro para o estado de Israel para este pagar a construção do seu Parlamento, o Knesset. Também afirma que o Knesset deve ser:

um símbolo para todos os homens, da permanência do estado de Israel.” 

L.G. Pine, editor da Burke’s Peerage, relata na página 219 de seu livro, “Tales of the British Aristocracy “, que os judeus, “se tornaram íntimos da nobreza britânica…tão estreitamente ligados estão os judeus e os Lords que um golpe contra os judeus neste país não seria possível sem ferir também a aristocracia britânica.”

 Maurice de Rothschild morre em Paris.

1962: Frères de Rothschild estabelece a Imétal, (hoje imerys), empresa genérica para todos os seus interesses de mineração de minerais.

 

Fonte:  http://www.rense.com/general88/hist.htm 

A história dos Rothschild – Parte 12

A história dos Rothschild – Parte 1  – A história dos Rothschild – Parte 2  –   A história dos Rothschild – Parte3 

A história dos Rothschild – Parte 4 –  A história dos Rothschild – Parte 5   –  A história dos Rothschild – Parte 6

A história dos Rothschild – Parte 7 – A história dos Rothschild – Parte 8   –  A história dos Rothschild – Parte 9

A história dos Rothschild – Parte 10

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7 comments on “A história dos Rothschild – Parte 11

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  2. maria celeste ramos
    30 de Junho de 2012

    Não andam por aí “descendentes” ? ou discípulos ?? o programa que vi na TV nem sei em que canal nem a que horas é horripilante – Declarações de um autarca do urbanismo da cm do porto + essencialmente de alguns deputados e dos seus escritórios de advogados e como fazem a partir dos “pareceres” que lhes são pedidos + da “defesa” + de Francisco Frasquilho + da soiedade de advogados não sei quê Nunes + à tarde como muda o espírito do Parlamento + a “ajuda” dos computadores que possuem nas bancadas da AR + o “open space” – e que já falou om a Comissão de ètica que ficou muito “preocupada” mas que nada faz + bem como disse ao presidente da república + no Baanco de Portugal que tem funcionários da banca privada no Conselho Consultivo + Almerindo Marques + António Sousa que era da banca privada e tem assento no Banco de Portugal + a complacência dos políticos + os parlamentares são 230 e não são todos corruptos mas que ficam em silêncio – os 80 mil milhões de euros de que 6 milhões vão para o Estado + a legislação das PPP de que alguns membros estão na Comissão Parlamentar + legislação que tem artigos em execessoa dá grande confusão + + leis que fizeram mal e o Cérvulo Correia que levou 7 milhões a dar parecer e fazem coisas que só se faz em áfrica + que o PR parece “ignorar” – Quando esteve na cm do Porto no Urbanismo 10 meses e braço direito de Rui Rio tendo denunciado como crime a aprovação de projectos sem regras- Que o poder judicial ou não funciona ou fica paralizado ++ a Sociedade do Metro do Porto onde se gastaram 8 milhões do que valia apenas 4 + e não se sabe onde está o dinheiro e que tentou inverter a corrupção no Porto e que isto é do mais grave e á a “crise” + as derrapagens + a divida privada da especulação imobiliária contruindo-se em espaços que custam xx$$$ e passando a terra para urbanizar passava a cutar 80 vezes mais +++ e que a especulação foi com as imobiliárias e não das pessoas que que gastram alé das possibilidades mas a bolha imobiliária + Não se sabe quem é o maior fornecedor da CML – Até em Timor há transparência e a ministra da justiça foi acusada quanto a um edifício construído que não cumpre as regras de planeamento e devia ser demolido ou expropriado a custo zero -fim – Mas por onde andei em vários ministérios vi tudo isto e até cheirava (e ontem eoncontrei alguém que não via há 20 anos e com quem trabalhei e sabíamos isto tudo) – etc – Andei perto demais em certos lugares e finções que exerci e até fui aliciada e fiquei à rasca claro – mas calei quieta pois uma vez tinha sido o mesmo e fui “inocentemente PERGUNTAR se — se ?? ?? ao que me responderam que a presidência estava ciente de – (claro um deste organismo foi extinto – mas os outros não e que incluía um terrivel secretário de Estado que até me “chefiava” e eu nem a boca abri – precisava do emprego e já sabia das situações anteriores que teria de comer e calar embora tivesse feito sempre o que quiz e não o que queriam de mim – paguei caro mas sou assim – fui e serei – mas afinal vejo que há muito mais requinte mas menos discrição – pois concordo com este senhor quando disse que não era preciso “castigar” os funcionários públicos – o que também ACHO e perdi já um subsídio – o outro será mo Natal além do IRS que já subiu 40% desde nem sei quando – talvez 1996 – mas não quero fazer contas – quero sim tentar também eu REAVER o que a EDP me roubou em 2011 – que foi terrível – os tais milhares de contadores que me MUDARAM sem eu pedir e que reclamei mas dizem “estar tudo bem” – mas não está pois sei o que faço (ainda) e ontem esteve aqui um técnico da ZON (só na escada do prédio) que é parasita da ZON – e andei a pagar a ambas por não me ter sido explicado ou perguntado o que tinha da PT e eu parva e ignorante sem saber pagava duas vezes – deviam ter percebido que era parva e honestamente nem viram (?? claro que viram mas nada disseram desonestamente) pois que hoje dei pelos homens na escada e disseram que havia ligações ZON e MEO pelo que ficou explicado tudo – O Paulo Carvalho está na SIC (01:50H-30 junho) a falar da situação do país nomeadamente teatro e o que anda no mundo dele – pois que foi do PPD e não gostou do que viu e já nem lhe interessa nada de intervenção política – Pois também eu há 2 anos fui convidada para um Partido Político e “achei graça” pois que achava interessante o que andava a fazer em Grupo de Cidadãos Malucos sobre o PUA (Plano de urbanização de Alcântara) e acabei por não quer nada pois eram todos IRRE-comendáveis – 7 set Tivoli Paulo está no Tivoli – vou ouvir Frei Fernando Ventura a fechar o FORA d’Horas que vai entrar 2 meses em férias – diz ele que é fora d’horas que se pode gritar e ter um sonho a construir o sonhos + etc – que o mar unisse mas já não separasse ++ etc Senhor falta-se cumprir-se Portugal + etc + cidania activa que faça sonhar os destronados + quero que saibas que gosto de ti-FIM-Incompodou-e ouvir o vereador do urbanismo do Porto pois que me obrigou a lembrar por onde andei e o meu nariz cheirou sem lá “meter o nariz” mas veio onfirmar o que vi e pensei e vi nos projevtos construídos nos locais mais errados quando fui júri e disse o que tinha a dizer mas fui voz incómoda – mas tinha de ser incómoda perante o que via construído e TERRA e paisagem é para mim um TEXTO legível – sem precisar de PDM ou qualquer outra legislação de RAN e REN ou não importa quel – mas dói – muito – à pobreza das decisões de tatos que coneci acresce-se a pobreza das “vítimas” – espaços e pessoas que deles dependem – para não falar da importência nacional desses espaços e acções – vivo num país que é governado por ignorantes que não sabem que são e outros que sabem mas é o que os permite ter contas nas Seychelles – as “seychelles não me atraem – Prata no triplo salto – 14.metroe e ?? com + Sara Moreira – 02H-SIC-recapitalização da banca – os mais bem capitalizados da europa diz a “menina” – condenados no BPN gerem bancos + hoje agravamento do déficit – mas Passus Coelho diz que o ajustamento é bem sucedido ++ etc – Alemanha aprovou Tratado do Orçamento Europeu – 491 votos sim e ??? – 190 mil milhões de euros – Tahrir cheia de gente – hoje dia de aclamação da mudança – vamos ver – diz o povo é fonte de toda a ??? rais partam os tipos – agora só notícias às 03H – vou mas é jantar

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  7. Ricardo de Felgires de Bleauclerc de Fougeres
    9 de Outubro de 2013

    Será que só esses são os legítimos herdeiros da casa de David ?
    Será, então observem isto datado de 1200 do tempo de Phillippes Augustos Rex e Salomon de Faugeres

    Salomonem dominum castri de Felgariis

    Epistola Caelestini papae III, ad abbatem et conventum Fiscannensem, ne Annee 1197 archidiaconus Caleti procurationem annuam ab hoc monasterio exigat, quam — caritative ahbas Fiscannensis huic ahquoties contulerat. Datum Laterani, 3. 111 nonas Junii, pontificatiis nostri anno vil.

    Neustria pia, p. 2^5.

    Charta qua nota fit compositio amicabilis inter Berengarium abbatem et Meme mois, probos homines ac populum Villae-magnae et Minariorum et Monetatis ex una”‘ parte, ac Salomonem dominum castri de Felgariis ex altera de diversis exactionihus nomine guisatici et pedatici, quas praefatus dominus extorquebat.

    Anno a Naiivitate ejusdem (Domini) Mcxcvii, regnante Philippo rege Francorum

    Factumfuit hoc in cimiterio S. Martini Villa-magnee, mense Junio, iv idus.

    Gall. rhrist. edit. 2, tome VI, instr. col. 144; ex tabul. Villae-niagnae.

    Charta qua notum fit quod, mediante voluntate Hugonis Raymundi Aquensis praepositi amicabiliter compositoris, sopita fuit omnis controversia inter R. Massiliensem episcopum, et B. priorem, ac fratres Montis-Rivi, quibus idem episcopus laudat honorem Petn de Aurovenes in territorio de Aurovenes, et decimam possessionum in eodem territorio, certis conditionibus. Acta sunt hmc Massilia, in domo domini episcopi, anno ab lncarn. Domini Mcxcvii, mense Junii in vigilid B. Joannis.

    Antiq. de l’e”glise de Marseille, tome II, p. 9; ex archiv. episc. fragni.

    Charta qua Balduinus, Flandrensis et Hainonensis comes, fratribus ecclesiae Viconiensis concedit ut eorum vecturae, seu quaelibet aliae res, per universam terram suam ab omni exactoria consuetudine liberae sint. Datum Ramis (sic), v kal. Julii.

    DOutreman, Hist. de Valenciennes, additions, p. xxix; ex autogr. in archivo Viconiensi.

    Charta qua Henricus, dux Lotharingiae, ciim esset in procinctu peregrinationis suae, ecclesiae B. Mariae Cameracensis, titulo eleemosynae confert altare ecclesiae de Brana sitae in ipsius allodio, et quidquid in ilio juris habebat, sub lege hominii a decano praestandi. Actum Remis anno Verbi Incarnati Mcxcvii, mense Junio.

    Mir&i Opera diplomat. tom. III, p. 66; fragm.

    Charta qua Willelmus Atrebatensis, advocatus Bethunae et Tenremundae dominus, cum uxore sua Mathilde, notum facit G. de Mesinghem lidelem suum per ipsius manus tradidisse ecclesiae S. Bertini altare dc Littheruelde, cum decima et pertinentiis; tum quidquid juris habet in eodem altari, certa lege concedit. Actum anno Mcxcvii, in Junio.

    Malbranq, de Morinis, tom. III, p. 35q; fragm.

    Charta qua Raymundus, dux Narbonensis, comes Tolosanus et Nemausi, marchio Provinciae, concedit ecclesiae B. Mariae Nemausensis sedis, ut in causis ejus nihil prorsus ab ipsa, occasione aliqua, exigatur; et immunitates de mercibus intra certos limites emendis vel vendendis, ac privilegia alia, eidem indulget. AnnoT.r Mcxcvii, in mense Junio, regnante Philippo rege Francorum.

    llist. de Lanquedoc, tome III, pr. col. i83; inscrta in litteris Caroli VI regis; ex chartophyl. regio.

    Meme mois,

    3.

    Meme mois,

    20.

    Annee 1197. Epistola Caelestini papae III, ad archiepiscopum Rotomagensem, qua ei Juitlet indulget ut praedatores, invasores, aut combustores ecclesiarum, si de provincia 2 sua sint, sublato appellationis obstaculo excommunicet, ac in terras eorum promulget interdicti sententiam, exceptis tamen Franciae et Angliae regibus. Datum Laterani, vi nonas Julii, pontificatus nostri anno vn.

    Bessin, Concil. Roiomag. provincia*, part. 11, p. 38; ex autogr. fragm.

    Charta qua Odo, dux Burgundiae, notum facit quod major et jurati communiae Divionis, ne suorum discretorum excessus in dampnum universitatis nimis excrescerent, impetraverunt eisdem donari omnes illos excessus, secundum eorum considerationem pecuniae, ad villae deliberalionem posse punire, quos charta commensis non expresserat. Donavit etiam eis Heliam Judaeum, cum suis haeredibus; Vigerio, qui eum tunc ex ducis dono habebat, ipsum quitante, et donum laudante. Actum anno Incarnati Verbi Mcxcvii, V nonasJulii.

    Recaeil de Pdrard, p. 338; ex origin.

    Charta qua Balduinus, Flandriae et Hannoniae comes, jurat treugas inter se et Tornacenses observandas, donec pax firmata fuerit jnter se et regem Franciae; plurimis huic compositioni adstipulantibus. Actum ante Tornacum, anno Domini Mcxcvii, mense Julio, dominicd primd ante festum B. Mariee-Magdalenee.

    Marlen. Thesaur. anecd. tom.I, col. 664; ex Hasnon. chartario.

    Meme mois. Charta qua A. Meldensis episcopus, concedit domui Leprosorum Meldenuns quanheme. gjum ^ quatuor arpenta terrae, et unum arpentum ac dimicGum vineae. Actum Germiniaci, anno Domini Mcxcvii, mense Julio.

    Duplessis, Hist. de Meaux, tome II, p. 82 ; fragm.

    Charta qua Raynaldus Lugdunensis archiepiscopus, et Raynaldus episcopus Matisconensis, testantur quod domus Tornacensis aere alieno oppressa, in jus monasterii Cluniacensis translata fuerat. Anno Mcxcvii, mense Julio.

    Gall. chrisl. edit. 2 , tom. IV, col. 1074; fragm.

    Epistola Richardi I, regis Angliae, ducis Normanniae et Aquitaniae et comitis Andegaviae, ad Philippum Dunelmensem episcopum, de victoria obtenta contra Francos prope Gisortium. Apud Dangu, xxx die Sept.

    Rymer, tom. I, part. 1, p. 3i; ad. ann. 1197. — Rer. Anglic. scripl. post Bedam, p. 782.

    Diploma Richardi I, regis Anghae, ducis Normanniae, Aquitaniae, comitis Andegaviae, quo notam facit permutationem inter se et Walterum archiepiscopum Rotomagensem, de Manerio de Andeli; in cujus escambium archiepis

    copo concessa fuit a rege villa de Dieppa, cum pluribus aliis locis. Datum

    apud Rothomagum, anno ab Incarn. Domini Mcxcvii, xvi die Octobris, regni nostri anno vin. (Rymer, xvn die Octobris, regni noslri anno ix; Duchesne, Mcxcvii, die Octobris, etc. Gall. christ. Mcxcvi, I die Octob.)

    Rymer, tom. I, p. 3i. — Duchesne, Hist. Norm. script. p. io52. — Gall. christ. edit. 2, tom. XI, instr. col. 27; notis chron. einendatis. — PriviUges de Dieppe, p. 1. — Mercure de Gaillon; ex origin. —Brussel, Vsage desfiefs,iomeil, p. xvm; exlibroS.Justi.—EpistolmIhnocentii III, tom. I, part. 11. p. 58; insertum in bulla confirmatoria anni 1 pontificatus ejus.

    Epistola Caelestini papae III, qua confirmat donationes, institutiones et dotationes factas a Guidone domino Salionis, pro institutione canonicorum in ecclesia B. Mariae Salionis. Datum Latcrani, xi kal. Novemb. pontif. nostri VTt.

    Gall. christ. edit. 2 , tom. IV, instr. col. 2 5.

    Meme rlate.

    Septembrb 3o.

    Meme mois, aa.

    Charta qua Stephanus, Tornacensis episcopus, statuit ut praebenda quae fuit Annee 1197. Yvonis de Vineii, et cujus donatio ad capitulum pertinehat, ad usus communes Octobbe et negotia capituli convertatur. Actum anno Dominicm Incarn. Mcxcvii, mense sans quantieme Octobri, regnante glorioso rege Philippo II.

    Mirmi Opera diplomal. tom. II, p. 1201; ex archiv. eccles. Tornac.

    Diploma Philippi II, regis Francorum, quo praecipit ut qui castrum Magduni Meme date. tenuerit, H. archiepiscopo Bituricensi restituat libras trecentas Giemenses, pro reparatione castri Magduni ab eo datas. Actum apud Vicenum, anno Domini Mcxcvii , mense Octobri.

    Gall. christ. edH. 2 , tome II, instr. col. 19.

    Epistola Caelestini papae III, ad abbatem et conventum Majoris-monasterii, ut Novembre inlendant reparationi capellae cujusdam, per bellorum tempestates destructae. 8 Datum Laterani, vi idus Novembris, pontificatus nostri anno vn.

    D. Morice, Preuves de Thistoire de Bretagne, tome I, col. 728; ex archivo Maj. monast. fragm.

    Epistola Caelestini papae III, ad Matisconensem et Cabilonensem episco- Mamemois, pos, et decanum Ledonensem, quibus mandat ut dominum Castri-Rainaldi et “‘ Gilonem de Belfort adigant ad restituenda omnia quae Trenorciensi monasterio abstulerant. Datum Laterani, Viii kal. Decembris pontificatus nostri anno vn.

    Juenin, Hist. de Vabbaye de Tournus, pr. p. 180.

    Charta qua notum fit qu6d Bernardus, comes Convenarum, divortium fecit Meme mois, cum uxore sua Comtors, causa consanguinitatis, id confirmante Auxiensi archi- 8an8 °:uantiemeepiscopo. Anno Mcxcvii, mense Novembris.

    Hist. de Languedoc, tome III, pr. col. i85; ex mss.—Gariel, Series pra>snl. Magalon. part. 1, p. 255; ex actis consularibus.

    Statutum a consulibus Tolosae, de debitis solvendis. In mense Novembri, Mcme mois, ferid vi, regnante Philippo Francorum rege, et Raimundo Tolosano comite, et 8ans quantiemeFulcrando episcopo, anno db Incarn. Domini Mcxcvii.

    Catel, Hist. des comtes de Toulouse, p. 226.

    Charta qua leges matrimonii Mariae, filiae Guillelmi Montis-Pessulani domini, “Decembre, et Bernardi comitis Convenarum, declarantur a Guillelmo, Bernardo, ac ipsa 8ans luant,ume Maria, plurimis subscribentibus testibus et fidejussoribus. Facta est charta ista et laudataapud Montem-Pessulanum, in camerd G. domini Montis-Pessul. anno Dominicm Incarn. Mcxcvii , mense Decembri.

    Dachery, Spicil. tom. XI, p. 356; ex exemplo communicato. .

    Charta qua Petrus, rex Aragonensis et comes Barchinonae, monasterium Fevrier, de Balneolas et omnia ad illud pertinentia sub sua protectione suscipit, ac ei 881,8 iuanlicme

    quaedam privilegia concedit. Data Gerundos, mense Februarii et mandato ejus

    scripta anno Domini Mcxcvii.

    Marca Hispan. append. col. i386; ex archivo monast. Balneol.

    Epistola Othonis ducis Aquitaniae, comitis Pictaviae, ad senescalcos, prae- Mars pbsitos et ballivos suos in ducatu Aquitaniae, qua eis praecipit ut omnibus ad ° festivitatem S. Geraldi, et ad nundinas quas ea occasione omnino liberas concesserat, convenientibus securitatem omnem procurent. Apud Vasatum, ix die Martii.

    Mabillon , Acta SS. Bened. smc. vi, part. n, p. 875; ex archivo Silvensi, fragm.

    Annee U97. Charta qua Reginaldus, Montis-mirabilis dominus, Hervei Danzeii filius, — pro posse suo garantisat libertatem monachis S. Romani de Braiolo, concessam 3A,RS ab Herveo fratre suo Aloyae domino. I)ata ultimd die Martii, anno Incarn. Dominic& Mcxcvii.

    Hist. gtnttal. de la maison de Vergy, pr. p. 90 (corr. p. 4i d); exchartular. abbat. S. Petri-in-Valle, fragm.

    Sansdatede Diploma Philippi II, regis Francorum, quo villam et terram de Allodiis mois ni de jour. m manu sua redactam promitlit numquam se dimissurum, perpetuo coronae regiae adhasrentem. Actum Par. anno ab Incarn. Domini Mcxcvii, regni nostri anno Xviii.

    Recaeil des ordonnances, tome VII, p. 276, insertum in litteris Caroli VI, ex chartophyl. regio.

    Sans date de Diploma PhilippilT, regis Francorum, quo dona multa a se et aliis ecclesiae mois m dejour. g Mariae de Livriaco collata confirmat. Actum Parisiis, anno ab Incarn. Domini Mcxcvii, regni nostri anno xvni.

    Gall. christ. edit. 2, tom. VII, instr. col. ig5.

    mois

    Sansdatede Diploma Philippi II, regis Francorum, quo Aurehanensi ecclesiae B. Evurtii is m de jour. ^onai jocum de Brieria, post decessum Guillelmi eremitae de Bieria possidendum, ea lege ut duo presbyteri ibi vitam eremiticam ducant ad instar praefati Guillelmi, et certis ahis conditionibus. Actum Moreti, anno Incarnati Verbi Mcxcvh, regni nostri xix.

    GaU. christ. edit. 2, tom. VIII, instr. col. 622 ; ex chartul. S. Evurtii.—-Stephani Tornac. Epistola, p. 2/16; ex chartophyl. S. Evurtii.

    Sansdatede Diploma Philippi II, regis Francorum, quo concedit ut, quando aliquis mws m dejour. ex nurgensmus Bituricensibus moriens, legatum suum fecerit, ipse si voluerit partem suam et partem puerorum suorum in manibus alicujus amici sui mittat. Actum Moreti, anno ab Incarn. Domini Mcxcvii, regni nostri anno xix.

    La Thaumassiere, Coutume de Berry, p. 63; ex exempl. communic. —Recueil des ordonnances, tome I, p. 2 2; ex Thaumasserio.

    Sans date de Diploma HenricigVI, Romanorum imperatoris et regis Siciliae, quo ,S. Deorooism ejour. eccjesjgg remittit omne servitium ab illa sibi debitum. Datum Palermi,

    anno D. Mcxlvii (Lege Mcxcvii ).

    Antiq. de la Voge, p. 27/i; fragm.

    Sans date Charta foederis et conventionis inter Ricardum regem Angliae et Baldann&s, demois o”eYmuni comitem Flandriae et Hainoniae, consanffuineum eius, qua invicem

    m de jour. . … 0 J ‘x

    promittunt quod neuter sine alterius consensu pacem cum rege Francorum initurus sit; et in casu quo, pace inter eos et dictum Francorum regem facta, alteruter ab eo guerraretur, ad mutuum auxihum se obligant. Acta sunt heec apud insulam Andeley.

    Radalphus de Diceto, inter hisl. Anglic. scriptores decem, col. 697. — Corps. diplom. tom. I, part. 1, p. 120; ex Radulpho de Diceto. — Rymer, tom. I, part. 1, p. 3o; ex autogr. ad ann. 1197.

    motnnidde6jour Charta permutationis inter Richardum I regem Anghae, et ecclesiam ac W. archiepiscopum Rotomagensem, cui in escambium manerii de Andeli, praedictus rex donat alia loca ibi nominata. Factum est autem hoc escambium apud Rotomagum, anno gratiee Mcxcvii, et anno regni nostri vni.

    Matth. Paris. Hisi. Anglic. p. 190. — Corps diplomal. tom. I, part. 1, p. 121; ex Matth. Paris.

    Charta Charta qua Petrus, rex Aragonum et comes Barchinonae, haereticos nomine ANN^E 1197.

    Valdenses, alio nomine Sabatatos aut Pauperes de Lugduno, et alios haereticos, ^ de

    e ditione sua exulare juhet. Data Gerunda anno Domini Mcxcvii. mois ni de jour.

    Marca Hispanica, append. col. i384; ex archiv. eccles. Gerundens.

    Charta qua Stephanus, Noviomensis episcopus, notum facit quomodo com- Sansdate posita sit controversia inter ipsum et abbatem S. Eligii, ac cantorem ecclesiae nidejour. Noviomensis, super botis nocturnalibus. Actum anno Verbi hicarnati Mcxcvii.

    Mabillon, de Re diplomat. p. 6o4; ex autogr.

    Charta qua Stephanus, Noviomensis episcopus, damnis propter monetae Sansdate incertae cursum imminentibus ecclesiae suae totique populo Noviomensi provi- denfde j^015 dens concedit eis ut moneta Parisiensis Noviomi cursum habeat, quamdiu suae fuerit voluntatis; ita quod census, infra metas communiae, de Parisiensi moneta reddantur, computatis duodecim Parisiensibus pro decem et octo nigris. Actum anno Domini Mcxcvii.

    Le Vasseur, Annales de Noyon, p. gi3.

    Charta qua Rogerus, Laudunensis episcopus, cum agnovisset altare de Disi San» date ecclesiae Cuissiacensi pertinere, idem altare cum parochia ab eadem ecclesia ^^e jou?° S perpetuo possidendum confirmat, statuens ut parochialis cura spiritualiter ad Cuissiacenses abbates pertineat. Actum anno Incarn. Dominicm Mcxcvii.

    Ilesponsio ad inqais. Laanoii in privil. Pramonstr. ord. p. 312.

    Charta qua Petrus, episcopus Atrebatensis, notam facit et confirmat consti- Sans date tutionem Balduini abbatis et conventiis de Hennin, de nulla muliere recipienda ^nfdejouTM0* in sororem, donec Conversarum numerus ad senarium numerum, deinceps non excedendum, sit redactus; tum ut soror nulla recipiatur, nisi ecclesiae provenerit ex ea evidens utilitas : exceptis tamen tribus nobilibus mulieribus, de Hennin, de Montiniaco et de Burcello dominabus. Datum anno Incarnationis Domini Mcxcvh.

    Annal. Cisterc. tom. p. 317.

    Charta qua Balduinus, Flandriae et Hannoniae comes, quartam partem Sansdate nemoris ultra fluvium Hainam, in manu sua resignatam ab Henrico castellano ^nrdejom”0 5 Montensi, donat ecclesiae S. Dionysii in Braqueroia, in eleemosynam perpetuo possidendam, cum immunitatibus. Actum anno Mcxcvii.

    Mireei Opera diplomat. tora. I, p. 722,

    Charta qua Balduinus, Flandriae et Hannoniae comes, ecclesiam S. Mariae Sansdatede de Dunis sub sua protectione suscipit, et dona omnia ipsi collata aut conferenda mo,s m dej°ur confirmat, pluribus nominatim declaratis. Actum in monasterio de Dunis, anno Domini Mcxcvii.

    Mireei Opera diplomat. tom. II, p. i320; ex chartul. Dunensi.

    Charta qua Balduinus, Flandriae et Haynoniae comes, libertatem a Philippo Sans date de comite Flandriae ipsius avunculo, concessam domui Claraevallis ac omnibus mois m de j°urejusdem domibus, praecipue domui de Claromaresco, confirmat; ita ut per totam terram dicti comitis, in eundo vel redeundo, domus praefatae ab omnimodis consuetudinibus sint liberae. Actum hoc Watanis, anno Domini Incarn. Mcxcvii.

    Mir&i Opera diplomat. tom. IV, p. 209; ex transumpto authentico. Tome iv. a8

    Papel que é dado a conhecer ao abade e à composição da Berengário me de Moisés entre os amigos, os homens honestos das aldeias e as pessoas-na uma grande e Minariorum e parte de moedas “, eo castelo do Solomon senhor Felgariis guisatici nome e por outro dos diferentes exactionihus pedatici, que extorquebat a citada .

    Este apelido Faudoas ou Falgar ou Filgeriis ou Felgires ou Fulgario, vem desde 410 de Neuchatel e emigraram para França, na Gasconha ai sediaram as suas forças, com Carlos Magno,Hugo Capeto, Robertos, Jean, François, Louis, Charles até 1793

    Será que esses Rothschild, dominam assim à muito o mundo, será ?

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