A Arte da Omissao

A história dos Rothschild – Parte 14

Continuação da linha do tempo:(1989)

No jornal israelita, Hotam de 24 de Novembro de 1989, há a referência a um discurso que, Binyamin Netanyahu, judeu Ashkenazi e na altura Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros deu aos estudantes da Universidade Bar Ilan, e no qual afirma:

” Israel deveria ter aproveitado a repressão das manifestações na China, quando a atenção do mundo estava focada nela, para executar expulsões colectivas dos  árabes do território.”

Os Rothschilds de Londres e Paris anunciam o lançamento de uma nova filial, Rothschild GmbH, em Frankfurt na Alemanha.

1991: A 16 de Janeiro, passada a invasão iraquiana ao Kuwait (2 Agosto 1990), os Estados Unidos e Grã-Bretanha iniciaram uma campanha de bombardeamentos aéreos a alvos iraquianos. A 24 de Fevereiro deram início à campanha terrestre, prevista para durar até 100h.  No dia 28 de Fevereiro, ocorre um terrível crime de guerra.

Cerca de 150.000 tropas iraquianas foram massacradas com bombas de ar e combustível. Estes iraquianos fugiam por uma estrada apinhada do Kuwait para Basra. O Presidente George Herbert Walker Bush ordenou que aviões militares e unidades terrestres dos Estados Unidos os matassem. Depois foram enterrados em valas comuns no deserto, alguns ainda com vida. De seguida,  o presidente Bush ordenou a cessação das hostilidades. 

Que significado tem este massacre ocorrer imediatamente antes e no mesmo dia em que Bush declara o fim da guerra? 

Aquele dia e ano, (28 de Fevereiro de 1991)  correspondia no calendário hebraico, ao “Dia de Purim”. Neste dia, os judeus comemoram a sua vitória sobre a Antiga Babilónia, (hoje dentro das fronteiras do Iraque)  e o  dia em que foram  incentivados a obter a vingança sangrenta contra seus supostos inimigos.

Na Conferência Bilderberg de 1991, que decorreu de 6 a 9 de Junho em Baden-Baden, na Alemanha, David Rockefeller (outro Rothschild) fez a seguinte declaração:

“Estamos gratos ao Washington Post,  ao  New York Times, revista Time e outras grandes publicações cujos directores têm participado nos nossos encontros e respeitado as suas promessas de discrição durante quase 40 anos. Teria sido impossível para nós desenvolver o nosso plano para o mundo, se estivéssemos sujeitos às luzes da publicidade durante esses anos. Mas agora o mundo é mais sofisticado e está preparado para marchar em direcção de um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite intelectual e banqueiros é certamente preferível à autodeterminação nacional praticada nos séculos passados“.

1992: Em Março, Paul A. Volker, antigo Presidente da Reserva Federal, tornou-se presidente da empresa bancária europeia, J. Rothschild, Wolfensohn & Co.

Stephen Bryen, apanhado em 1978 a entregar documentação confidencial a Israel, está ligado ao Conselho do Instituto Judaico  Para Assuntos de Segurança Nacional, (Jewish Institute for National Security Affairs) enquanto continua como consultor remunerado e com habilitação de segurança, nas exportações de tecnologia sensível dos Estados Unidos.

Seymour M. Hersh, escreve no “the Samson Option”:

“A Inteligência ilicitamente obtida voava abundantemente de LAKAM (unidade secreta de inteligência israelita, um acrónimo hebraico para Escritório de Ligação Científica) para a inteligência israelita, de tal forma que um nome de código especial, JUMBO, foi adicionado às marcações de segurança já em documentos. Havia ordens estritas, lembra Ari Ben-Menashe “Tudo que estivesse marcado com JUMBO não era para ser discutido com seus homólogos americanos.” 

No dia 16 de Setembro a libra da Grã-Bretanha colapsa quando especuladores financeiros, liderados por George Soros, (agente de Rothschild e judeu Ashkenazi), pedem emprestado libras e vendem-nas em marcos alemães, na expectativa de serem capazes de pagar o empréstimo em moeda desvalorizada e embolsar a diferença.

Isso resulta no anuncio do chanceler britânico do Tesouro, Norman Lamont, do aumento das taxas de juro de 5% num só dia. A Grã-Bretanha entra numa grava recessão que durou muitos anos.

Acção com a chancela Rothschild. Depois de terem privatizado os activos estatais da Grã-Bretanha durante a década de 1980, impulsionaram os preços da acções,  de seguida provocaram o colapso dos mercados,  de  forma a os comprarem por  tuta e meia. Uma cópia fiel do que Nathan Mayer Rothschild fez à economia britânica 180 anos antes, em 1812.

Convém sublinhar que Norman Lamont, antes de se o Chanceler do Tesouro, era banqueiro no N. M. Rothschild and Sons.

1993: Norman Lamont deixa o governo britânico e regressa à  N. M. Rothschild and Sons mas desta vez como director, depois da sua missão de colapsar a economia britânica e de gerar grandes lucros para os  Rothschilds ter sido finalizada.

O antigo congressista, Paul Findley publica o livro Deliberate Deceptions: Facing the Facts About the U.S. Israeli Relationship, onde lista as 65 resoluções de membros das Nações Unidas contra Israel entre 1955 a 1992 e os 30 vetos dos Estados Unidos em nome de Israel, que se não fossem feitos Israel teria neste momento 95 resoluções contra.

Não que  Israel se preocupe muito sobre as opiniões das Nações Unidas,  quando se tiver em consideração que  em menos de duas semanas depois do ataque de  Israel ao  USS Liberty  (ataque projectado para o afundar e por as culpas no Egipto, para forçar a entrada dos  EUA na guerra contra o Egipto em proveito das mentiras de Israel – lembrar o lema da Mossad, “By Way Of Deception, Thou Shalt Do War”), o Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Aba Eban, afirmou nas Nações Unidas:

New York Times ­ 19 de Junho de 1967 : “Se a assembleia geral votar por 121 votos contra 1 a favor de, “Israel,” retornar às linhas de armistício (pré fronteiras de Junho de 1967),”Israel,” recusará cumprir essa decisão.” 

A ADL é apanhada a operar uma grande operação de espionagem sobre críticos a Israel, árabe-americanos, San Francisco Labor Council, ILWU Local 10, Oakland Educational Association, NAACP, Irish Northern Aid, International Indian Treaty Council, the Asian Law Caucus e Policia de San Francisco. Os dados recolhidos foram enviados a Israel e em alguns casos, à África do Sul. Pressões de organizações judaicas forçam a “queda” do caso criminal, mas a ADL estabeleceu uma acção civil por uma soma não revelada de dinheiro.

1995: Antigo cientista de energia atómica, Dr Kitty Little afirma que os Rothschilds controlam 80% do abastecimento mundial de urânio, dando-lhes o monopólio sobre a energia nuclear.

O Serviço de Investigação de Defesa circula um memorando de advertência aos empreiteiros militares norte-americanas:

“Israel recolhe agressivamente tecnologia militar e industrial americana.” O relatório afirma que Israel obtém informações usando, “direccionamento étnico”, “engrandecimento financeiro” e “identificação e exploração de fragilidades individuais,” dos cidadãos americanos. (esta última é usada globalmente por todos. Já não se vencem batalhas nos campos da guerra, é nos bastidores-NdT)

1996: Um relatório identificado “Defense Industrial Security: Weaknesses in US Security Arrangements With Foreign-Owned Defense Contractors”, com base em fontes de inteligência, “Um país A,” (identificado pelas fontes de inteligência, como Israel, no Washington Times, a 22 de Fevereiro de 1996), “conduz a operação de espionagem mais agressiva contra os Estados Unidos.” Este relatório em Pdf pode ser lido aqui :www.gao.gov/archive/1996/ns96064.pdf 

O Jerusalem Post de 30 de Agosto de 1996, citou o relatório, “”Classified military information and sensitive military technologies are high-priority targets for the intelligence agencies of this country / informações militares classificadas e tecnologias militares sensíveis são alvos de alta prioridade para as agências de inteligência deste país.” O relatório descrevia, “uma operação de espionagem, executada por uma organização de inteligência e responsável pela recolha de informação científica e tecnológica (Israel) que pagou a um funcionário do governo dos Estados Unidos para obter documentos classificados da inteligência militar”. O relatório de Washington Sobre Assuntos do Médio Oriente (Shawn L. Twing, de Abril de 1996) observou que se tratava:

“da referência a Jonathan Pollard preso em 1985, analista americano da inteligência naval civil que forneceu à agência de espionagem LAKAM de Israel cerca de 800.000 páginas de informações cssificadas da inteligência americana.”

O relatório do GAO também referiu que  “vários cidadãos (de Israel) foram capturados nos Estados Unidos a roubar tecnologia sensível usada no fabrico  de tubos para  armas de artilharia”.

Fonte:  http://www.rense.com/general88/hist.htm 

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A história dos Rothschild – Parte 4 –  A história dos Rothschild – Parte 5   –  A história dos Rothschild – Parte 6

A história dos Rothschild – Parte 7 – A história dos Rothschild – Parte 8   –  A história dos Rothschild – Parte 9

A história dos Rothschild – Parte 10 – A história dos Rothschild – Parte 11 –  A história dos Rothschild – Parte 12

A história dos Rothschild – Parte 13

realces de frases  e comentários nesta cor são da minha responsabilidade

5 comments on “A história dos Rothschild – Parte 14

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  2. maria celeste ramos
    9 de Julho de 2012

    Há 3 dias que a TV dá notícia das aldrabices do Barklays e Marcelo que não ouvia há tempos diz que em pequena escala é um Lhemons Brother que levou alguém à cadeia mas — e se se provar tudo terá de indemnizar de milhões de milhões os países que prejudicou – avho graça já que “parece” que Portugal só “deve” e Louçã aos gritos diz que não devemos tantos milhões que a Troika nos impinge – por mim não se perde nada por recusar pagar a usuários – não sei quem éa troika que anda a ddrenar tanto milhão para quem – O FMI sempre foi usurário – senão nem sequer existiria – a UE só sabe roubar Portugal (não falo nos ladrões internos que afinal aprenderam com os “mestres”)

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  3. M. Cezar
    10 de Julho de 2012

    É incrível como pode-se ter acesso às informações de inteligência americana simplesmente através do dinheiro. Isto é um grande exemplo de que em qualquer lugar, até mesmo em uma organização com documentos e relatórios totalmente sigilosos com prioridades de serviço secreto nacional existe alguém corruptível a uma “bela oferta”. E é desta maneira que se consegue também todo o senado norte-americano ao seu favor, todo o congresso nacional e por fim um bando de políticos corruptos que só vêem isto como uma forma de ganhar a vida e depois não vão passar de baratas a serem esmagadas pelos ashkenazis. Tá pra nascer um novo Andrew Jackson neste mundo.

    Trágico!

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