A Arte da Omissao

Velho ditado – a mentira tem perna curta

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Sibel Edmonds (FBI /9/11), que na esteira do 9/11 foi contratada como tradutora para a divisão de linguagem  do FBI e onde interpretou escutas telefónicas realizadas dentro dos Estados Unidos, nasceu na Turquia e fala várias línguas.

Ela descreve a divisão onde trabalhou como “uma unidade de segurança máxima do FBI.”  Foi a mulher classificada com o nível de segurança mais elevado e ao desvendar a criminalidade do FBI, as “lavagem de dinheiro, actividades de narcóticos e mercado negro nuclear convergente com actividades terroristas”, levaram-na a ser acusada pelo Departamento  de Justiça pelas figuras de John Ashcroft e Mueller Robert, de desvendar “segredos de Estado”.

Sua história é no mínimo angustiante e no entanto conseguiu provocar sérias dúvidas entre a população, sobre do relatório da Comissão do 9/11, e não parou. Para ter uma ideia da energia e tenacidade de Edmonds Sibel, veja o documentário denunciante, “Kill The Messenger“.

Pode ainda encontrar mais de seu trabalho no Boiling Frogs. Sibel também criou o National Security Whisleblower Coalition

Susan Lindauer (CIA / 9/11) – Susan é um ex activo da CIA que trabalhou com as embaixadas da Líbia e Iraque antes do 9/11. A seguir a esse dia, começou a revelar a cumplicidade da CIA no tráfico de heroína do Médio Oriente.

Falou também abertamente sobre como Israel tentou comprar oficiais e activos dos serviços secretos dos EUA. Pela primeira vez na história, foi revelado que um agente conhecido do Mossad, telefonou para a sua casa em Maryland quando estava em Bagdade, para a subornar a entregar uma relação de registos bancários do Iraque sobre os financiamentos do gasoduto da Al-Qaeda, prometendo ainda entregar uma mala cheia de dinheiro em qualquer cidade do mundo em troca dos papéis.

Susan posteriormente tornou-se no segundo cidadão não-árabe a ser preso sob a Lei Patriota, que culminou numa condenação de 5 anos  de prisão. Enquanto estava na prisão Susana  foi submetida a condições severas que poderiam ser consideradas de tortura em vários países. Ao contrário do que a maioria dos americanos pensa, Susan e os outros presos na solitária só foram autorizados a vir cá fora a cada dez dias e, mesmo assim, a quantidade real de tempo que estava fora eram perto de trinta minutos.

No vídeo abaixo ela fala sobre o que revelou sobre os avisos  pre-9/11 e todos os que se seguiram, publicados no seu livro Extreme Prejudice: The Terrifying Story of the Patriot Act and the Cover-ups of 9/11 and Iraq

Nota: Links e frases desta cor são da minha responsabilidade.

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This entry was posted on 6 de Janeiro de 2013 by in 11 de Setembro and tagged , .

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