A Arte da Omissao

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO CLUBE BILDERBERG – Introdução

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NÃO VOTEM NESTES! JÁ SE VENDERAM 

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO CLUBE BILDERBERG – de Daniel Estulin

Chamo a atenção que esta obra foi editada pela 1ª vez em 2005

——————————————–

Uma camarilha formada por alguns dos homens mais ricos, poderosos e influentes
do Ocidente que se reúnem secretamente para planejar eventos que depois, simplesmente,
acontecem. The Time (Londres, 1977)

E difícil reeducar a pessoa que foi educada no nacionalismo. E muito difícil
convencê-los de que renunciem a parte de sua soberania em favor de uma instituição
supranacional. Príncipe Bernardo, fundador do Clube Bilderberg

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Jim Tucker, falecido este ano, assina o prólogo da obra de Daniel:

Todo aquele que esteja interessado em saber mais sobre os poderes factuais que governam o mundo e influenciam a vida de todos os seus habitantes, ficará impressionado com este livro de Daniel Estulin. Daniel e eu colaboramos durante anos perseguindo Bilderberg, a organização secreta internacional integrada por líderes políticos, financeiros e corporações multinacionais.

Em muito do que tenho escrito sobre Bilderberg durante os últimos anos usei informação obtida pelo Danny. Sem sua ajuda, a American Free Press não poderia saber onde se celebraria a reunião do Clube Bilderberg em 2005. O trabalho do Daniel é mais académico que o meu. Cita os fatos em toda sua  crueldade e credita suas fontes em notas. Eu improviso com o que sei diretamente de fontes procedentes de Bilderberg e confio-me ao julgamento da História que, até agora, tem sido amável comigo.

Aprendi muito sobre o Bilderberg lendo partes do manuscrito do Daniel antes da sua publicação. Se, depois de perseguir o Clube Bilderberg por toda a Europa e América do Norte durante trinta anos, o livro do Daniel ainda tem coisas a me ensinar, pode apostar que todo mundo aprenderá coisas nele e, além disso, achará essa aprendizagem fascinante. Este livro produzirá reacções em si, que irão da fascinação ao ultraje. E, assim que virar esta  página, começará uma emocionante viagem pelos intestinos do Governo Mundial na sombra.

6 – INTRODUÇÃO

O alvorecer de uma nova era: Escravidão Total

Neste livro pretendo contar parte da verdade do nosso presente e futuro próximo e que ninguém traz a luz. A verdadeira história do Clube Bilderberg documenta a história desumana da subjugação da população por parte de seus governantes. O leitor assistirá ao nascimento de um Estado Policial Global que ultrapassa o pior pesadelo do Orwell, com um governo invisível, onipotente, que toma os fios da sombra, que controla o governo dos Estados Unidos, a União Européia, a OMS, as Nações Unidas, o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e  qualquer outra instituição similar.

Tudo está aqui: a história do terrorismo promovido pelos governos, o atual controle da população através da manipulação e do medo e, o mais espantoso de tudo, os projetos futuros da Nova Ordem Mundial. Sei que é certo que as pessoas e as organizações não são, nem absolutamente “más”, nem absolutamente “boas”. Sei que dentro delas, igual ocorre com cada um de nós, existem necessidades de sobrevivência, domínio e poder lutando contra as necessidades de filantropia e de amor para dominar seu comportamento. Mas, parece que no Clube Bilderberg prevalecem (embora não seja de forma absoluta) as necessidades de poder. Estas matizes de nenhuma maneira subtraem a importância da terrível situação de alienação a que nos estão levando.

Sou consciente de que “os senhores do mundo” também farão coisas construtivas na sua vida (uns mais e outros menos); embora, como já se encarregam de fazer pública esta informação através dos meios de comunicação, evitei-a em meu livro: hei-me centrado nesse outro “lado obscuro” irreconhecível, secreto e perverso dos membros do Clube.

Também é evidente que algumas das pessoas que estão no poder têm ideais mais elevados e consistentes que as pessoas das quais falo neste livro. Muitos grandes empresários, políticos e, inclusive alguns de seus colaboradores, lutam para colocar limites à depravação do Bilderberg, alguns de fora, outros de dentro, embora, isso sim, todos de forma encoberta. Meu agradecimento para eles (pois supõem para mim uma grande fonte de informação e de animo) e a preocupação por sua segurança me impedem de desvelar seus nomes neste livro.

Tampouco este interesse por dominar o resto do mundo é uma novidade na história da Humanidade. Já antes outros  tentaram. Em antigas civilizações de nosso planeta houve escravidão e abusos por parte da elite dominante. Em épocas
anteriores da História vimos medidas draconianas impostas sobre as nações, mas o que nunca se viu, foi um ataque como este aos direitos das pessoas e à democracia. O lado obscuro do Clube Bilderberg – a pior maldade a qual nunca enfrentou a Humanidade – está entre nós, usa os novos e amplos poderes de coação e terror que a ditadura militar-industrial global requer, para acabar com a resistência e governar aquela parte do mundo que resiste a suas intenções.

O desenvolvimento das comunicações e da tecnologia, unido ao profundo conhecimento de engenharia (manipulação) da conduta, está a favorecer que, o que em outras épocas foram só intenções sem consumação, hoje se estejam a converter em realidade. Cada nova medida, por si só, pode parecer uma aberração, embora o conjunto de mudanças que formam parte do processo contínuo em curso constituem um movimento para a Escravidão Total.

Durante as ultimas décadas os grandes psicólogos (Freud, Skinner, Jung…) foram utilizados, para os fins do governo mundial, através de institutos como Tavistock, ou Stanford, organismos colaboradores do Clube Bilderberg, embora não saibamos até que ponto foram estes informados dos objectivos da dominação mundial do Clube. As investigações e os ensaios sobre o comportamento humano foram demonstrando que a dominação deste não pode provir do castigo, nem dos reforços negativos, mas sim dos reforços positivos. Os reforços negativos, embora produzam, em certa medida, o comportamento desejado por quem o induz, vão indevidamente acompanhados de sentimentos de raiva, frustração e rebeldia nas pessoas as quais são aplicados e por isso, esse tipo de técnicas caiu em desuso. Os poderosos têm descoberto que o reforço positivo é a única maneira de provocar nas pessoas, a quem lhes aplica, o comportamento desejado sem ressentimentos, nem rebeldia e de maneira estável.

O reforço positivo está a ser aplicado ao estilo dos conhecidos livros do Admirável mundo novo, do Aldous Huxley, e Walden Dois, do B. E. Skinner: dar algo positivo às pessoas quando cumprem as normas impostas pelo Clube, mas fechando qualquer possibilidade de que as mesmas sejam analisadas ou se questionadas.

Os senhores do mundo tentam fazer que a gente se sinta “bem” e “responsável” quando faz o que eles dispõem; durante os últimos trinta anos a população tornou-se cada vez mais obediente e submissa (por exemplo, vemos ultimamente como se promove o voluntariado, elogiando e “heroificando” os que a ele se unem, embora o seu fim seja reduzir o mal-estar provocado na sociedade pelo desemprego e assim prevenir os “distúrbios sociais”).

Para saber até onde podem chegar, sem que a população se revolte, estão a realizar múltiplas experiências, como a atual campanha contra o tabaco. Que se  fume ou não, não é algo tão importante para os governos como parece. Muito mais nefasto para a saúde da população são os gases que os carros libertam e, contra os quais não se faz nada. Embora os técnicos que aplicam as campanhas antitabaco acreditem, fervorosamente, nessa necessidade; acima é só mais um teste, sobre a submissão da população, e sobre o qual devem estar bastante contentes com os resultados: observem o que ocorre no Metro, ou no AVE, se a algum “louco” lhe ocorre acender um cigarro. Em seguida será observado como se se tratasse de um leproso e alguém lse aproximará para lhe dizer, educadamente, que é proibido fumar.

Observem também a cara de satisfação de quem faz o comentário: a mesma de quando tirava uma boa nota no colégio, ou quando ajuda alguém: a satisfação de ter concluído o seu dever e de sentir-se “apropriada” por formar parte do sistema.  Vocês podem recordar se esta atitude era habitual há vinte ou trinta anos? Num nível muito mais profundo, dentro da sociedade civil, há um pacto, um pacto de silêncio e passividade.

Talvez muitos se dêem conta de que não se pode defender a “democracia” destruindo-a, mas decidem calar e seguir com as suas cómodas rotinas cotidianas: o que ocorre não os afeta. O problema é que sim, afecta-os. A batalha está a ser iniciada e neste preciso instante e a ditadura global – o Governo Mundial Único – está a ganhar.

O objetivo desta batalha é defender nossa privacidade e os nossos direitos individuais, a pedra angular da liberdade. Implica Congresso dos Estados Unidos,  União Europeia; tribunais, redes de comunicação, câmaras de vigilância, militarização da polícia, campos de concentração, tropas estrangeiras estacionadas em solo americano, mecanismos de controle de uma sociedade sem dinheiro efectivo, microchips implantáveis, monitorização à distância por satélite GPS, etiquetas de identificação por radiofreqüência (RFID), o controle da mente, da sua conta bancária, os cartões inteligentes e outros dispositivos de identificação que o Grande Irmão nos impõe e que interligam os detalhes da nossa vida a enormes bases de dados secretas do governo.

Consciência de Informação Total. Escravidão Total

Estamos perante uma encruzilhada. Os caminhos que tomarmos agora determinarão o futuro da Humanidade e se entraremos no próximo século como um Estado policial electrónico global, ou como seres humanos livres, fruto de uma consciencialização colectiva, que tenha lugar nos Estados Unidos, e no resto do mundo livre frente as atividades criminosas da elite global.

Bilderberg, o olho que tudo vê, o Governo Mundial na sombra, decide numa reunião anual, completamente secreta, como se devem levar a cabo os seus diablicos projetos. Terminadas estas reuniões, indevidamente, seguem-lhes a guerra, a fome, a pobreza, a derrocada abrupta de governos; surpreendentes mudanças de políticas, sociais e  monetárias. Tal regime depende absolutamente da capacidade do Clube em manter a informação silenciada e reprimida. Esse é seu tendão de Aquiles.

Quando se começa a descobrir o jogo, o transe coletivo sobre o qual se baseiam começa a vir abaixo. No capítulo sobre o Grande Irmão explico como o Grupo Bilderberg nos pretende manter submetidos, mediante o controle que exercem sobre a CE, Nações Unidas e o governo dos Estados Unidos.

Para controlar a nossa reação ante os acontecimentos criados, o Grupo Bilderberg conta com nossas respostas passivas e submissas e não se verá decepcionado enquanto nós, como mundo livre, sigamos respondendo como temos feito até agora.

Skinner, colaborador do Instituto Tavistock e colaborador do Clube Bilderberg, considera incompetente a população geral para educar seus filhos e propõe como sociedade ideal aquela em que os filhos são separados da família após nascimento, enviados para centros onde sejam educados pelo Estado. Seus familiares só podem passar alguns momentos com eles (nunca em privado) e no caso, por exemplo, de quererem  comprar um presente, tem que comprar outros para os companheiros do seu grupo, de maneira que os pais acabam por sentir-se desvinculados de seus filhos. O Estado paga aos pais por seus filhos uma quantia estipulada. A Unesco foi criada com o objetivo expresso de destruir o sistema educativo. Nossa resposta inadequada à crise e o que esperavam os engenheiros sociais do Tavistock.

Outra forma de manipulação de conduta, que utiliza o Clube Bilderberg, é conseguir que a gente obtenha algo que quer, em troca de renunciar a outra (principalmente a liberdade). Mais adiante explico como vai surgir uma onda de sequestros infantis, promovidos por eles, para levar os pais a uma situação de insegurança e ansiedade tão terríveis, que eles mesmos solicitarão a implantação de microchips nas crianças, para tê-los permanentemente localizados. Este é mais um passo para a Escravidão Total. A manipulação da população será levada a cabo através de um fluxo estável de notícias nos meios de comunicação sobre microchips e a sua globalização. Os meios de comunicação do mundo são os veículos simbólicos mediante os quais o jogo de oferta e demanda de bens, controla a população.

Entretanto, não terá que esperar que a “imprensa livre” soa o alarme. Os meios de comunicação mundiais  formam parte da elite globalizadora, como demonstro no capítulo “A verdadeira história do Clube Bilderberg”, uma organização ultra-secreta que o continua a ser graças à cumplicidade da imprensa mundial.

Num mundo materialista, no qual os exibicionistas se dedicam ao jornalismo e ao espetáculo (acaso há alguma  diferença?), estes se auto censurarão e satisfarão os supostos interesses de seus amos e, frequentemente, com a astúcia de escravo, conseguirão agradá-los. Há poucas, ou nenhuma vantagem material na honestidade, ou nos princípios. As vantagens materiais dominam tudo, ponto. Neste contexto, as palavras usam-se não como argumentos num debate, a não ser para acabar com a discussão.

E falando da natureza humana, o poder corrompe. Corrompe os que o têm. E corrompe os que procuram influenciar os que o têm. Os meios de comunicação há muito que fazem parte do mundo das elites. A imprensa livre é um mito porque é propriedade dos poderosos. Só quando for propriedade de muitos cidadãos anónimos será possível a existência de uma imprensa realmente livre, apoiada no nosso “direito a saber”. Esta é outra questão oculta: o pacto de silêncio, activo ou passivo. Os periódicos importantes, as rádios nacionais e as cadeias de TV negam-se a cobrir o tema e não se atrevem a falar dele! (cá, o Balsemão encarrega-se disso)

Essa é a principal justificação da existência de uma imprensa livre, apesar de todas as suas imperfeições manifestas. Essa é precisamente a razão pela qual ditadores, oligarcas, juntas militares, imperadores e tiranos, ao longo da História
procuraram censurar o debate e sufocar a livre disseminação de opiniões e  informação. Por isso o Grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral, a Mesa Redonda, o Conselho de Relações Exteriores, a Comissão Européia, as Nações Unidas, o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Clube de Roma e centenas de organizações preferem levar a cabo suas gestões a favor do público em privado.

Os gerifaltes não querem que saibamos o que planeiam fazer connosco. O totalitarismo é uma solução patológica a uma vida insegura e atomizada, pois permite vender à vontade imagens demagógicas à populações  desmoralizadas. Este fato geral foi facilmente entendido pela força diretriz onipresente em organismos multinacionais como a Comissão Trilateral, o FMI, o secreto Conselho de Relações Exteriores e outras entidades  corporativas financistas-estatais, que formam parte de uma “rede universal” junto com o Grupo Bilderberg, que é o tumor dominante do sistema entrelaçado (que funcionava antes do retorno a um futuro “sem alternativa”).

Manter a maioria da população num estado contínuo de ansiedade interior funciona, porque a gente está muito ocupada a assegurar a nossa própria sobrevivência, ou a lutar por ela, assim como, para colaborar na constituição de uma resposta eficaz. A técnica do Clube Bilderberg, repetidamente utilizada, consiste em submeter a população e levar a sociedade a uma forte situação de insegurança, angústia e terror, de forma que a gente chegue a sentir-se tão transbordada, que peça aos gritos uma solução, seja ela qual for. Explicarei detalhadamente neste livro como aplicaram esta técnica com as faixas nas ruas, as crises financeiras, as drogas e o atual sistema educacional. 

Não esperemos, pois, castigos, nem agressões claros e explícitos por parte dos senhores do mundo sobre a população em geral (sim sobre pessoas concretas), pelo menos até que consigam reduzir a população até o nível que consideram “manejável” e estejam seguros de não perder o controle sobre ela. Sua tática, por hora, é muito mais sutil e matreira; estão a utilizar o conhecimento de todos os “grandes cérebros” do último século para conseguir os seus objetivos: a submissão absoluta da população.

O Clube Bilderberg está a lutar para romper a fortaleza psicológica do indivíduo e deixá-lo sem defesas. Um dos muitos meios para conseguir este propósito é a insistência atual em potencializar o trabalho em equipe na educação e no âmbito trabalhista, de maneira que nos acostumemos a renunciar as próprias idéias em benefício do grupo. Cada vez são menos os que defendem o pensamento individualista e crítico. Estamos a chegar a uma situação em que os “lobos solitários” começam a sentir-se envergonhados da sua existência. Com respeito ao âmbito educativo, também é imprescindível dar a conhecer que os estudos realizados pelo Clube Bilderberg demonstram que conseguiram baixar o Coeficiente Intelectual da população, obrigando principalmente a redução da qualidade do ensino, planeado e executado faz anos pelo Clube; embora, é óbvio, publicamente se lançe periodicamente a notícia de que o Coeficiente Intelectual médio está a subir.

Eles sabem que, quanto menor o nível intelectual dos indivíduos, menor é a sua capacidade de resistência ao sistema imposto. Para conseguir isto, não só manipularam os colégios e as empresas, como se apoiaram na sua arma mais letal: a televisão e seus “programas sem qualidade” que afastam a população de situações estimulantes e conseguem assim adormecê-la. O objetivo final deste pesadelo é um futuro que transformará a Terra num planeta-prisão mediante um Mercado Único Globalizado, controlado por um Governo Mundial Único, vigiado por um Exercito Unido Mundial, regulado economicamente por um Banco Mundial e habitado por uma população controlada mediante microchips, cujas necessidades vitais se reduziram ao materialismo e à sobrevivência: trabalhar, comprar, procriar, dormir, tudo conectado a um computador global que fiscalizará cada um dos nossos movimentos. 

Porque, quando você compreender o que está a acontecer, começará a entender que muita gente importante – gente na qual acredita, que admira, a que busca para que o guie e a qual tenta apoiar ─, gente que você acreditava, que trabalhava para nós, a favor da liberdade (os líderes escolhidos democraticamente, os delegados europeus não escolhidos pelo povo, os líderes da sociedade civil, a imprensa), todos os que deveriam proteger zelosamente nossa liberdade, na realidade trabalham para eles, a favor de interesses que pouco tem a ver com a liberdade.

Sivanandan, director do Instituto de Relações Raciais, disse: “A globalização estabeleceu um sistema económico onolítico; o 11 de Setembro a ameaça, engendrando uma cultura política monolítica. Juntos, supõem o fim da sociedade civil.” É o nascimento da Escravidão Total.

A UE não é imune a esta nova ideologia, está a ajudar a formá-la. Os governos europeus conspiraram para obter o que cinicamente se chama “luta contra o terrorismo”, com o vergonhoso bombardeio e posteriores sequelas no Afeganistão e Iraque, acontecimentos vendidos a uma população desmoralizada e abatida, como atos patrióticos cheios de entusiasmo.

Como ocorre com todos os valentões, a maior ameaça à vida provém do próprio sistema de terror que se supõe proteger aos cidadãos do mesmo. Ou seguimos acreditando nas mentiras propagadas pelos políticos e pelos meios de
comunicação, que dizem que a guerra do Afeganistão foi levada a cabo para defender a liberdade, acabar com o talibã, capturar Bin Laden e estabelecer a democracia e igualdade de direitos? Benjamim Disraeli, primeiro-ministro da Inglaterra, apontou que “o mundo é governado por personagens muito distintas do que pensam os que não estão entre bastidores”.

Desde 1994, quando David Rockefeller exigiu que se acelerassem os planos para o impulso final da conquista global, toda a população do planeta se viu afligida com uma crise financeira e ambiental, uma após outra; paralisada por um terror de baixa intensidade; uma técnica, conforme demonstro neste livro, usada com frequência pelos engenheiros sociais, como condição necessária para manter seus sujeitos num desequilíbrio perpétuo. A Nova Ordem Mundial alimenta-se de guerras e de sofrimento; de descalabros financeiros e crises políticas, para manter a expansão do seu esmagador movimento. Apoia-se no nosso medo à liberdade.

Por isso, no caso do Afeganistão e Iraque, logo que pareça que terminou a guerra já se ouviam vozes a perguntar: “Quem será o seguinte?” Irão, Síria, China, Rússia.  As armas são o pão nosso de cada dia. Obtêm-se benefícios das grandes e pequenas guerras. Ordem Mundial Única. Escravidão Total. “O terror armado”, nas palavras do professor John McMurtry da Universidade Guelph do Canadá, “não é o essencial, a não ser o acessório do significado do novo totalitarismo. É uma forma de governo muito mais eficaz que o terror apoiado na força militar que é mais directo, mas, expõe o sistema a outra forma de resistência”.

A História ensina-nos por analogia, não por identidade. A experiência histórica não implica estar no presente e olhar para trás.Implica olhar o passado e voltar para o presente com um conhecimento mais amplo e mais intenso das restrições de nossa perspectiva anterior.  A placa 79 dos Desastres da guerra, de Francisco de Goya, mostra a donzela Liberdade tombada de barriga para cima, com o peito descoberto. Umas figuras fantasmagóricas jogam com o cadáver, enquanto uns monges cavam sua tumba. A verdade morreu. Morreu a verdade. Como soa esta perspectiva? Não depende de Deus nos libertar da “Nova Era Obscura” prevista para nós. Depende de nós.

Temos que levar a cabo as acções necessárias. A pessoa precavida vale por duas. Nunca encontraremos as respostas adequadas se não formos capazes de formular as perguntas apropriadas.

Nota: Frases e realces nesta cor são da minha responsabilidade

Faça o download desta obra aqui 

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12 comments on “A VERDADEIRA HISTÓRIA DO CLUBE BILDERBERG – Introdução

  1. Octopus
    29 de Junho de 2013

    Jim Tucker foi quem inicio a denúncia do Clube Bilderberg, foi sempre a pessoa em quem eu acreditei.

    Daniel Estulin é uma personagem duvidosa que se aproveitou desse facto, e que é actualmente o que lidera a denúncia desse clube. Tem um passado nebuloso, um palavriado comercial e penso estar indirectamente, ou não, manipulado pelo sistema. Li todos os livros, alguns dos quais em espanhol quem ainda não estavam editados em português. Conta algumas verdades, muitas já conhecidas de todos. É demasiado fanfarão.

    Outro elemento dessa tríada é Alex Jones que fala de tudo e mais alguma coisa e que tem uma estação televisiva em que denuncia, além do Clube Bilderberg, muitas conspirações. Penso que faz parte integrante do sistema para dar a sensação de alternativa como bobo da corte que entretem o povo.

    De qualquer maneira, o Clube de Bilderberg existe mas tornou-se “democrático”, até têm um site na internet onde divulgam a lista dos participantes! Tem influência, sem dúvida, é lá que são testados os nossos futuros governantes, mas esses fantôches colocados no poder para servir o sistema não são escolhidos nessas reuniões. Existem sim sociedades, essas sim muito mais secretas, onde essa escolha e liderança é feita.

    Um abraço

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    • urantiapt
      29 de Junho de 2013

      concordo com a visão que tem de Daniel. O que se pode tirar destas obras é o miolo e esse é fácil de avaliar a sua veracidade quando se leem as obras feitas à alguns anos.

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    • urantiapt
      29 de Junho de 2013

      só mais uma opinião.
      Os futuros governantes, que já são uns fantoches, têm uma importância vital para o plano.
      Basta olhar o que se passa em Portugal e Europa.

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    • Padeira D'Aljubarrota
      29 de Junho de 2013

      Não sei onde Daniel Estulin possa ser uma “personagem duvidosa”. Alguém que denuncia sem papas na língua uma seita desta dimensão, a mim, merece-me toda a consideração. De resto, basta olhar as palavras de Jim Tucker para se ter uma dimensão da coragem do escrittor Daniel Estulin. Pode chamar-lhe “fanfarrão”, o que quiser, mas acima de tudo trata-se de um acto de grande coragem tendo em conta o poder das seita.
      Na minha opinião o único lapso do Daniel Estulin, foi apelidar esta seita de “clube”, porque acabou por lhe emprestar um ar sério. Uma vez vindas a público as sistemáticas reuniões secretas, a seita não teve outra solução que não “democratizar-se” para dar continuidade ao tal “ar sério”. A verdade é que todo o sigilo à volta do tema das reuniões deita por terra todo o “ar sério” que possam dar cá para fora.

      Repare que o chefe da seita no território português, a “Eminência Parda” já lá anda desde o ano de 1988, e é o único rresponsável por arrebanhar os candidatos cá no burgo a fazerem parte da seita.

      Hoje sabemos tudo isto graças em parte ao Jim Tucker mas em especial ao Daniel Estulin porque teve a coragem de passar a denúncia em forma de letra.

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      • urantiapt
        30 de Junho de 2013

        Daniel perde pelo ar fanfarrão, mas Jim Tucker sempre corroborou a sua investigação.

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  2. Padeira D'Aljubarrota
    29 de Junho de 2013

    É complicado para mim ler um livro escrito em versão brasileira. Comecei a ler e rapidamente dei por mim a desviar a atenção para procurar “traduzir” algumas das expressões e termos utilizados na escrita brasileira. Perco tempo e desvio a atenção do essencial.
    Vou ter de insistir e procurar nas livrarias porque na Bertrand não tem disponível.

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  3. Octopus
    29 de Junho de 2013

    Já me interesso a alguns anos pelo Clude de Bilderberg, e cheguei à constatação que é verdade que dele saiem os futuros políticos que nos governam, mais que existem cúpolas acima dessa organização destinada a testar os que preenchem os requesitos para continuar os planos traçados.

    Quanto a Daniel Estulin, as versões em espanhol em que são escritas são bem melhores que as brasileiras ou portuguesas.

    De qualquer maneira, não acredito que ele seja um outsaider do sistema, penso antes pelo contrário que faz parte dele. Vou frequentemente ao seu site, e o que vemos? Uma imagem narcisista da sua pessoa: “os livros que escrevi”, as conferências em que participei”, ” as fotografias com este ou aquele”. Não, isto não me “cheira” nada de genuíno. Cavalga uma onde “que está a dar” para fazer dinheiro e sucesso.

    O mesmo se passa com Alex Jones, o “fala barato”. Claro que expões muitas coisas, mas bem vendo, é mais do que já sabemos. Por exemplo raramente ataca o lobby judaíco.

    O único verdadeiro era Jim Tucker, em que ninguém na altura acreditava e combatei essas reuniões que agora já não são secretas.

    O verdadeiro poder está nas sociedades, algumas académicas nos Estados Unidos, em que se tem de mostrar “pata branca” para entrar e outras ainda mais restritas com rituais de iniciação que desconhecemos, não nesse clube restrito que mais se parece com as reuniões badaladas de Davos.

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    • urantiapt
      30 de Junho de 2013

      essas sociedades e este club interligam-se. têm elementos comuns
      Rothschild e rockefeller são os donos do “clube”, porque eles estão no topo da pirâmide

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    • Padeira D'Aljubarrota
      1 de Julho de 2013

      As tais “sociedades” de que fala, penso que se está a referir às lojas da Maçonaria. Sem dúvida que o fio condutor é comum. A diferença reside apenas no poder tentacular global da seita Bilderberg e o poder tentacular local de cada loja maçónica.Mas o princípio é o mesmo: Controle do poder e tráfico de influências. Isto conseguido, eis a população obediente, passiva. Desconheço é se nas reuniões secretas da seita Bilderberg também vestem o avental.

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  4. Octopus
    29 de Junho de 2013

    Mo entanto, apesar do que disse, continua a ser um bom indicador e um viveiro de “fantoches”, futuros governantes.

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    • Padeira D'Aljubarrota
      1 de Julho de 2013

      Consulte a lista dos convidados da “Eminência Parda” desde que entrou na seita.
      Depois de feita a extensa lista, faça um apanhado do percurso político de cada um dos convidados depois do “entrosamento”. O “antes” e o “depois” de cada um deles é como ver os tentáculos de um polvo a multiplicarem-se.
      Resumindo em três tempos: Depois dos anos conturbados da revolução dos cravos e já com o pó assente, é o Pinto Balsemão que tem “nomeado” os primeiros ministros. Nós, os eleitores, convencidos de estarmos a fazer uma escolha pessoal no acto eleitoral, apenas estamos, inconscientemente, a concluir o seu trabalho.
      É por isso que o chamo de “Eminência Parda”.

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