A Arte da Omissao

a governação de falsa bandeira

A Constituição da República 

«A Constituição é a lei suprema do país.Consagra os direitos fundamentais dos cidadãos, os princípios essenciais por que se rege o Estado português e as grandes orientações políticas a que os seus órgãos devem obedecer, estabelecendo também as regras de organização do poder político.

Por outras palavras, estabelece a estrutura do Estado e define as competências dos principais órgãos de soberania (Presidente e Assembleia da República, Governo e Tribunais), regulando a forma como estes se relacionam entre si.

Todas as outras leis têm que respeitar a Constituição – se não a respeitarem, são inconstitucionais e, por isso, inválidas.

A Constituição da República Portuguesa foi aprovada em 1976 e desde então já foi modificada diversas vezes.

A Constituição é a principal lei do país. Consagra os direitos fundamentais de todos os portugueses, os princípios políticos essenciais, as suas políticas gerais, as formas de representação do seu povo e as regras do regime político.

Define também a estrutura do Estado, ou seja as funções dos quatro órgãos de soberania (Presidente da RepúblicaAssembleia da RepúblicaGoverno e Tribunais) e dos órgãos de poder político (regiões autónomas e autarquias) e a forma como se relacionam entre si.

Todas as outras leis, decisões ou atos dos portugueses têm que respeitar a Constituição – se não a respeitarem, são inconstitucionais e, por isso inválidas.

A atual Constituição foi aprovada em 1976 e desde então já foi modificada algumas vezes.» (fonte)

OS TRIBUNAIS

«Os tribunais administram a justiça e são o único órgão de soberania não eleito.

Os tribunais dos regimes democráticos caracterizam-se por serem independentes e autónomos. Os juízes são independentes e inamovíveis (que não podem ser afastados do seu posto), e as suas decisões sobrepõem-se às de qualquer outra autoridade.

Entre os tribunais, destaca-se o Tribunal Constitucional – que é o último árbitro de que uma lei está de acordo com a Constituição. As leis ou disposições que o tribunal julgue inconstitucionais deixam automaticamente de estar em vigor.»(fonte)

Começo pela Constituição da República. Ao a ler, acho que será necessário que o governo triplique os conceitos expostos, uma vez que o ênfase aplicado, não está a ser assimilado por ele próprio.

Mas não fiquemos só pelo governo. Existem também uns palhaços que agora fazem política (desculpem, comentam política) nos 3 canais televisivos maioritários,  sendo que um deles acha que a pressão exercida pelo PM ao TC é legítima, uma vez entender que este último «estará a fazer um «bloqueio» ao se opor à redução de salários e, ao mesmo tempo, à redução de pessoal.» 

O governo não está a por em prática a REFORMA DO ESTADO. Esteve e continua só a CORTAR, atingindo sempre os mesmos.  É preciso baixar a despesa do Estado. Concordo. Então tinham começado com a dita “reforma” no início da governação e seria o governo a dar o PRIMEIRO exemplo. A redução do nº de deputados da Assembleia da República. Onde está a contenção quando vemos na televisão a frota automóvel desta escumalha?  Para não falar das PPP, Swaps, roubos bancários aos seus clientes e por aí fora.

Mas como só andaram a CORTAR, agora podem facilmente justificar que «As pensões indexadas à remuneração de trabalhadores no ativo já foram afetadas pelos cortes salariais – caso dos juízes e militares na reserva – razão porque estão excluídas dos cortes aos pensionistas, justifica o Governo.». Isto não é REFORMA DO ESTADO, são só CORTES.  Logo o TC tem de se pronunciar. Qual é o problema?

Eu digo-vos qual é o problema.  Os caciques têm de cumprir as directrizes do grande $ (a tal Nova Ordem Mundial que tem sido muito bem representada pela Troika).

Os tentáculos do grande $ besuntam muitos bolsos, menos os dos que perderem o emprego e já não têm DIREITO ao apoio do Estado, sendo ABANDONADOS por ele.

Os seus tentáculos não chegam aos bolsos de muitos idosos, que mal conseguem ter um abrigo, comer e tomar os seus medicamentos.

Os seus tentáculos não chegam aos bolsos dos  que Se não estás satisfeito, a porta de saída é ali.

Os seus tentáculos não chegam aos bolsos dos escravos, cujos empregadores que NÃO PASSAM POR DIFICULDADES, os “OBRIGAM” a trabalhar fora dos seus horários sem “PICAREM”o ponto ….

O grande $ sem os seus caciques não atingem os seus objectivos

E nós Portugueses, somos os maiores responsáveis.

 

À 3ª só cai quem é burro. 

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This entry was posted on 18 de Agosto de 2013 by in classe política, corrupção, Portugal and tagged , , , .

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