A Arte da Omissao

Compreender o secretismo à volta dos UFOs – 3ª parte

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Tradução do artigo Understanding UFO Secrecy de Steven M. Greer, de Abril 199

As teias que tecemos

Se o foi descrito anteriormente não foi suficiente para justificar o sigilo, lembrem-se das coisas extraordinárias que têm sido feitas para  o manter. A infraestrutura necessária para manter e ampliar o nível de sigilo, que pode enganar presidentes, directores da CIA, altos líderes do Congresso, primeiros-ministros europeus e afins é substancial – e ilegal. Deixem-me ser claro, a entidade que controla o assunto OVNI e as tecnologias relacionadas tem mais poder do que qualquer governo no mundo, ou líder mundial.

Ciente que essa situação poderia surgir, o presidente Eisenhower, em Janeiro de 1961, alertou-nos sobre o crescente “complexo militar e industrial”. Este foi o seu último discurso como presidente ao mundo – estava a avisar-nos directamente da situação assustadora,  que ele teve conhecimento pessoal. Eisenhower tinha visto a nave e os corpos dos ET’s falecidos. Ele sabia dos programas secretos que lidavam com a situação. Mas ele também sabia que  tinha perdido o controle dos projectos e que eles lhe mentiam sobre a extensão e natureza das actividades de pesquisa e de desenvolvimento.

De facto, o actual estado avançado do segredo é uma operação quase governamental, quase híbrida, quase privatizada e é internacional – as funções estão fora da alçada de um só serviço ou de qualquer governo. “O Governo” – como você, eu e Thomas Jefferson o vemos, está realmente muito fora do círculo. Em vez disso, um projecto de selecção, rigidamente controlado e compartimentado como ‘black’ ou não reconhecido, controla estas questões. O acesso é por inclusão, não importa se é director da CIA,  presidente, presidente do Senado de Relações Exteriores ou secretário-geral da ONU, simplesmente não vai saber ou ter acesso a esses projectos.

Na verdade, a situação é tão calamitosa que altos líderes do Joint Chiefs of Staff do Pentágono que contactei não tem mais acesso a esses projectos – a menos que estejam no “interior” por algum motivo. Mas isso é raro.

Essencialmente, a gestão secreta desta matéria opera como parte de um programa governamental internacional e super secreto, e de uma operação privatizada do crime organizado: É mais como uma máfia secreta do que um governo, como seria normal pensar.

Para adquirir e manter tal poder todos os tipos de coisas foram e são feitas. Somos lembrados do poema de Robert Frost, em que ele descreve “as teias que tecemos … ‘. Mas como extrair tal entidade de tal teia de segredos, fraudes, mentiras e insubordinação?

Para ser mais específico, este grupo tem usurpado do poder e direitos ilegalmente atribuídos. É extra constitucional, tanto nos EUA,  Reino Unido e noutros países ao redor do mundo. É, portanto, um empreendimento criminoso e uma conspiração de primeira ordem. Além disso, cometem crimes, onde se incluem assassinatos, homicídios, sequestro, roubo de tecnologia e assim por diante.

Vou conceder a possibilidade de que, pelo menos inicialmente, este compromisso secreto tivesse sido projectado para manter o sigilo e evitar a instabilidade. Mas os riscos das divulgações acidentais – ou de um líder nacional ou mundial decidir legalmente que chegou o momento da divulgação – tornou essencial que fosse tecida uma teia de maior sigilo e de operações ilegais. E agora, a teia  fechou-se na própria operação.

Ou seja, a complexidade dos projectos compartimentados, o grau de actividade inconstitucional e não autorizada, a “privatização” (ou roubo) por parceiros corporativos (a parte ‘industrial’ dos militares – complexo industrial) das tecnologias avançadas, a continua mentira aos líderes legalmente eleitos e nomeados – tudo isto e muito mais têm contribuído para a psicologia do contínuo sigilo – porque a divulgação exporá o maior escândalo registado na história.

Por exemplo, como é que o público reagirá ao fato de vir a saber que a degradação do ecossistema da Terra, a perda irrecuperável de milhares de espécies de plantas e animais extintos devido à poluição, eram evitáveis –  se e somente uma honesta exposição desta informação tivesse ocorrido na década de 1950?

Como reagirá a sociedade ao saber que triliões de dólares foram gastos em projectos inconstitucionais e não autorizados, ao longo dos anos? E que esses dólares de impostos pagos pelos contribuintes têm sido utilizados por empresas parceiras neste segredo, no desenvolvimento de tecnologias baseadas no estudo dos objectos voadores extraterrestres,  as quais foram depois patenteadas e usadas em tecnologias altamente rentáveis? 

Mas isso não resolve o roubo da propriedade intelectual das tecnologias. Enquanto a geração da energia básica e as tecnologias de propulsão forem retidas, essas empresas parceiras têm lucrado muito com outros avanços e benefícios em produtos electrónicos, na miniaturização e noutras áreas afins. Esta transferência secreta da tecnologia constitui um roubo de vários triliões de dólares de tecnologias que  devem ser do domínio público, uma vez que foram os contribuintes que a pagaram.

E como reagirá o público ao facto do programa espacial de vários triliões de dólares, que usa veículos de combustão interna e similares, ter sido uma experiência primitiva e desnecessária, já que as tecnologias muito mais avançadas e sistemas de propulsão já eram conhecidas antes de irmos à lua?

A NASA e agências relacionadas têm, na sua grande parte, sido também vítimas desse sigilo, como os governos e o público. Apenas uma pequena fracção, muito compartimentada de pessoas da NASA sabem das reais tecnologias ET escondidas nestes projectos. Certamente o meu tio, que ajudou a projectar o módulo lunar que levou Neil Armstrong à Lua, foi tão vítima de alguém, na medida em que lhe foi negado o acesso a esses avanços tecnológicos. Ele teve que contar com a velha física e as antigas tecnologias de propulsão a jacto de combustão interna como todos os outros. Que vergonha.

A realidade inevitável é esta: Este projecto secreto, não importa o quão bem-intencionado tenha sido inicialmente, seguiu depois com o seu próprio poder secreto. Abusaram desse poder. Sequestraram o nosso futuro em 50 anos. E o escândalo de tal fato resultará numa tal consternação na sociedade e governos cujas consequências dificilmente podem ser imaginadas. Na verdade, poderá ser catastrófico do ponto de vista social e político. 

Na verdade, se exposto no final dos anos 1940 e início dos anos 1950, poderia ter resultado em instabilidade real ainda nos dias de hoje. Mas a situação de hoje é realmente muito pior do que isso. Tudo o que está escrito acima é ainda ofuscado por um problema maior:  o grupo secreto que gere estes projectos negros relacionados com OVNIs teve também uma influência exclusiva sobre os primeiros passos da relação embrionária extraterrestre-humana, que foi  tragicamente mal administrada – quase a ponto de uma verdadeira catástrofe global.

Pois o que acontece quando se deixa um grupo militarmente orientado e não eleito, isto é, auto eleito, lidar sozinho com as relações entre espécies, entre humanos e ETs? Bem, como na maioria das áreas, se você usar óculos cor de rosa o mundo inteiro parece vermelho. E se você usasse óculos militares, cada desenvolvimento novo e descontrolado seria visto como uma potencial ou real ameaça militar.

A natureza de tal grupo – que é excessivamente controlado e incestuoso – é que é homogéneo na visão de mundo. Poder e controle são qualidades proeminentes. Tal sigilo extremo cria um ambiente muito perigoso onde os freios e contrapesos, de dar e receber, estão em falta. E, nesse ambiente, decisões muito perigosas podem ser tomadas com feedback inadequado, a discussão ou  visão de perspectivas que são necessárias, são excluídas pela força.

Neste ambiente de extremo sigilo, de militarismo e paranóia, descobrimos que acções imensamente perigosas foram tomadas contra o ETs. Na verdade, temos várias fontes internas que nos descreveram o uso de tecnologias cada vez mais avançadas para rastrear, atacar e destruir bens extraterrestres. Se houver mesmo a hipótese de que 10% seja verdade (eu estou convencido de que é 100% exacto) estamos a lidar com uma crise diplomática e social global que foge totalmente ao nosso controle, e que coloca todo o planeta em risco. 

Lembrem-se, projectos secretos de engenharia reversa resultaram em enormes saltos quânticos para a frente, em tecnologias que, uma vez aplicada a sistemas militares, poderão ser uma ameaça real para os ET, os quais podem estar aqui em paz. As tentativas para rapidamente militarizarem o espaço (1), resulta provavelmente de uma visão míope, militarista e paranóica dos projectos extraterrestres e das suas intenções. Se não forem controlados, só podem resultar numa catástrofe. 

Na verdade, não importa o quão bem-intencionadas são as intenções deste grupo, urge a exposição para que os estadistas globais com uma nova perspectiva possam interceder nesta situação. Embora não tenhamos visto que as civilizações ET sejam hostis, é claro que será pouco provável que permitam a interferência sem restrições e crescente com as suas operações. A auto defesa é provável que seja uma qualidade universal. E embora uma tremenda restrição tenha sido demonstrada pelos ETs até o momento, pode haver um “fio da navalha cósmico”, se as tecnologias secretas dos humanos começarem a alcançar a paridade e nós estamos a usar essas tecnologias avançadas de forma bélica. A perspectiva é preocupante.

Precisamos de Carters, Dalai Lamas e outros estadistas internacionais envolvidas neste grande problema. Mas se o acesso é negado – e o assunto permanece desconhecido e fora da tela do radar global – ficamos com poucos não eleitos para decidir o nosso destino e agir em nosso nome. Isto tem de mudar, e já. O sigilo assumiu uma vida própria – é um cancro em crescimento que precisa ser curado antes que destrua a vida da Terra e de todos os que nela habitam.

As razões para o sigilo são claras: poder global, controle económico e tecnológico, o status quo geopolítico, o medo do escândalo envolvendo a exposição de tais projectos, o seu comportamento e assim por diante. Mas a única coisa mais perigosa que a divulgação é continuar com o segredo. A Terra está a morrer porque a estamos a matar. A relação promissora entre a humanidade e os seres de outros planetas está a ser militarizada e está tensa, por falhas de pensamento e falhas em programas que estão a ser executados completamente em segredo.

Por mais assustadora que a divulgação possa ser, com todo o seu potencial para a instabilidade e mudanças de curto prazo, o sigilo contínuo significa que vamos destruir a Terra através da nossa loucura e ganância. O futuro da humanidade, que foi adiado e sequestrado durante os últimos 50 anos, não pode ser sequestrado por mais 50. Porque não temos mais 50 anos – o ecossistema da Terra entrará em colapso antes disso. Não há escolhas fáceis. Mas há um caminho certo. Você vai ajudar-nos? 

Compreender o secretismo à volta dos UFOs  – 1 ª parte

Compreender o secretismo à volta dos UFOs  – 2 ª parte

Compreender o secretismo à volta dos UFOs  – 3 ª parte

Nota: realces desta cor são da minha responsabilidade

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Este artigo de Steven M. Greer, director do disclosure project, participante no Citizen Hearing On Disclosure, realizador do documentário Sirius, foi escrito em 1999,  Infelizmente o secretismo mais uma vez foi passado para a nova década e continua ainda por revelar. Estamos a ficar sem tempo.

(1No dia 9 de Maio de 2001, cerca de 20 militares, agentes secretos e gentes de governos deram corpo a em testemunho cientifico no National Press Club em Washington, DC, para darem a conhecer a realidade sobre os Ovnis, formas de vida extraterrestre, energias avançadas e  novas tecnologias de propulsão. No vídeo abaixo, podem assistir ao testemunho da Drª Carol Rosin. Este testemunho e dos outros, (podem vê-los aqui), confirmam que o secretismo a partir de determinada altura, passou a ser essencial, para que o tal grupo que o Dr. Steven refere, aplicasse esse conhecimento à arte da guerra.

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2 comments on “Compreender o secretismo à volta dos UFOs – 3ª parte

  1. Pingback: Compreender o secretismo à volta dos UFOs – 1ª parte | A Arte da Omissao

  2. Chatice
    3 de Setembro de 2013

    O Steven M. Greer e o http://www.disclosureproject.org/ é uma operação de diversão, um plano de contigência, recordem-se da mensagem de William Cooper e de como foi por uma destas implementações de planos de contigência que ele resolveu “colocar a boca no trombone”, ver em http://www.youtube.com/watch?v=tMvLnZY9zR4.

    e depois em:
    – 1345 30-Mar-98 MAJESTYTWELVE #1 (intro missing)
    – 1346 31-Mar-98 MAJESTYTWELVE #2
    – 1347 1-Apr-98 MAJESTYTWELVE #3

    Mais em: http://www.hourofthetime.com/wordpresstest/?page_id=7576

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This entry was posted on 1 de Setembro de 2013 by in Novas Energias, Tecnologia, UFO, Universo and tagged .

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