A Arte da Omissao

Quem esteve por trás do ataque de 11 de Setembro

A tradução seguinte é referente a uma apresentação dada por Thierry Meyssan a 8 de Abril de 2002 no Zayed Center em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. O decorrer dos anos infelizmente provou, que a análise de Thierry sobre o 11 de Setembro era a mais correcta.

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Apresentamos a seguir a transcrição da apresentação dada por Thierry Meyssan a 08 de Abril de 2002 no Centro Zayed, em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), numa reunião organizada sob os auspícios da Liga Árabe e com a presença de corpo diplomático e imprensa internacional.

| 8 de Abril de 2002

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Sua Alteza, Excelências, Senhoras e Senhores

Nos primeiros minutos após o primeiro ataque ao World Trade Center, oficiais sugeriram à imprensa que a pessoa por trás dos ataques era Osama bin Laden, o epítome do fanatismo muçulmano. Não muito tempo depois, o recém-nomeado director do FBI, Robert Mueller III, enumerou dezanove kamikazes pelos nome e mobilizou todos os meios à disposição da sua agência para rastrear seus cúmplices. O FBI, no entanto, nunca empreendeu qualquer investigação, e em vez disso, organizou uma caça ao homem, o que, aos olhos de grande parte do público dos Estados Unidos, rapidamente assumiu a aparência de uma caça árabe. Isto chegou a um tal ponto que as pessoas foram incitadas a atacar – até mesmo matar – árabes considerados colectivamente responsáveis pelos ataques.

O Congresso nada investigou, o qual, a pedido da Casa Branca, renunciou exercer o seu papel constitucional, supostamente com o fim de não prejudicar a segurança nacional. Nenhuma investigação foi levada a cabo pelos representantes dos meios de comunicação social, convocados à Casa Branca e levados a absterem-se de seguirem quaisquer pista, por poderem prejudicar a segurança nacional.

Se analisarmos os ataques de 11 de Setembro, notamos de imediato que havia muito mais matéria para eles do que a versão oficial admitia.

1. Só temos conhecimento de quatro aviões, quando a determinada altura se tratava de 11. Além disso, um exame conduzido a informação privilegiada, mostra a existência de opções de vendas de acções, em negociações especulativas, de três empresas aéreas: American Airlines, United Airlines e KLM Royal Dutch.

2. A versão oficial não inclui o ataque ao anexo da Casa Branca, o Old Executive Office Building (chamado de “Eisenhower Building”). No entanto, na manhã do dia 11, a televisão ABC transmitiu ao vivo, imagens de um incêndio que assolava o edifício dos serviços presidenciais.

3. Nem a versão oficial teve em conta o colapso de um terceiro edifício do complexo do World Trade Center, (Edifício 7 – NdT) independente das torres gémeas. Este terceiro prédio não foi atingido por um avião. No entanto, foi também devastado por um incêndio antes de colapsar por razões desconhecidas. Este prédio continha em segredo, a maior base de operações da CIA do mundo envolvida em espionagem económica, a qual o lobby industrial e militar considerou um desperdício de recursos que deveria ter sido dedicado à recolha de informações estratégicas.

Se olharmos atentamente para o ataque contra o Pentágono, percebe-se que a versão oficial  é uma enorme mentira.

De acordo com o Departamento de Defesa, um boeing 757, voou cerca de 500 quilómetros (300 milhas) sem ser notado. Supostamente entrou no espaço aéreo do Pentágono, e ao descer para a relva que rodeava o heliporto, bateu no grama, quebrou uma asa ao colidir com um posto de transformação eléctrica, atingindo a fachada do rés do chão e primeiro andar, que foi totalmente consumida pelo fogo, sem deixar outros vestígios que duas caixas-pretas disfuncionais e pedaços de corpos dos passageiros.

Obviamente, é impossível que um Boeing 757 possa, ao longo de 500 quilómetros, escapar à detecção dos radares civis e militares, aos caças bombardeiros enviados à sua procura e a aos satélites de observação que tinham acabado de ser activados.

Também é obviamente impossível que um Boeing 757 possa entrar no espaço aéreo do Pentágono sem ser destruído por uma ou mais das cinco baterias de mísseis que protegem o edifício.

Quando se examina as fotografias da fachada do Pentágono, tiradas nos minutos seguintes ao ataque, não se vê nenhum vestígio da asa direita a arder na fachada, nem qualquer buraco nele por onde o avião possa ter sido engolido.

Aparentemente sem o menor medo de se expor ao ridículo, o Departamento de Defesa declarou que os motores a jacto, feitos de aço temperado, se tinham desintegrado com o choque do impacto – sem danificar a fachada. Alegou que o alumínio da fuselagem se queimou nos mais de 2.500° celsius no interior do edifício e foram transformados em gás, mas os corpos dos passageiros estavam pouco queimadas, permitindo mais tarde a sua identificação através das impressões digitais.

Respondendo aos jornalistas durante uma conferência de imprensa no Pentágono, um chefe dos bombeiros afirmou que “nenhum resto volumoso da aeronave” havia permanecido”, nem qualquer parte da fuselagem, nem qualquer coisa desse tipo.” Ele declarou que nem ele nem seus homens sabiam o que tinha acontecido ao avião.

Um exame mais profundo às fotografias oficiais do local do ataque, tiradas e publicadas pelo Departamento de Defesa, mostra que em nenhuma parte do Pentágono existe alguma marca do impacto que possa ser atribuído à queda de um Boeing 757.

É preciso reconhecer a evidência: é impossível que o ataque ao Pentágono de 11 de Setembro, que matou 125 pessoas, tenha sido provocado por um avião a jacto.

O local do ataque foi completamente mexido no dia seguinte com o início imediato das obras, resultando que muitos dos elementos necessários à reconstrução do que aconteceu, desapareceram. Os elementos que permaneceram, convergem no entanto, numa única hipótese que não é possível validar.

Um controlador de tráfego aéreo de Washington testemunhou ver no radar um objecto voando a cerca de 800 quilómetros por hora, movendo-se inicialmente em direcção à Casa Branca, mas que bruscamente  se virou em direcção ao Pentágono, onde parecia ter caído. O controlador de tráfego aéreo testemunhou que as características do voo eram tais que só poderia ser um projéctil militar.

Várias centenas de testemunhas alegaram ouvir “um ruído estridente como o ruído de um caça-bombardeiro”, mas nada semelhante ao ruído de um avião civil.

Testemunhas disseram que viram “algo como um míssil de cruzeiro com asas” ou um pequeno objecto voador”, como um avião que transportasse oito ou doze pessoas”.

O objecto voador penetrou no edifício, sem causar grandes danos à fachada. Passou vários dos anéis da construção do Pentágono, criando em cada parede que perfurava um buraco progressivamente maior. O buraco final, perfeitamente circular, media cerca de um metro e 80 de diâmetro. Ao atravessar o primeiro anel do Pentágono, o objecto provocou um incêndio gigantesco e repentino. Enormes chamas a arder dentro edifício lamberam as fachadas, e de seguida, recuaram tão rápido, deixando para trás uma nuvem de fuligem negra. O fogo espalhou-se através de uma parte do primeiro anel e ao longo de dois corredores perpendiculares. Foi tão repentino que o sistema de protecção contra incêndios não conseguiu reagir.

Todos estes testemunhos e observações correspondem aos efeitos de um AGM [míssil ar-terra] 86C da terceira (a mais recente) geração de CALCM , equipado com ogivas de urânio empobrecido e guiado por GPS [sistema de posicionamento global]. Este tipo de míssil, visto de lado, faria facilmente lembrar um pequeno avião civil, mas não é um avião. Produz um apito estridente comparável ao dos caça bombardeiros, podem ser guiados com tal precisão que podem ser dirigidos a uma janela, podem perfurar a blindagem mais resistente e podem desencadear incêndios – independente do seu efeito perfurador – que atingem temperaturas superiores a mais de 2.000 ° celsius.

Este tipo de míssil foi desenvolvido pela Marinha e Força Aérea e é disparado de um avião. O míssil usado contra o Pentágono destruiu parte do edifício onde o novo Supreme Naval Command Center estava a ser instalado. Após o ataque, o Chefe da Armada, Almirante Vern Walters, não compareceu na sala de crise do National Military Joint Intelligence Center, quando os outros membros dos Chefes dos Serviços Militares dos EUA se apresentaram lá. Em vez disso, abruptamente saiu do Pentágono.

Quem, então, poderia ter disparado tal míssil sobre o Pentágono? A resposta foi dada pelas revelações não oficiais de Ari Fleischer, porta-voz da Casa Branca, e Karl Rove, assessor sénior do presidente, aos jornalistas do New York Times e do Washington Post. Dezoito dias depois, estes homens anulam as informações dadas aos jornalistas, alegando ter falado sob stresse e grande emoção.

De acordo com pessoas próximas a George W. Bush, no decorrer da manhã, o serviço secreto recebeu um telefonema alegadamente dos que estavam por trás dos ataques, para fazerem exigências. Para darem crédito às suas exigências, os cérebros revelaram os códigos secretos que dão acesso às linhas telefónicas seguras à disposição do Presidente, para comunicar com segurança com as várias agências de inteligência e serviços, bem como para o acesso ao arsenal nuclear. Na verdade, apenas um número muito reduzido de pessoas com as mais altas autorizações de segurança, altos escalões do governo, poderiam ter esses códigos. Pode-se concluir que  pelo menos uma das pessoas por trás dos ataques do 11 de Setembro tem um cargo civil ou militar de topo no governo.

Para dar credibilidade à fábula dos terroristas islâmicos, as autoridades dos Estados Unidos inventaram os kamikazes.

Embora tivesse sido possível para um grupo bem organizado de pessoas levar armas de fogo para voos comerciais, os kamikazes aparentemente usaram corta papeis como armas. Diz-se que aprenderam a pilotar Boeing 757 e 767 no espaço de várias horas de treino num simulador, tornando-se melhores que pilotos profissionais. Este domínio permitiu-lhes realizar complexas manobras de aproximação durante o voo.

O Departamento de Justiça nunca explicou como estabeleceu a lista dos kamikazes. As companhias aéreas forneceram o número exacto dos passageiros de cada avião, e as listas de passageiros, incompletas, não mencionam as pessoas que embarcaram no último minuto. Na verificação das referidas listas, percebe-se que os nomes dos kamikazes não constam, e que apenas três passageiros não foram identificados no voo 11 e apenas dois no voo 93. É, portanto, impossível que 19 kamikazes tenham embarcado. Além disso, vários dos listados como kamikazes apareceram, vivos. O FBI, no entanto, afirma que os sequestradores foram definitivamente identificados e que informações complementares, como datas de nascimento torna improvável que eles pudessem ser confundidos com pessoas com o mesmo nome. Para quem duvida disto, o FBI tem uma prova ridícula: enquanto os aviões ardiam e as torres colapsavam, o passaporte de Mohammed Atta foi milagrosamente encontrado intacto nas ruínas fumegantes do World Trade Center.

A existência de sequestradores, esses ou outros, é confirmada por telefonemas feitos por vários passageiros a familiares. Infelizmente, essas conversas são conhecidas por nós apenas por ouvir dizer e não por terem sido publicadas, mesmo no caso das que foram gravadas. Assim, tem sido impossível verificar se elas foram realmente feitas a partir de um telemóvel particular ou a partir de um telefone a bordo. Aqui, também somos convidados a aceitar o que o FBI diz.

Além disso, não era obrigatório ter sequestradores para realizar os ataques. A tecnologia Global Hawk, desenvolvida pela Força Aérea, permite assumir o controle de um avião comercial, independentemente das intenções do seu piloto e pilotá-lo remotamente.

Resta o caso de Osama bi Laden. Se é geralmente admitido que era um agente da CIA ou colaborador durante a guerra contra a União Soviética no Afeganistão, a versão actual dos eventos afirma que ele se tornou o inimigo público número um dos Estados Unidos. Esta história não se aguentou ao escrutínio. O diário francês Le Figaro revelou que em Julho passado, Osmam bi Laden estava internado  no hospital americano no Dubai, onde foi visitado pelo chefe da CIA do escritório regional. A televisão CBS nos Estados Unidos revelou que, a 10 de Setembro, Osama bin Laden estava a fazer diálise no hospital militar de Rawalpindi, sob a protecção do exército paquistanês. E o jornalista de renome, o francês Michel Peyrard, que foi prisioneiro dos Talibã, contou que, em Novembro passado, Osama bin Laden estava a viver abertamente em Jalalabad, enquanto os Estados Unidos bombardeavam outras regiões do país. É difícil acreditar que o maior exército do mundo, vá para o Afeganistão para o prender, e não tenha sido capaz de o fazer, enquanto Omar conseguia escapar da força militar dos Estados Unidos num ciclomotor.

Tendo em conta os elementos que acabo de apresentar, verifica-se que os atentados de Setembro não podem ser atribuídos a terroristas estrangeiros do mundo árabe-muçulmano – mesmo que alguns dos envolvidos pudessem ser muçulmanos -mas sim a terroristas dos Estados Unidos.

Um dia depois dos atentados de 11 de Setembro, a resolução 1368 do Conselho de Segurança das Nações Unidas reconheceu “o direito inerente à legítima defesa individual ou colectiva, de acordo com a Carta”, convidando “todos os Estados a trabalharem em conjunto e com urgência para levar à justiça os autores, organizadores e patrocinadores dos ataques terroristas e salientou que os responsáveis pela ajuda, apoio ou protecção aos autores, organizadores e patrocinadores desses actos serão responsabilizados”.

Se quisermos atender ao apelo do Conselho de Segurança, para fazer cumprir a resolução 1368 e punir aqueles que realmente são culpados, a única maneira de os identificar com precisão seria com a criação de uma comissão de inquérito cuja independência e objectividade fossem garantidas pelas Nações Unidas. Esta seria também a única forma de preservar a paz internacional. Nesse meio tempo, sua Alteza, Excelências, Senhoras e Senhores, as intervenções militares estrangeiras dos Estados Unidos da América são desprovidas de qualquer base no direito internacional, quer seja a sua recente intervenção no Afeganistão como as suas intervenções anunciadas ao Irão,  Iraque e a outros países.

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This entry was posted on 29 de Setembro de 2014 by in 11 de Setembro, A arte da Guerra, Afinal Quem é Terrorista? and tagged , , .

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