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ACORDEM

Líbia: União Africana apela investigação ao mercado de escravos

Migrantes africanos de países como Guiné, Senegal, Mali, Níger, Nigéria e Gâmbia arriscam as suas vidas quando atravessam o Sahara para a Líbia,  na esperança de chegarem à Itália através do Mar Mediterrâneo. Mal sonham o que os espera.

De acordo com a Organização Internacional para as Migrações, este ano, mais de 8 800 migrantes retidos voltaram para casa. A mesma organização está a acumular provas de escravidão.

A União Africana, em resposta aos vídeos que chegaram à CNN,  pediu na sexta-feira que as autoridades líbias investigassem os “mercados de escravos” que operam no país.

Tripoli, cidade mencionada na reportagem da CNN, é uma das cidades da Líbia sob o controlo  de um governo imposto pelas Nações Unidas.

O presidente da Guiné, Alpha Conde, que também é presidente da União Africana, exigiu um inquérito e abertura de processos relacionados com o que chamou de “comércio desprezível … de outra era”. Declaração aqui.

Fonte

Pessoas à venda. Vidas são leiloadas por US $ 400

Título da reportagem da CNN sobre mercados de vendas de seres humanos na Líbia

— “oitocentos,” diz o  leiloeiro . “900 … 1,000 … 1,100 …” Vendido. Por 1,200 Dinares da Líbia — equivalente a $800.

Ele foi oferecido à venda como um do grupo dos “meninos fortes e grandes para o trabalho agrícola”, de acordo com o leiloeiro, que permanece fora do alcance da câmara. Somente a sua mão – que descansa de forma proprietária no ombro do homem – é visível no breve clip.

Depois de ver as filmagens desse leilão de escravos, a CNN trabalhou para verificar a sua autenticidade e viajou para a Líbia para investigar mais. Carregados com câmaras ocultas escondidas numa propriedade fora da capital de Tripoli no mês passado, testemunhamos uma dúzia de pessoas a passar “sob o martelo” no espaço de seis ou sete minutos. Fonte

Demonstração em Paris contra a escravidão na Líbia

De acordo com a sede da polícia de Paris, cerca de mil pessoas manifestaram-se, neste sábado, contra a escravidão na Líbia.

Para os migrantes que fogem da guerra, a Líbia é a última paragem na rota para a Europa. Líbia, que devido ao caos publico que lá impera, permite que traficantes de pessoas prosperem no país.

Tripoli, cidade mencionada na reportagem da CNN, é uma das cidades da Líbia sob o controlo  de um governo imposto pelas Nações Unidas.

Se fizermos uma procura por “Refugee” na internet, encontramos artigos a mencionarem o trafico de seres humanos, venda de seres humanos em leilões e outros acções extremas infligidas a refugiados por esse mundo fora. E as denuncias partem de um rol de agências, umas privadas, outras da própria ONU (Unicef, Organização Internacional de Migração…). Então o que estamos a falar aqui?

Muito dinheiro a rolar nestas agências e nada se vê que trave os já normalizados atentados aos direitos humanos, às mortes, os mercados de venda de seres humanos, este flagelo humano.

As notícias que relatam o que estas organizações expõem são necessárias para sabermos o que se passa à nossa volta, mas também têm o efeito de mascarar a base que está por trás desta terrível realidade.

Nações apoiadas pela NATO, simplesmente acham que devem (e ainda hoje o fazem sem haver um só organismo que os trave) depor presidentes de nações soberanas que estão nos seus mapas de interesses geopolíticos. Não interessa o que é necessário fazer para mandar abaixo esses presidentes. São necessários mais exemplos de destruição de nações inteiras (Iraque, Líbia, Síria (Assad ainda está no poder, mas não foi isso o pretendido).?

Agora, todos os canais de notícias falam  do “genocídio” do exercito da Birmânia aos Rohingyas. 

Mas nenhum deles fala das manobras de bastidor que estão a acorrer, como a coligação militar que está ser preparada para atacar este país. Primeiro aproveitar as disputas internas e alimentá-las. Estados Unidos, Reino Unido e França pura e simplesmente colocaram o exército birmanês, Aung San Suu Kyi  vencedora do Prémio Nobel da Paz e todos os budistas do país no campo dos malvados.

O Movimento para a Fé ou Exército de libertação dos Rohingyas de Arakan é treinado pelos Britânicos na Arábia Saudita e no Bangladesh. Este grupo, que apregoa reunir os Rohingyas, é na realidade comandado por Ata Ullah, paquistanês que lutou contra os soviéticos no Afeganistão. O reino saudita hospedou a maior comunidade masculina de Rohingyas, a seguir à Birmânia e antes do Bangladesh, com 300 mil trabalhadores do sexo masculino sem as suas famílias.

De acordo com um relatório dos serviços secretos bengali, antes da crise actual, o Movimento pela Fé trabalhou por um ano com um grupo dissidente do Jamat-ul-Mujahideen  em torno do slogan “A Jihad de Bengala até Bagdá”.

O Movimento pela Fé foi criado pela Arábia Saudita.

O que se pretende atingir? os oleodutos chineses que vêm da província Yunnan e que terminam na costa pacífica, na província  de Arakan / Rakhine na Birmânia.  mais aqui.

Mas como infelizmente irá acontecer, não há ninguém que trave a preparação deste novo “cenário de guerra”

Então quem é realmente o culpado destas atrocidades humanas que ocorrem nestes países devastados por verdadeiros terroristas ocidentais?

 

 

 

 

 

 

 

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This entry was posted on 19 de Novembro de 2017 by in Líbia, ONU and tagged , , .

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