A Arte da Omissao

Para melhor compreender a crise Financeira (4)

FED ou Sistema Reserva Federal ou Banco Central Americano (cont.)

Se, por exemplo, o Fed comprar 1 milhão de dólares em títulos, automaticamente  este valor é transformado  em 10 milhões. É o milagre da multiplicação mas desta vez, sem pão. A sua gráfica despeja os outros 9 milhões e toca  de  emprestar o dinheiro a juros no mercado, valendo-se da rede bancária comercial. Deste modo o FED cria os 10% do total desse dinheiro novo e os criados criam os 90% restantes. Expande-se assim o dinheiro em circulação e amplia-se  o crédito e o consumo, levando-nos a comprar mais  e a gastarmos mais.

Mas estes senhores tinham outro propósito escondido. Eles sonhavam com o controle absoluto sobre a economia. E como elite, e todos nós os seus escravos (e se pensarmos bem, só por nossa culpa), se lhes apetecer provocar uma recessão, basta que  vendam os títulos ao povo que o dinheiro real sai logo dos bancos dos adquirentes. Os empréstimos têm que ser reduzidos em dez vezes o valor da venda porque,  o Fed criou 9 milhões do vazio.

Em 1802, numa carta  dirigida ao secretário do Tesouro, Thomas Jefferson escreveu: “Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos armados. Se o povo americano autorizar bancos privados a controlar a emissão de sua moeda, primeiro através da inflação e depois pela deflação, os bancos e as grandes corporações que crescerão em volta deles gradualmente controlarão a vida económica das pessoas,  tirando-lhes  o seu património até o dia em que seus filhos acordem sem-tecto, no continente que seus pais e avós conquistaram”.

Actualmente o presidente do Fed é o famoso Paul Bernanke. Este é indicado pelo presidente da república  mas tem mandato de 14 anos, separado da autoridade eleita pelo povo.

Os grandes banqueiros de Nova Iorque criaram um fundo educacional de  5 milhões para financiar professores em universidades americanas importantes, em troca do seu apoio ao novo banco central. O primeiro financiado foi Woodrow Wilson, de Princeton, que viria a ser presidente dos EUA.

Como banco privado, sua única intenção  é provocar grandes dívidas junto do governo para poder aplicar juros sobre elas. Mas para garantirem o  recebimento, precisaram de um sistema de impostos infalível. Desde o início das actividades dos Rothschild na Europa que os moneychangers sabiam que a única garantia real na recuperação dos seus empréstimos a reis, monarcas e governos era o direito de taxar o povo.

Já no século XIX,  a  Suprema Corte americana considerou inconstitucional esta forma  de taxação, mas mais uma vez  o senador Aldrich veio em socorro dos “moneychangers”  e com um  lobby poderoso provou que a nova taxação era necessária. E teve sucesso. Teve a concordância dos  colegas congressistas, e  estes sem se darem conta, votaram  que os moneychangers finalmente pudessem dominar os Estados Unidos da América no século seguinte, bem como o resto do mundo com o novo  conceito de bancos centrais privados.

Para finalizar seu plano, em 1913 o senador Aldrich propõe  novo projecto de lei fiscal ao congresso, a qual passou a dar ao governo federal o direito de cobrar impostos. Para os moneychangers era essencial que o governo federal pudesse taxar a população. Sem esta, a estratégia da criação de dividas crescentes e respectivas aplicação de juros poderia ser comprometida.

Essa estratégia foi repetida em todos os países do mundo durante o século XX até que todos se tornassem devedores dos seus bancos centrais e garantissem os empréstimos através da cobrança de impostos ao povo.

A história do século XX, mostra-nos com muita clareza esta mancha gananciosa e sinistra dos  “moneychangers” a manipular a  sua agenda até hoje. Financiar  os dois lados de um conflito, tornou-se a sua prática corrente, colocando o capitalismo contra o  comunismo e este contra o socialismo, religiões contra religiões e raças contra raças. Durante todo o século passado, os moneychangers, que não têm país, bandeira, hino ou deus, tiveram o controle.

Financiar um dos lados até que este esteja suficientemente forte e pronto para uma guerra. Passo seguinte, financiar o lado contrário até que ambos se destruam  e fiquem sem os seus recursos.

Fraude de fácil explicação.  O risco que os moneychangers correm é  mínimo, pois os empréstimos que fazem são constituídos de papel criado do nada, através do sistema de empréstimo sem lastro.  O povo dos países devedores são a garantia dos empréstimos, com o pagamento dos seus impostos. Foi assim que os moneychangers europeus ganharam controle sobre as inocentes massas da civilização do planeta e que continuam a deter até aos nossos dias.

Participação dos moneychangers na 1ª Guerra Mundial: O conflito era entre a Rússia e a Alemanha, embora a  França e a Inglaterra tenham participado. Nestes, os  membros da família Rothschild tinham já o  controle dos seus bancos centrais, mantendo-os reféns económicos mais as suas  colónias ultramarinas.  Já naquele tempo, o chavão de defesa nacional foi usado para  acender  o conflito, financiando todos os lados envolvidos até a exaustão física e material. Terminada a guerra, os argentários reuniram-se com todos os envolvidos e há que começar a recolher dividendos, ao  desenvolverem um sistema de taxação para pagar as dívidas,  que acabaria por fazer nascer o nazismo e a eclosão da II Guerra Mundial,  a qual foi articulada da mesma forma.

A Guerra da Coreia e do Vietname  são também exemplos das práticas do ” fractional reserve lending” pelos  bancos centrais para prover os governos de recursos para custear os conflitos, então já sob controle global dos moneychangers.

No dia 30.06.1963, Kennedy promulgou a Ordem Executiva número 11.110, retirando ao Fed o poder de emprestar dinheiro a juros ao governo federal norte-americano. Com uma simples assinatura,  Kennedy criou as condições para encerrar as actividades do Banco Central americano. Essa ordem restaurou ao departamento  do Tesouro o poder de emitir dinheiro sem passar pelo Fed e, portanto, sem cobrança de juros. O dólar passou a ser emitido como nota United States e acabou o ser emprestado ao governo. Este, seria impresso por ele. Essa lei foi sua sentença de morte. Cinco meses depois, Kennedy é assassinado em Dallas. Jesus também confrontou os moneychangers e o tribunal Sanhedrin do templo judeu revelando sua ganância monetária e acabou morto. Diante da possibilidade de perder o controle das massas e o direito de cobrar taxas e impostos, os moneychangers agem rápido e violentamente. Ainda o fazem na actualidade.

Caro Leitor, será que ainda acha que as teorias de conspiração que circularam e que ainda circulam, são teorias?

Será que ainda restam dúvidas sobre a origem da actual crise económica que assola o planeta? Foi  iniciada com a retomada dos imóveis da categoria sub-prime. Depois segue-se o desmantelamento da bolha de investimentos de Wall Street, cujos efeitos  se propagaram a todos os  países do mundo.

Não é difícil entender qual o papel dos bancos centrais mundiais, liderados pelo Fed em todas essas crises. Porque seria esta diferente?

Quem está a emprestar dinheiro ao mercado nos EUA e  na Europa ? O Fed. Toca de expandir e contrair o dinheiro em circulação no mercado. Os bancos maiores retomam activos e o património das pessoas por uma bagatela para depois os revendem a preços usurários. Milhões de pessoas e negócios vão à falência, casas perdidas, enquanto os moneychangers continuam sua opulenta rota de acumulação de dinheiro e poder.

Esta informação é desconhecidas pela grande maioria das pessoas neste planeta, (eu me incluo  também). Mas  a mesma tem que circular para de alguma forma se começar a criar uma nova forma de estar neste planeta.

Seremos suficientemente civilizados para tomar esta decisão de forma adequada, quer individual ou colectivamente, para as futuras gerações? Ou também nós, diante do dinheiro, e de todas as oportunidades e do poder que ele oferece, vamos sucumbir à  ganância e à usura?

Se achar que a informação contida nestes 4 posts é importante para si e seus conhecidos, por favor divulgue-a. Eu já fiz a minha parte.

Quer saber mais sobre os Rothschild?

No google procure por exemplo : “Waterloo” + “Nathan Rothschild”

One comment on “Para melhor compreender a crise Financeira (4)

  1. Pingback: Para melhor compreender a crise financeira (3) | A Arte da Omissao

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This entry was posted on 7 de Fevereiro de 2011 by in Para melhor compreender a crise Financeira and tagged , , , , .

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