A Arte da Omissao

Blackstone e Jacob Rothschild, beneficiários no desaparecimento do voo das Linhas aéreas da Malásia?

Tradução do artigo Blackstone and Jacob Rothschild, beneficiaries of Malaysia Airlines flight disappearance ?, de Alfredo Jalife-Rahme

A busca internacional do voo MH 370, mostrou que Washington foi capaz de rastrear o avião muito além do que já admitiu até agora e que esperou uma semana antes de revelar o que sabia. A pesquisa também mostrou que a China não tem os portos de abastecimento necessários para implantar sua marinha sobre uma área tão grande. Mas, para além da notícia e das respectivas capacidades estratégicas que trouxe à luz, este desaparecimento enigmático tornou, pelo menos, algumas pessoas felizes: Blackstone e Jacob Rothschild.

 27 April 2014

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Jacob Rothschild, presidente do RIT Capital Partners e membro do Conselho Consultivo da Blackstone. É também presidente honorário do Instituto de Pesquisa de Política Judaica.

No mundo tripolar geoestratégico pós-Crimeia dos EUA, Rússia e China, é imperativo testar a esmagadora campanha de desinformação do Ocidente contra os relatórios quase indispensáveis do governo russo no site Russia Today (ver páginas publicadas em 22/03/14).

Como muitas vezes acontece em misteriosos “acidentes”, o desaparecimento incomum de voo MH 370 da Malásia Airlines – cujas diferentes explicações não conseguiram satisfazer practicamente ninguém e muito menos as pessoas chinesas afectadas – deu origem a inúmeras especulações, algumas, bastante selvagens e perturbadoras.

Enquanto a guerra de sanções por parte dos Estados Unidos e da União Europeia contra Vladimir Putin estavam na ordem do dia, num artigo da Russia Today escrevia-se que, quatro dias após o desaparecimento do voo MH 370, uma patente para um semicondutor foi aprovada pelo U.S. Patent Office (Organismo de Patentes dos EUA, Ndt) [1]. Terá sido desencadeada uma guerra de patentes?

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De acordo com a Russia Today, o  cessionário  da patente do semicondutor é Jacob Rothschild, da dinastia de banqueiros.

A patente foi partilhada por cinco principais titulares, cabendo 20% a cada um: a Freescale Semiconductor Company, localizada em Austin, Texas, e quatro titulares, cidadãos chineses vindos da cidade chinesa de Suzhou, que trabalhavam para a companhia e estavam a bordo do avião, juntamente com outros 16 funcionários da mesma empresa.

O artigo russo assinala que se qualquer detentor da patente morresse, os outros proprietários dividiriam por igual os dividendos do falecido, desde que o testamento não fosse contestado.

Com os quatro detentores chineses da patente agora em falta / ou mortos, os 100% da patente ficam nas mãos da empresa Freescale Semiconductor, que é parcialmente detida pelo sombrio Blackstone Group, banco de investimento privado de Nova Iorque, cujo propriedade é do banqueirode com dupla nacionalidade, israelita-britânico, Jacob Rothschild [2].

Os inventores e os requerentes eram quatro desaparecidos chineses e o destinatário não é outro senão a Freescale Semiconductor. Que sorte!

A ênfase é colocada sobre a identidade invisível do Blackstone, da sua interligação com a BlackRock e a sua parceria com a Evercore Partnership que, coincidentemente, está por trás da privatização da PEMEX (Mexican Petroleum Company) [3].

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Verifica-se que o Blackstone gerou BlackRock, dirigida por Larry Fink, cidadão de dupla nacionalidade, EUA-Israelita[4].

A interconectividade em altos escalões entre, por um lado, Blackstone, BlackRock, Rothschild, George Soros, Scotiabank, Evercore Partnership, Protego e, por outro lado, a Kissinger Associates e a controversa seguradora AIG, cujo presidente é Maurice Hank Greenbergpara, cidadão também com dupla nacionalidade, israelita-americano e identidade corporativa da Freescale Semiconductor, justificam uma análise minuciosa.

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Também é intrigante que, entre os 239 passageiros, 20 eram funcionários do Pentágono, para além do facto de que quatro dos passageiros tinham passaportes duvidosos.

Além das especulações inevitáveis, o que é relevante é que estes 20 funcionários do Pentágono seriam provavelmente bons conhecedores em guerra electrónica, tais como matérias relacionadas como o evitar a detecção de sistemas de radar militares [5].

Outro facto curioso é que 20 dos passageiros a bordo do voo 370 desaparecido, eram funcionários da Freescale Semiconductor, 12 originários da Malásia e 8 da China.

A Freescale Semiconductor gaba-se de que os seus dispositivos têm uma ampla gama de aplicações como comunicações em campos de batalha, aviação, orientação de mísseis, guerra electrónica e identificação de amigo ou inimigo.

A polémica empresa do Texas em questão é uma das primeiras em semicondutores deste tipo em todo o mundo, tendo começado como uma divisão da Motorola, a qual em 2006 e foi  adquirida pela Blackstone, Carlyle Group e TPG Sovereign Capital.

O Grupo Carlyle encarna o nepotismo dinástico da família Bush e seus comparsas como Frank Carlucci (antigo Conselheiro de Segurança Nacional e ex-Secretário do Pentágono), o antigo primeiro-ministro britânico John Major [6], cujo representante no México é o controverso Luis Téllez Kuenzler, agora à frente da Bolsa de Valores, onde tem ocorrido um número de estranhas interferências nos preços de acções.

A TPG Capital é uma poderosa empresa de investimento com sede em Fort Worth, no Texas, é presidida por outro cidadão com nacionalidade dupla, o israelita-americano David Bonderman, cujos excessos extravagantes incluem pagar US $ 7 milhões aos Rolling Stones para celebrar o seu 60º aniversário, em 2002.

A Freescale Semiconductor é especializada em guerra electrónica e em tecnologia de camuflagem (“cloak”) usando estratégias de contramedidas electrónicas (ECM) aplicada a radares: 1) interferências em radares: 2) mudança de alvos e 3) a alteração das propriedades eléctricas do ar.

De acordo com o The Daily Beast, um ataque israelita ao Irão com esta tecnologia seria melhor que os ataques aéreos e, provavelmente, desencadearia uma guerra electrónica contra todo o sistema eléctrico do Irão; Internet, redes móveis e telemóveis, mexendo com as frequências de emergência dos bombeiros e policias. (arma silencioa para guerras silenciosas nas mãos de bestas humanas – Ndt)

O The Daily Beast afirma ainda que Israel desenvolveu uma arma capaz de imitar os sinais de manutenção de celulares, impedindo efectivamente as transmissões [7]. Na década passada, Israel acumulou uma vasta gama de armas de alta tecnologia no valor de bilhões de dólares que lhe permitam danificar, cegar e ensurdecer as defesas de Teerão, em caso de um ataque aéreo preventivo.

Melhor ainda: há uma nova tecnologia furtiva que coloca aviões invisíveis ao radar e os esconde do olho humano, pois a camuflagem de alta tecnologia pode criar campos electromagnéticos, como discutido na military.com [8].  (Se calhar algumas teorias de conspiração, poderão em breve converte-se em reais conspirações- Ndt).

A China acusa os EUA pela escalada de ataques de piratas [9], ao mesmo tempo que Pequim e Washington cada vez mais intensificam a corrida ao armamento com a tecnologia de camuflagem para fazer aviões invisíveis.

Honorable Lee Hamilton

Lee Hamilton, (foto acima-ndt), é presidente do Centro Wilson. Este antigo congressista democrata resgatou Ronald Reagan do desastre político durante o escândalo Irão-Contra. Em 2000, contribuiu para forjar o conceito colonial de “responsabilidade de proteger”. Ele co-presidiu a Comissão Presidencial de Inquérito do 11 de Setembro, a qual desviou a atenção do golpe incidindo apenas sobre os ataques. Em 2006, co-presidiu também a comissão Baker-Hamilton, a qual decidiu um corte militar no Oriente Médio.

A poderosa empresa militar britânica BAE Systems – ligada à NSA, DHS e ao sinistro Wilson Center, e implicada no escândalo Al-Yamamah – é dona do ADAPTIV, outra empresa especializada em tecnologia de camuflagem projectado para esconder os veículos a motor, estendendo-se a barcos e helicópteros.

[1] “United States Patent n°8671381 B1”, March 11, 2014.

[2] “Rothschild hereda una patente de semiconductores al desaparecer el MH370“, Russia Today, 22 March 2014.

[3] “BlackRock: el mayor inversionista del mundo detrás de la privatización de Pemex“, by Alfredo Jalife-Rahme, La Jornada, 11 December 2013.

[4] “Lessons From Blackstone for BlackRock”, by Jeffrey Goldfarb, The New York Times, January 23, 2014.

[5] “Malaysia jet hidden by Electronic Weaponry? 20 EW defense-linked passengers”, by Deborah Dupre, Examiner, 9 March 2014.

[6] See our file “Carlyle Group“.

[7] “Israel’s Secret Iran Attack Plan: Electronic Warfare” by Elie Lake, The Daily Beast, 16 November 2011.

[8] “Invisible Planes: China, US Race for Cloaking Tech”, by Gene J. Koprowski, Fox News, 17 December 2013.

[9] “China points finger at US as hacking attacks soar”, Shanghai Daily, 29 March 2014.

 

Nota:  links  e realces desta cor são da minha responsabilidade

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